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A BRANDT está presente no Brasil há três anos, a partir da aquisição da Target Fertilizantes, de Londrina (PR).

O agricultor paranaense Estanislau Bassan, da região de Cafezal do Sul (PR), foi reconhecido pelo Comitê Estratégico Soja Brasil (CESB), ao atingir o excepcional resultado de 96,81 sacas de 5.808 kg de soja por hectare, batendo o recorde paranaense de produtividade da oleaginosa em 2018. O resultado foi obtido no 10º Desafio de Máxima de Produtividade – safra 2017/2018 na categoria não irrigada. A área de produção foi preparada com fertilizantes da BRANDT, empresa especialista em tecnologias de nutrição e absorção nutricional vegetal. A BRANDT está presente no Brasil há três anos, a partir da aquisição da Target Fertilizantes, de Londrina (PR).

“Nossa missão é contribuir com o avanço da agricultura brasileira, auxiliando os produtores a otimizarem as suas lavouras e tirarem o máximo de sua capacidade produtiva com nossos fertilizantes foliares. Neste tratamento, em particular, foram utilizados os produtos BRANDT Smart Cobre, BRANDT Smart Trio, BRANDT Manni-Plex B-Moly e BRANDT Manni-Plex K. Este recorde de produtividade obtido por Estanislau Bassan deixa clara a eficiência de nossas tecnologias”, ressalta Jonas Mittanck, representante técnico de vendas da Brandt do Brasil.

O resultado do produtor paranaense é muito positivo especialmente em um ano de queda da média da produção de soja no Estado. “Trata-se de um resultado realmente excepcional, obtido com o uso de tecnologias inovadoras, que impactam diretamente o aumento da produtividade da agricultura”, ressalta Jonas Mittanck, destacando que são insumos desenvolvidos por uma das maiores indústrias de fertilizantes do mundo. “A Brandt escolheu o Brasil para o seu primeiro grande investimento fora dos Estados Unidos, pois acredita em nosso potencial e dia após dia provamos que as nossas terras podem oferecer muito aos agricultores. Nossos produtos também estão apresentando excelentes resultados, a presença da empresa cresce cada vez mais no mercado nacional e os agricultores investem em novas tecnologias”, explica o representante da Brandt do Brasil.

Mais informações sobre a Brandt do Brasil: www.brandtbrasil.com ou www.facebook.com/BrandtBrasil

Fonte: TEXTO COMUNICAÇÃO CORPORATIVA / Link:http://www.portaldoagronegocio.com.br/noticia/agricultor-paranaense-colhe-9681-sacas-ha-e-bate-recorde-estadual-de-soja-em-2018-174110

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A Bayer defende que a avaliação de novos produtos para combater pragas e doenças na agricultura seja feita por todos os órgãos competentes no Brasil. Mas a análise deve ser mais rápida para viabilizar a entrada das tecnologias no mercado. Foi o que afirmou, nesta terça-feira (3/7), o executivo chefe de operações da Bayer Crop Science no Brasil, Gerhard Bohne, em entrevista coletiva realizada pela empresa, em São PAulo (SP).

A declaração do executivo toca em um dos principais pontos de discussão da nova lei, cujo texto original é de 2002, de autoria do atual ministro da Agricultura, Blairo Maggi. A legislação atual prevê que a análise dos produtos seja feita pelos ministérios da Agricultura (Mapa), do Meio Ambiente (através do Ibama) e da Saúde (através da Anvisa, a Vigilância Sanitária).

A nova legislação prevê que a autorização de uso seja dada pelo Mapa, com os outros dois atuando apenas como órgãos consultivos. Defensores da mudança, como representantes de produtores rurais, indústria e a bancada ruralista, afirmam que vai acelerar o registro. Críticos, como ambientalistas, entidades ligadas à pesquisa, além de Anvisa e Ibama, avaliam que aumentará os riscos ao ambiente e à saúde humana.

“Apoiamos que os três órgãos avaliem essas moléculas, mas que consigamos trazer essas tecnologias em um prazo de dois a três anos. Em uma agricultura como a do Brasil, a necessidade de inovação é muito maior”, disse Bohne.

Pontuando a necessidade de uma “legislação moderna”, Gerhard Bohne reforça que o período de análise dos produtos defendido por ele, entre dois e três anos, é semelhante ao de mercados como Estados Unidos e Europa. No Brasil, o tempo médio está entre seis e sete anos. A proposta que altera a legislação prevê, no máximo, dois.


“O que apoiamos é uma legislação séria e técnica para registrar produtos. O desafio que temos no Brasil, é que por ser uma agricultura tropical, precisa de inovação e tecnologia. A necessidade aqui é até maior que a do Hemisfério Norte”, afirmou o executivo, lembrando que os produtores rurais também têm manifestado apoio às alterações nas normas brasileiras.

Presidente global da Bayer Crop Science, Liam Condon, afirmou que a inovação e a tecnologia sempre farão parte da “equação” sobre a produção de alimentos de uma maneira que não comprometa o meio ambiente. E que, “com o foco correto” as empresas poderão contribuir com as metas internacionais de desenvolvimento sustentável.

O executivo ponderou, de outro lado, que a comunicação do setor com a sociedade de uma forma geral deve ser mais clara em relação ao papel da agricultura. Segundo Condon, as pessoas querem alimentos mais sudáveis, mas falta uma compreensão sobre o que os agricultores realmente fazem.

“Muitos não entendem o motivo de se usar os defensivos e o porque desses produtos serem necessários. Tentamos explicar que se trata de um medicamento para as plantas. Assim como as pessoas que ficam doentes precisam de medicamentos, as plantas também precisam”, disse ele.

Fonte: Revista Globo Rural /  Foto: Ernesto de Souza/Ed. Globo / Link: https://www.comiva.com.br/geral-2738-lei-dos-agrotoxicos-deve-ser-agil-e-moderna-defende-bayer

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Brasil não tem onde armazenar safra recorde de grãosCom déficit de armazenagem, 80 milhões de toneladas dos insumos agrícolas não possuem local para serem estocadas

Segundo estimativa de maio da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a safra brasileira de grãos de 2018 superará, novamente, suas projeções iniciais. Até o momento, o resultado deve ser o segundo maior da história, com previsão de mais de 232 milhões de toneladas, ganho de 1,3% em relação ao relatório do mês anterior. Além disso, a estimativa para a área plantada, que antes era de 61,5 milhões de hectares, cresceu 1,1% em relação ao ano passado. Ainda de acordo com as perspectivas, os maiores volumes serão de soja e de milho, seguidos pelo feijão, que correspondem a mais de 200 milhões de toneladas.

No entanto, ao mesmo tempo em que os produtores comemoram a colheita, também se preocupam com a armazenagem adequada dos grãos produzidos. O principal gargalo da cadeia produtiva nacional de grãos ainda está no setor de armazenagem: no país, o déficit de armazenagem já bate a casa de 80 milhões de toneladas, o que aponta que o Brasil não tem onde guardar mais de um terço de sua produção agrícola. Hoje, essa defasagem representa para o país a perda de mais de 2 bilhões de reais por ano no mercado de grãos.

Neste contexto, um levantamento feito pela Kepler Weber, líder em projetos completos para armazenagem e beneficiamento de grãos, mostra que a região Sudeste possui mais de meio milhão de toneladas de déficit de armazenagem.

Ainda de acordo com o levantamento, alguns fatores colaboram para esse cenário brasileiro:

• A baixa capacidade de armazenagem nas propriedades rurais força o produtor a comercializar e escoar suas safras na época de preços mais baixos e de fretes mais caros;
• No Brasil, as fazendas possuem apenas 16% da capacidade de armazenagem, o que sobrecarrega o transporte e a armazenagem intermediária em épocas de colheita, além de elevar a demanda de estocagem nos portos.
• O resultado disso é que na época das colheitas dos grãos, os preços pagos aos produtores sofrem um achatamento acentuado, decorrente da alta dos valores dos fretes, das filas de caminhões nas rodovias e da demora prolongada para embarques nos portos.
• Além disso, armazenar a safra em terceiros tem custos, que variam entre 9% e 12% do valor do total estocado.

“Nosso país é uma das maiores potências agrícolas do mundo e nossos grãos estão nas mesas de diversos países. Não podemos desperdiçar o trabalho do produtor, mas não há dúvidas: o problema do Brasil em relação às perdas de grãos ainda é recorrente porque os investimentos em logística no setor não são realizados de forma correta. E investir em logística significa abranger toda a cadeia produtiva em diferentes situações: varejo, atacado, armazenagem e atividades portuárias e ferroviárias”, afirma Anastácio Fernandes Filho, diretor presidente da Kepler Weber.

Contrário a esse cenário, os mecanismos de armazenagem inteligente da Kepler permitem que a produção seja estocada de forma adequada. Assim, a decisão do momento da venda da produção fica totalmente na mão do produtor, pois todos os grãos são armazenados adequadamente de forma a manter sua alta qualidade por mais tempo. O agricultor pode negociar, no momento mais propício, grãos com qualidade superior que resultam em mais lucro.

Com a armazenagem inteligente Kepler Weber também é possível controlar minuciosamente a rota de fluxo de grãos em todas as etapas, por meio de um sistema de supervisão central, que substitui a mão-de-obra manual no processo. Desta forma, o produtor tem não apenas uma ferramenta automatizada, mas uma cadeia integrada de armazenagem, com sistemas individuais e autossuficientes que acompanham as necessidades específicas de cada grão.

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Fonte: Kepler Weber / Link: http://www.portaldoagronegocio.com.br/noticia/brasil-nao-tem-onde-armazenar-safra-recorde-de-graos-173491

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IMA vai fiscalizar 758 propriedades no vazio sanitário da sojaFica proibido o cultivo do grão em todo o estado por três meses a partir do próximo domingo 1/7

Começou no domingo (1/7) e prossegue até 30 de setembro o período do vazio sanitário da soja em todo o território mineiro, quando fica proibido o cultivo da planta em todo o estado. Também deverão ser eliminadas todas as plantas vivas desta cultura nas lavouras de Minas.

O vazio sanitário da soja foi instituído em 2007 e está normatizado pela Resolução nº 1.393/2015 da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) e Portaria nº 1503/2015 do Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA), órgão responsável pela fiscalização do cumprimento desta norma. O objetivo é prevenir e controlar a ferrugem asiática, doença causada pelo fungo Phakopsora pachyrhizi, que destrói as plantas infectadas com prejuízos para os produtores, para a economia e para o abastecimento do mercado.

O IMA estima fiscalizar neste ano 758 propriedades em todo o estado, principalmente nas regiões Noroeste, Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba, que concentram o maior volume de produção do grão. As fiscalizações serão frequentes também nas áreas de abrangência das coordenadorias regionais do IMA em Montes Claros, Passos, Oliveira e Varginha.

O diretor-geral do IMA Marcílio de Sousa Magalhães explica que no período em que vigora o vazio sanitário as propriedades ficam livres dos hospedeiros (plantas de soja), diminuindo a incidência da praga na próxima safra. Ele esclarece que a soja poderá ser cultivada nas situações previstas na legislação e desde que autorizado pelo Comitê Estadual para Controle da Ferrugem Asiática da Soja, presidido pelo Instituto.

Produtor consciente - Durante a fiscalização, ao constatar a presença da planta na propriedade, o fiscal do IMA orienta o produtor a fazer a sua erradicação em até 10 dias. Ao retornar à propriedade ao final desse prazo, caso a plantação não tenha sido erradicada o produtor estará sujeito a multa de 1,5 mil Unidades Fiscais do Estado de Minas Gerais (Ufemgs), o equivalente a R$ 4.877,10.

Marcílio Magalhães pondera que as orientações do IMA aos produtores para o cumprimento da medida têm obtido bons resultados. “Prova disso é que no ano passado foram fiscalizadas 606 propriedades, somando cerca de 187 mil hectares, e efetuamos somente um auto de infração. Isso demonstra também que os produtores estão bastante conscientes da importância do vazio para manter as lavouras de soja livres da ferrugem asiática”, diz.

Minas Gerais ocupa a sétima posição no ranking nacional de produção de soja, com previsão de 4,8 mil toneladas para este ano, de acordo com a Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa).

Fonte: Assessoria de Comunicação IMA / Link: http://www.portaldoagronegocio.com.br/noticia/ima-vai-fiscalizar-758-propriedades-no-vazio-sanitario-da-soja-173339

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Sorriso: 20% da safra de milho foram colhidas até agoraSó 20% dos 400 mil hectares de milho plantados em Sorriso já foram colhidos

Só 20% dos 400 mil hectares de milho plantados em Sorriso já foram colhidos. Pouco pela época do ano. O município tem a maior área de plantio do estado e neste período do mês de junho, pelo menos 40% do grão já era para ter sido retirado das lavouras. A nível de estado a situação do atraso é ainda pior. Segundo o IMEA (Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária), Mato Grosso colheu apenas 12,57% da safra. A explicação para isso está no tempo, conforme o presidente do Sindicato Rural do município, Luimar Gemi. “Possivelmente isso tenha sido em função de um período bastante chuvoso na hora do florescimento do milho. Sabemos que temos a necessidade da polinização e a chuva acaba atrapalhando um pouco nesses dias.”

A expectativa dos produtores é encerrar a colheita dentro dos próximos 15 dias. A produtividade até aqui não tem sido ruim, apesar de ser menor em relação a safra anterior, quando a média de sorriso ficou em 2,688 milhões de toneladas. Atualmente, de acordo com o Sindicato Rural, a estimativa é que a Capital do Agronegócio produza 2,640 milhões de toneladas até o fim da safra, ou seja 48 mil toneladas a menos que na temporada 2016/2017. Mas ainda há esperança de que o quadro mude, conforme Gemi. “Tudo pode acontecer. Também tivemos alguns pontos de grãos avariados, apareceu alguma coisa nos primeiros milhos e isso justifica sobre o que falamos da chuvarada.

Mas o que preocupa mesmo os agricultores não é nem a produtividade e sim o preço do frete. “Isso prejudica, porque com o aumento do frete, sempre quem paga é o produtor, porque as trade compra, desconta do frete até Paranaguá, que estava R$ 280 (por tonelada) e agora está R$ 410”, explicou um produtor. Como consequência o preço do milho fica mais baixo, em Sorriso a saca de 60 Kg, segundo o IMEA, custa hoje R$ 18.

Fonte: Só Notícias/Agronoticias / Link: http://www.portaldoagronegocio.com.br/noticia/sorriso-20-da-safra-de-milho-foram-colhidas-ate-agora-173358

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Deral reduz previsão de safra de milho do Paraná e eleva a de trigo.

O Paraná deverá colher 9,4 milhões de toneladas de milho na segunda safra 2017/18, uma queda de mais de 500 mil toneladas na comparação com o levantamento de maio, estimou nesta quinta-feira o Departamento de Economia Rural (Deral), do governo paranaense. Com o Estado contabilizando as perdas decorrentes de adversidades climáticas, como a seca, a produtividade média da safra de milho foi prevista em 4,4 toneladas por hectare, ante 4,7 toneladas na estimativa anterior.

Isso deverá deixar a safra do segundo Estado produtor de milho do Brasil bem abaixo do potencial, que era de uma colheita acima de 12 milhões de toneladas.

Na temporada passada, quando o clima foi bastante favorável, o Estado colheu 13,3 milhões de toneladas, com produtividade média acima de 5,5 toneladas/hectare. Até o início da semana, o Paraná havia colhido 2 por cento da safra de milho da segunda safra. Pouco menos de um terço da safra foi avaliada pelo Deral como em "boa" condição, enquanto cerca de metade foi vista como "média" e o restante, "ruim".

TRIGO: O Deral, por outro lado, elevou a previsão da safra de trigo do Estado, maior produtor brasileiro do cereal, para 3,36 milhões de toneladas, ante 3,30 milhões na pesquisa de maio. Segundo o Deral, mais de 80 por cento das lavouras de trigo estão em boas condições.

Se as condições seguirem favoráveis até a colheita, o Estado poderia registrar um aumento de 50 por cento na safra de trigo, ante uma produção quebrada por problemas climáticos no ano passado. Em 2018, no entanto, a área plantada com trigo deve aumentar 9 por cento, para pouco mais de 1 milhão de hectares.

Até o início da semana, 93 por cento da safra havia sido plantada, segundo o Deral.

#previsão #queda #volume #safra #milho

Fonte: Reuters. Por: Roberto Samora; edição de José Roberto Gomes. / Link: https://www.agron.com.br/publicacoes/noticias/agricultura-e-pecuaria/2018/06/28/057045/reducao-da-previsao-da-safra-de-milho-do-parana.html

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