Animais à Venda

Raça: Gir - PO (Registradas)

Pedigree: Filhos Jaguar, Teatro, Sansão e Fardo

Idade: 3 ano à completar

Localidade: Fazenda a 40km de Goiânia

Preço:R$ 5.500,00 mil cada

Vende-se novilhas prenhes outras vazias, filhas de vacas muito boas de produção, pais provados, todas proveniente de FIV.

Interessados para agendamento: (62) 9-8100.7914 whatsApp / 9-98029870 - Email: tropicalzebu@gmail.com

Obs: Frete por conta do comprador

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Raça: Gir Leitor - PO (Registrados)

Pedigree: Teatro, Sansão, Fardo

Idade: 24 meses / 30 meses / 48 meses

Localidade: Próximo de Goiânia - 50km

Preço:R$ 4.800,00 reais por cabeça

Temos mais de 30 garrotes e tourinhos gir leiteiro a venda, muitos tem registros, outros somente comunicados, tudo puro, gir leiteiro, filhos de sãnsão, jaguar, fardo mutum, teatro. Mães com produção de 15 a 18kg dia, todos registrados, vermifugados

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Raça: Gir - PO

Pedigree: Filhas de Fiança da São José e Filha da Áustria da São José

Idade: 40 meses

Localidade: Fazenda a 160 km de Goiânia

Preço do Lote:R$ 16.000,00 mil reais

Vende-se neste lote duplo, duas novilhas primíparas, prenhes de gir leiteiro, uma é filha da doadora Fiança da São José, com 7.000kg de leite oficial pela ABCZ, a outra é a filha da Áustria da São José, todas duas filhas de mães doadoras de muito leite.

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Raça: Gir - PO (Registrado - RGD CHQ11)

Pedigree: Filho simplesmente do Rei Sansão x Vaca Jor de muita produtividade, pronto para cobrir.

Idade: 40 meses

Localidade: Fazenda a 120km de Goiânia

Preço:R$ 6.000,00 mil reais

Já possui RGD - Definitivo. Temos outros.

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Raça: Holandês - Garrotes e tourinhos, venda permanente, com 18 , 24 meses, temos venda permanente de tourinhos e garrotes registrados, com andrológico, mães com produção de 30kg de leite.

Pedigree:Diversos

Idade:18,24 meses

Localidade: 70Km de Goiânia

Preço do animal:R$ 5.500,00 mil (cinco mil e quinhentos reais)

Possui Registros e Andrológico

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Raça: Gir leiteiro - Venda permanente de bezerras gir leiteiro, todas registradas, filhas de mães de muita produção, todas a pasta, filhas de diversos pedrigres.

Pedigree:Diversos

Idade: A completar 12 meses, desmamadas, outros já com 14 meses

Localidade: 120Km de Goiânia e outra fazenda a 60km de Goiânia-GO

Preço de cada animal: R$ 4.000,00 (Quatro mil reais)

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Lote

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Raça: Gir - PO (Registrado - RGD - CH1)

Pedigree: Tourinho com 48 meses, filho de Kalika Vila Rica em Vaca Sansão com produção de 15kg de leite, já com registro definitivo, ótimo libido, tourinho pronto para cobrir a vacada e melhorar sua genética do rebanho.

Idade: 48 meses

Localidade: Fazenda a 70km de Goiânia

Preço:R$ 5.050,00 mil reais

Já possui RGD - Definitivo. Temos outros.

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Venda de qualquer quantidade, são 21 fêmeas senepol puro sangue prestes a parir, produtos de transferência de embriões, animais de genética, rusticidade e peso. Animais não possui registro mas tem genética superior, ótima opção de venda de aspirações. Preço especial. Animais próximo de Goiânia, 70 km da capital

Preço: R$ 7.000,00 reais cada

São 11 tourinhos senepol puro sangue, idade entre 24 a 28 meses, todos sem registro, mas são produtos de transferência de embriões, pais de muita qualidade e genética. Animais a 70 km de Goiânia Go. Você que procura fazer cruzamento industrial em busca de peso, precocidade e rusticidade, o tourinho senepol atende bem, pois tem libido extraordinário que coloca ele a frente do próprio angus. preço especial. ligar para agendar

Preço: 5.500,00 reais

Vendemos qualquer quantidade

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Diz o ditado que a união faz a força. O produtor Elair Bachi, criador da raça Indubrasil no município de Paim Filho (RS) pode atestar a veracidade do dito popular. Diante de grandes dificuldades financeiras que ameaçaram a sua presença como expositor na Expointer 2017, realizada de 26 de agosto a 03 de setembro em Esteio (RS), Elair encontrou no apoio da Secretaria de Agricultura e da Prefeitura de Paim Filho a salvação para que pela 7ª vez consecutiva pudesse estar presente com seus exemplares na maior exposição agropecuária da América Latina. Embora o Indubrasil Elair Bachi conte com a ajuda de algumas marcas conhecidas do agronegócio, o apoio financeiro vindo da secretaria de agricultura por meio do secretário Gleisson Bessegato e da prefeitura através do prefeito Ediomar Brezolin, para a viabilização do frete dos animais foi determinante. “Só tenho a agradecer pelo que eles fizeram por nosso projeto. Além de estarem presente em nosso evento prévio à Expointer em nossa sede, nos proporcionaram um substancial apoio financeiro e institucional que viabilizaram nossa participação no evento” descreve Elair. Segundo o criador, tanto o prefeito quanto o secretário inclusive visitaram o corredor do Indubrasil onde os animais estavam expostos no pavilhão de bovinos de corte do parque de exposições Assis Brasil (foto).

O secretário da agricultura, Gleisson Bessegato, afirma que o trabalho desenvolvido por Elair è um orgulho para o município. “Para nós foi muito importante a participação dele em Esteio e nas demais feiras que ele participará” revelou. “O apoio do secretário da agricultura, secretário de obras e do prefeito foi muito além da Expointer. Tivemos a felicidade contar com a assistência deles durante o ano na propriedade, o que demonstra que eles estão atentos à grandeza do nosso projeto e da relevância da Expointer como vitrine internacional do agronegócio” explica Elair, que durante a exposição chegou a receber uma comitiva mexicana de criadores interessados na genética do Indubrasil produzido por aqui. “Foi uma contribuição e uma parceria importantíssima, pois foi a melhor Expointer que participei até hoje em todos os sentidos” enfatiza o criador, que comemora a comercialização de animais Indubrasil para três novos criadores.

Elair Bachi começou a participar da Expointer em 2011, quando trouxe a raça Indubrasil de volta à exposição após 20 anos de ausência. Apaixonado pela raça, o criador também foi o responsável pelo restabelecimento do registro genealógico da raça no Rio Grande do Sul e desenvolve sua seleção juntamente com sua família nas Fazendas Fiorindo e Elair no município de Paim Filho. Atualmente ele também integra a diretoria da Associação Brasileira de Criadores de Indubrasil (ABCI) que tem sede em Uberaba (MG). Na Expointer 2017 a seleção de Elair Bachi conquistou o reservado de grande campeonato entre os machos, com o touro “Caio da Natureza”, disputando com outros quatro expositores da raça.

A Associação dos Criadores Gaúchos de Zebu (ACGZ) agradece à Secretaria de Agricultura, Secretaria de Obras e a Prefeitura Municipal de Paim Filho por todo suporte e apoio concedido ao criador Elair Bachi na viabilização de sua participação na Expointer.

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Guzerá

Origem

A história do Kankrej, ou Guzerá, perde-se na origem da humanidade, tendo sido encontrados selos impressos em cerâmica e em terracota nos sítios arqueológicos de Mohenjo-Daro e Harappa, na Índia e Paquistão; e sua imagem em peças diversas nas regiões da antiga Assíria e Mesopotâmia. O museu de Bagdá, no Iraque, apresenta muitas peças e artefatos de ouro com a imagem do touro Guzerá, exatamente como ele é hoje. Tudo indica que o Kankrej era personagem importante nas pelejas, nos transportes e nas caçadas da antiga Mesopotâmia. Olver (1938 e Joshi & Phillips (1954) concordam que o Guzerá já estava no vale do Indo, quando as últimas tribos de arianos invadiram a Índia, por volta de 1.500 a.C. Hoje, a efígie do Guzerá é distintivo do próprio Ministério de Agricultura da Índia e é apontada como sendo "melhoradora das demais raças".

Histórico

O hábitat do Guzerá é a região predesértica de kutch, em Gujarat, seqüenciado ao norte pelo deserto de Thar e pelo deserto de Sind. No Brasil, o Guzerá está espalhado por várias regiões mas é notória sua presença na região nordestina, onde foi a única raça que sobreviveu, produtivamente, durante os cinco anos consecutivos de seca (1978-1983), além de ter enfrentado também outras secas históricas (1945, 1952, etc). Também é muito criada no Rio de Janeiro - onde constituiu o primeiro núcleo de Zebu no país - em Minas Gerais, São Paulo e Goiás, e vem se expandindo para todas as regiões, com notáveis resultados.

Fonte: ACGB - Associação dos Criadores de Guzerá do Brasil. http://www.guzera.org.br/novo/?tela,7

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Cangaian

História: Foi formada na região de Temil-Nadu, no sul da Índia. Lá é raça especializada em transportes leves, trabalhando até 10 horas por dia. É uma raça visivelmente antilopogínea, ao lado do Hallikar e do Khillari. Todas são muito rústicas e de menos aptidão leiteira.

Funcionalidade: O cangaian apresenta uma conformação elogiável de carcaça, com excelente distribuição da musculatura, mas é de pequeno porte, poderá vir a ter boa utilidade, em cruzamentos, devido a essa boa conformação, aliada a notável rusticidade e a segregação milenar de seu patrimônio genético.

As vacas são pequenas e pesam cerca de 320 e 420kg e os machos pesam entre 480 e 600kg. A resistência da raça é algo notável.

No Brasil: Foi trazida para o Brasil nas importações de 1962/1963. O registro genealógico foi fundado em 1988. O primeiro macho a ser registrado foi “Chumar” se Sérgio Jacinto Costa; A primeira fêmea foi “Dandaka”, também do mesmo criador. A raça vem sendo mantida por apenas poucos criadores em registro genealógico pela Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ).

Fonte: http://www.acgz.com.br/secao_racas.php?pagina=8

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Origem

Em 1915, começou a seleção de Brahman, quando W. J. Hudgins comprou 40 fêmeas aneloradas descendentes de animais importados da Índia. 0 grande impulso, no entanto, aconteceu quando os Estados Unidos realizaram duas importações de Zebu do Brasil, em 1923 e 1924. O objetivo fundamental de seus formadores era criar uma raça que pudesse agüentar calor, umidade, insetos, parasitas e doenças típicas do Golfo do México na penúltima virada de século. Esses pioneiros eram criadores que gostavam das características das raças inglesas (Angus, Hereford e Shorthorn) como produtoras de carne, mas não podiam fazer com que elas tivessem sucesso e prevalecessem na inóspita região subtropical do Sul dos Estados Unidos. Nos Estados Unidos, o gado de origem indiana recebe o nome de Brahman.

Surgiu do cruzamento das raças Nelore, Guzerá, Gir, Valley e Sindi. A despreocupação do criador americano em relação à raça, visando uma melhor seleção econômica, levou o gado Brahman a ser uma mescla de raças indianas altamente produtivas; hoje encontram-se rebanhos que cobrem extensas áreas do sul dos EUA, onde predominam o calor e terras úmidas. Com raízes no próprio Brasil, a raça - que apresenta dois tipos de pelagem: branca e vermelha - conta agora com mais de 100 anos de desenvolvimento, com tecnologia genética voltada para produtividade, e aprimorada nos Estados Unidos. Principais características: o Brahman é considerado de tamanho intermediário entre as raças de corte. Os touros pesam, geralmente, de 720 a 990 quilos, e as vacas de 450 a 630 quilos, em média. Os bezerros são pequenos no nascimento, pesando de 30 a 40 quilos, mas crescem muito rapidamente.

Histórico

É um gado exclusivamente dedicado à produção de carne, apropriado para cruzamentos com as raças européias. As raças Santa Gertrudis, Braford e Brangus originaram-se desses cruzamentos. O Brahman é considerado de tamanho intermediário entre as raças de corte. Os touros pesam geralmente de 720 a 990 quilos e as vacas de 450 a 630 quilos. Os bezerros são pequenos no nascimento, pesando de 30 a 40 quilos. As cores predominantes no Brahman têm tonalidades cinza claro, vermelho e preto.

Tolerância ao calor e a temperaturas baixas: A capacidade do Brahman de tolerar altas temperaturas faz dele o animal de corte ideal para as áreas quentes e úmidas, principalmente por possuir pêlo curto, grosso e sedoso que reflete os raios de sol. A pele é solta com pigmentação escura o que contribui para sua tolerância ao calor. No frio, sua pele se contrai, aumentando a grossura de pele e a densidade do pêlo, que fica longo e tosco com uma pelagem inferior densa. Isto pode ser observado tanto em seu país de origem, Estados Unidos, quanto na Argentina e também no Brasil, através dos plantéis do Rio Grande do Sul, onde a raça mostra extrema adaptabilidade e eficiência a campo.

Resistência a insetos: Sua cor clara atrai pouco os insetos e a pelagem curta e grossa impede a penetração dos mesmos.

Facilidade de parto: O bezerro Brahman pesa, em média 27 a 29 kg ao nascer, o que descartam as possibilidades de problemas no parto. Mas contribuem também o fato de a vaca possuir a grande área pélvica, bem como a cabeça e ombro do bezerro não serem desproporcionalmente grandes ao nascer, o mesmo acontece com as fêmeas F1 híbridas do Brahman.

Desempenho reprodutivo: Uma marca da adaptação ambiental do Brahman está na sua capacidade de reproduzir-se regularmente - as vacas parirem um bezerro com bom potencial de crescimento todos os anos e os touros montarem um número normal de vacas numa determinada época, isto devido à alta tolerância do Brahman a temperaturas altas onde acontecem a maioria das estações de monta.

Resistência a doenças: Esta característica está estreitamente associada à sua capacidade de tolerar temperaturas altas. Por possuírem pigmentação escura ao redor dos olhos, praticamente não padecem de câncer do olho.

Características: O Brahman tem sido muito usado no Brasil para a realização de cruzamento industrial com as diversas raças existentes e tem mostrado sua grande importância, pois os principais países que concorrem com o Brasil nas exportações de carne usam como base o gado Brahman. O melhor exemplo é a Austrália, o 2º maior exportador de carne mundial, onde 70% do seu rebanho de corte tem grau de sangue da raça. Os Estados Unidos, Colômbia e México também tem importantes rebanhos de corte com base no Brahman.
 

Cruzamentos para carne: Cruzado com taurinos, tauríndicos e outros zebuínos o Brahman evidencia muito mais que rusticidade. Coopera muito na genética de ganho em peso e na qualidade de carne. Vários touros que têm os seus marcadores moleculares conhecidos são referências para obtermos cruzados que são abatidos cedo e com bons resultados de rendimento e qualidade de carcaça. A cruza Brahman é tão boa na engorda como na reprodução. Muitas experiências mostrando machos meio sangue Brahman/Nelore com média de 252 quilos e as fêmeas com 235 quilos. Na F1 com Angus, os machos são desmamados com 268 quilos e as fêmeas com 251 quilos. Os machos confinados são abatidos aos 24 meses e com média de 545 quilos. Já o gado engordado exclusivamente a pasto é abatido aos 30 meses com 530 quilos. Ambos com ótima cobertura de carcaça. As fêmeas iniciam-se na reprodução aos 20 meses (400 quilos). O primeiro parto se dá por volta dos 30 meses e são evidentes: habilidade materna, docilidade, rusticidade. Isto é tudo que se deseja numa boa matriz e também numa receptora. A cruzada de Brahman é uma ótima receptora.

Formador de raças: O cruzamento entre Brahman e o gado taurino, é uma prática amplamente utilizada em diversos países como Austrália, Argentina e Estados Unidos. Neste último país, foram formadas diversas raças sintéticas a partir do cruzamento com Brahman, como o Brangus (Com Angus), o Braford (Com Hereford), o Santa Gertrudis (Com Shorthorn), o Bravon (Com Devon), o Brahmousin (Com o Limousin), o Charbray (Com o Charolês) e o Simbrah (Com o Simental).

Cruzamentos para leite: 4.000 quilos de leite numa lactação de 305 dias já é dado oficial de lactação de Brahman em controle da ABCZ. É compensadora também a utilização da raça por pequenos produtores de leite que usam os touros Brahman nas suas vacas ou as inseminam com eles. O bezerro nasce com mais agilidade, crescem mais sadios e com a venda de machos e fêmeas conseguem buscar reposição com menor custo. Já compram fêmea em lactação para a reposição com a venda de menos de quatro bezerros desmamados. No Brasil, já estão fazendo o que em outros países já é costumeiro, a cruza da Brahman com a Holandesa, um tipo (Brahmolando) muito produtivo para leite em criação extensiva. A recordista mundial de produção de leite é uma Brahmolando chamada Ubre Blanca. Produziu mais de 24 mil quilos numa lactação de 305 dias.

Fonte e adaptação Adm. Tropicalzebu: Associação dos Criadores de Brahman do Brasil - Site: http://www.acgz.com.br/secao_zebu.php?pagina=4

Grande Campeão Nacional Brahman da ExpoZebu 2017 é eleito melhor touro do mundo

O touro brasileiro CABR Mussambe, Grande Campeão Nacional Brahman da ExpoZebu 2017

*com informações do site: http://www.cbagropastoril.com.br

O touro brasileiro CABR Mussambe, Grande Campeão Nacional Brahman da ExpoZebu 2017, recebeu ontem (16) o título de “Melhor Touro Brahman do Mundo” em Fort Worth, Texas, Estados Unidos.

CABR Mussambe 2264 pertence à Casa Branca Agropastoril, propriedade de Paulo Marques, Wilson Roberto Rodrigues e Paulo Scatolin. 

“Mussambe é o que chamamos de touro completo. Para muitos especialistas, trata-se do melhor macho já produzido pela Casa Branca. Para competir ao título de Melhor Touro Brahman do Mundo, ele foi escolhido, por unanimidade, como o melhor da raça na América do Sul”, informa Paulo de Castro Marques, proprietário da Casa Branca.
Com 3 anos, o touro possui carcaça impecável, musculatura exuberante e aprumos perfeitos. Mussambe é filho de JDH Wellington, descendente do patriarca Manso. Também é filho de Dhifalla, Grande Campeã da Expozebu e neto de Glória, a matriz mais Brahman mais vitoriosa da pecuária brasileira. 
O animal é resultado da parceria entre a Casa Branca e a JD Hudgins, dos Estados Unidos. O rancho é reconhecido como um dos melhores e maiores criadores e promotores da raça em todo o mundo.

 

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Tabapuã

História: O Tabapuã é uma raça zebuína brasileira fruto de cruzamentos entre o gado mocho nacional e animais de origem indiana (como Nelore e Guzerá). Foi na década de 40, no município de Tabapuã (SP), que a raça assumiu as características que perduram até hoje. Mas sua história começa em 1907 na região de Leopoldo de Bulhões, no estado de Goiás. O fazendeiro José Gomes Louza se interessou pelos reprodutores zebus e importou alguns animais da Índia. Os irmãos Saliviano e Gabriel Guimarães, de Planaltina, adquiriram três desses touros e iniciaram cruzamentos com o gado mocho de seu próprio rebanho. Dali surgiram os primeiros zebuínos mochos no Brasil. Em 1912, vários desses animais já eram expostos na Feira da Cidade de Goiás.

Já na década de 30, Lourival Louza, neto de José Gomes, se dedicou ao cruzamento desses animais com o Nelore e deu origem ao gado anelorado mocho ou baio mocho, como ficou conhecido. O sangue do Guzerá e do Gir foram introduzidos mais tarde e também fazem parte da formação do Tabapuã. Por muitos anos, o Tabapuã era chamado apenas de “zebu mocho” e posteriormente “Mocho Tabapuã”. Nos anos 40 o gado mocho começou a se espalhar por outras regiões. Júlio do Valle, proprietário da Fazenda São José dos Dourados, levou alguns desses animais de Goiás para São Paulo e presenteou o amigo Alberto Ortenblad, da Fazenda Água Milagrosa, com um garrote zebuíno mocho, chamado de T-0.

Com interesse em desenvolver bovinos com melhores qualidades, a família Ortenblad criou em 1943 um planejamento zootécnico elaborado. Cem matrizes Nelore foram separadas para as experiências com o touro T-0, como foi chamado o garrote mestiço. Os trabalhos e resultados foram registrados em detalhes. Foi a partir desses cruzamentos que a coloração branco-acinzentada do Nelore predominou nos animais, que permaneceram sem chifres como o gado mocho.

Os bons resultados chamaram a atenção do mercado nos anos seguintes. Em 1970, o Ministério da Agricultura recomendou que o Tabapuã fosse incluído entre as raças zebuínas, ainda como “tipo”. A Associação Brasileira de Criadores de Zebu (ABCZ), então, foi encarregada de realizar o registro genealógico da espécie. Em dez anos, o Tabapuã precisaria mostrar através de análises e provas as características que o diferenciavam de outros zebuínos. O nome da raça se deve a localização da Fazenda Água Milagrosa, em Tabapuã/SP.

Entre 1970 e 1980, o Tabapuã ganhou 80% das pesagens de que participou e em 1981 foi definitivamente reconhecido como raça. O terceiro neozebuíno a ser formado no mundo, depois do Brahman e do Indubrasil. Por ser o primeiro entre esses a surgir a partir de um planejamento específico, o Tabapuã é considerado a maior conquista da zootecnia brasileira dos últimos cem anos.

Características: As vantagens do Tabapuã para reprodução se destacam entre os zebuínos. Com pouca idade no primeiro parto, as matrizes apresentam alto índice de fertilidade e a habilidade materna da raça garante bom desenvolvimento para os bezerros. Entre os 14 e 16 meses, as fêmeas atingem em média 25% de fertilidade. Entre os 16 e 18 meses, 50% e entre 18 e 20 meses, mais de 60%. Algumas fazendas já registram 95% de sucessos em inseminação artificial. As matrizes Tabapuã também apresentam boa produção de leite. Essa característica faz com que os bezerros da raça tenham desempenho superior a outros zebuínos da mesma idade. Aos 120 dias, por exemplo, eles chegam a 118 Kg em média e na desmama já estão com 200 Kg. A idade do primeiro parto e o intervalo entre os partos seguintes são a base do índice de natalidade. Bons resultados nesse campo significam maior lucro para o produtor. Nesse quesito, o Tabapuã comprova seu valor todos os anos nas feiras e exposições de que participa.

Facilidade de manejo: A docilidade é uma das características mais prezadas pelos criadores. Sem chifres, a raça é mansa e por isso não se estressa ou perde peso durante vacinações, pesagens e transporte. O Tabapuã também não se envolve em brigas e lida melhor com alimentação no cocho. Por isso, aceita com facilidade o confinamento. Todas essas características se unem à rusticidade e resistência da raça e formam o gado ideal, que dá menos trabalho e mais resultado para o pecuarista.

Precocidade: Os animais são campeões de peso já aos 205 dias e mantêm essa vantagem ao longo do seu desenvolvimento. Em média, os bois chegam à fase de abate aos 30 meses. Essa é uma característica própria da raça. Seja no pasto ou em confinamento, os animais têm bom ganho de peso e demonstram acabamento de carcaça exemplar. A precocidade do gado é um fator valioso e o Tabapuã mostra suas vantagens na balança.

Cruzamento: A taxa de inbreeding elevada dá ao Tabapuã a habilidade de extinguir defeitos e perpetuar qualidades. Por isso, sua utilização em cruzamentos com outras raças tem crescido vertiginosamente. Seja em gado de leite ou de corte, as melhorias que o Tabapuã pode trazer ao rebanho são de interesse de muitos criadores. Experiências como o Tabolando, vindo da cruza com o gado holandês e voltado para a produção leiteira. Animais mais fortes, dóceis e com melhor desempenho são o objetivo dessas iniciativas, que têm sucesso confirmado.

No Sul: A raça também tem sido utilizada para melhoria do gado europeu. Entre os zebus, é uma das que melhores se adaptam à região sul do país. Por isso, tem participação importante em experimentos com o Hereford, por exemplo. O sangue do Tabapuã tem reduzido a mortalidade e aumentado a longevidade dos rebanhos gaúchos. Ou seja, tem gerado mais lucratividade para o produtor.

Fonte: http://www.acgz.com.br/secao_racas.php?pagina=3

Fonte: Comunicação Interna - Adaptada ao Site oficial http://www.aguamilagrosa.com.br

livrosFazenda Água Milagrosa, é destaque na Expozebu 2018 com lançamento de livro sobre a raça tabapuã.

O Grupo Junqueira Rodas, por meio da Fazenda Água Milagrosa, fará lançamento do livro “Tabapuã, a história da raça genuinamente brasileira”, que traz toda a história da origem da raça Tabapuã no Brasil. O lançamento do livro será durante a 84a edição da maior feira das raças zebuínas da América Latina, Expozebu, em Uberaba/Minas Gerais-Brasil. O Grupo Junqueira Rodas é o detentor do berço da raça Tabapuã, com investimentos em genética desde de 2009, a propriedade possuim matrizes com elevados índices de habilidade materna, fêmeas jovens que com 18 meses já apresentam 60% de fertilidade. Foram investidos R$ 2.218.000, desde 2009, na criação das 1.300 cabeças destinadas ao melhoramento genético.

O excelente tratamento dado aos animais e as vantagens da raça, fazem com que o Tabapuã do Grupo Junqueira Rodas conquiste inúmeros prêmios. Na Fazenda Água Milagrosa está localizada a maior sala de troféus do país, são 157 estatuetas conquistas pelo Tabapuã em diferentes julgamentos.

Instituição: O Grupo Junqueira Rodas, é uma das maiores empresas do agronegócio brasileiro. Com cuidado familiar, inovação, sustentabilidade e muita dedicação, produzimos laranja, cana-de-açúcar e somos precursores em genética de gado Tabapuã.

O Grupo Junqueira Rodas acredita na força do agronegócio familiar para levar desenvolvimento ao setor e qualidade para alimentar os brasileiros. Afinal, o alimento das famílias precisa ter a mesma qualidade dos momentos que se passam juntos.

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A fazenda fica Município de Tabapuã, estado de São Paulo, Brasil.
O endereço para correspondência é:
Caixa Postal nº 23
CEP: 15880-000 Tabapuã/SP.
Telefone: PABX 0xx (17) 35621711
FAX: 0xx (17) 3562-1499
E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Visite também o site: http://www.aguamilagrosa.com.br/

         

 

 

 

Dia de Campo Tabapuã reúne pecuaristas e especialistas de 14 países no interior de São Paulo
Evento, realizado na Fazenda Água Milagrosa, integrava a programação do 2nd International Beef Symposium
 
Tabapuã, 04 de abril de 2019 - Cerca de 250 pecuaristas, zootecnistas, produtores rurais e veterinários de 14 países, entres eles Brasil, Estados Unidos, Austrália e México, participaram nesta semana do Dia de Campo Tabapuã, realizado na Fazenda Água Milagrosa, pertencente ao Grupo Junqueira Rodas. A ação integrou a programação da segunda edição do International Beef Symposium (2º Simpósio Internacional de Carne), um dos mais importantes eventos pecuários do calendário mundial.

Com início em 31/03, em Ribeirão Preto, o simpósio, promovido pela Bayer, em parceria com a Scot Consultoria, reuniu produtores e pecuaristas do mundo todo para conhecer as novidades do mercado de carne bovina, sanidade animal, manejo e perspectivas do setor. Na Água Milagrosa, o grupo pode vivenciar na prática como é o berço de uma raça, origem e desenvolvimento, principais características, produção e tratamento.

O evento contou com abertura feita pela CEO do Grupo Junqueira Rodas, Sarita Junqueira Rodas, e palestra técnica com o zootecnista e gerente de pecuária da Água Milagrosa, Paulo Henrique Camargo, que falou sobre as características e percentuais de produtividade da raça Tabapuã, a única zebu considerada genuinamente brasileira.

“Esse simpósio foi uma oportunidade perfeita para troca de experiências em que podemos demostrar nossa expertise na raça Tabapuã e também aprender sobre pecuária em outras partes do mundo, sem contar as novidades trazidas pela Bayer e Scot que nos propiciaram reforçar conhecimentos na área”, afirma a CEO, Sarita Junqueira Rodas.

Simpósio: Em sua segunda edição, o 2nd International Beef Symposium teve ainda palestras de profissionais renomados como Daniel Boer, diretor de proteínas, na América Latina, do McDonald’s, a mexicana Marcela Valadez Noriega, especialista em transporte e bem-estar animal e Pietro Baruselli, professor e especialista da USP em inseminação artificial, entre outros.

Divididos em grupos, os participantes puderam aprender, tanto na teoria como na prática, técnicas de manejo do gado como novidades em inseminação artificial de bovinos. Também foi demonstrado pela Sheep Embryo as últimas novidades em reprodução como a ultrassonografia doppler colorida, que foi demostrada em vacas da raça Tabapuã, durante o evento.

César Eduardo Aguirre Limón, gerente de compras da SuKarne, no México, foi um dos participantes que aprovaram o evento e se interessaram pelo gado da raça Tabapuã. “É uma raça que pode garantir alta produtividade ao pecuarista e que se adapta fácil em qualquer região”, afirmou.

Em outros painéis temáticos, também foram apresentadas novidades sobre controle de parasitologias, sustentabilidade, inovação digital e bem-estar animal. Umas das vivências realizadas foi a visita ao interior de um caminhão utilizado para transporte de animais, a fim de propiciar a experiência de como se sente o gado durante o transporte. A prática, promovida pela Bayer, visava conscientizar produtores sobre a importância do bem-estar animal relacionado à produtividade no campo.

Para Gilberto Camargo, gerente de Gado de Corte para América Latina da Bayer, o evento serviu para demonstrar a especialistas do mundo todo o alto padrão da pecuária brasileira.

“Estar no berço de uma das raças zebuínas mais importantes de gado de corte, que é o Tabapuã, nos permitiu mostrar aos maiores especialistas de todo o mundo o alto nível tecnológico da produção brasileira. Para nós, da Bayer, é um prazer ter o Grupo Junqueira Rodas como um grande parceiro, pois compartilhamos de valores como o bem-estar animal e o foco em inovação. Tenho a certeza que todos saíram impressionados do nosso dia de campo e levarão muitos novos conhecimentos para seus países”, disse.

O rebanho Tabapuã, segundo dados da Associação Brasileira de Criadores de Zebu, a ABCZ, é um dos que mais cresceram na última década, mais de 50%. São mais de 420 mil animais registrados em todo o País e uma das raças mais rentáveis, garantindo ótima produtividade para os produtores.

Grupo Junqueira Rodas: Fundado em 1968, o Grupo Junqueira Rodas, é hoje considerado referência em produção de laranja de qualidade, cana-de-açúcar e criação de gado da raça Tabapuã. Nossas unidades estão distribuídas no Estado de São Paulo, nos municípios de Adolfo, Bebedouro, Colina, Guaraci, Monte Azul Paulista, Ubarana, Tabapuã, Santa Rita do Passa Quatro e uma no Mato Grosso do Sul, em Naviraí. Toda a irrigação de nossos pomares é baseada em princípios de sustentabilidade e tecnologia de última geração para economia de água e energia elétrica. Temos como valor a preservação do meio ambiente e a qualidade de nossos produtos. Por isso, mantemos um rígido controle de todas as substâncias usadas em nossas plantações, sempre focando na análise técnica de solo e folhas. Garantindo alimentos saudáveis e seguros!
Fonte: Comunic Comunicação Estratégica/ Andrea Inocente


 

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Nelore Mocho

Origem

O registro genealógico do Nelore Mocho foi criado no ano de 1961, estabelecendo os padrões a serem seguidos pelos animais desta raça no Brasil. Assim como na raça Nelore, o Nelore Mocho se caracteriza, de um modo geral, por animais de porte médio a grande, de pelagem branca, cinza ou manchada de cinza. O sêmen Nelore Mocho é um dos mais procurados no país. No Brasil De um modo geral, os zebuínos mochos tiveram origem no Estado de Goiás. O Nelore Mocho começou a ganhar destaque na década de 1940, embora rebanhos desta raça fossem encontrados em Goiás, Mato Grosso e São Paulo antes mesmo desta data. Uma das primeiras linhagens do Nelore Mocho foi a da fazenda São Vicente.

O proprietário e selecionador Francisco Lourenço Cintra resolveu aproveitar um bezerro Nelore, mocho, nascido na fazenda, como futuro reprodutor. Cintra colocou o tourinho em alguns lotes de vacas Nelore puras formando um novo plantel de animais mochos. Outra linhagem que marca o início do Nelore Mocho no Brasil foi o da Fazenda Indiana. O Zootecnista e selecionador Durval Garcia de Menezes obteve alguns touros mochos vindos da Fazenda Experimental de Criação de Sertãozinho e os colocou em lotes de vacas Nelore puras da Fazenda Indiana, dando início à criação. O mesmo caminho fez o agrônomo e pecuarista Francisco Jacinto da Silveira, obtendo tourinhos da propriedade do criador Ovídio Mirando Brito, em Araçatuba, e colocando entre a vacada Nelore pura da fazenda Vista Bonita, em Sandovalina, próxima a Presidente Prudente. O Nelore Mocho possui as mesmas características da raça Nelore, ou seja, são animais rústicos, resistentes a ectoparasitas e pelagem ideal para as condições tropicais.

Os touros apresentam elevada longevidade reprodutiva e masculinidade acentuada. Já as fêmeas apresentam elevado índice de fertilidade e excelente habilidade materna, uma característica muito importante em sistemas de criação a pasto. O Nelore Mocho, no entanto, possui uma característica que pode ser apontada como um importante atributo da raça: a ausência de cornos. As vantagens da ausência de chifres são perfeitamente conhecidas por aqueles que lidam com o gado. Chifres podem oferecer perigos, seja pela agressão a indivíduos da mesma espécie, seja em relação ao próprio homem. A ausência de chifres em rebanhos de animais chifrudos pode ser explicado pela ocorrência de uma mutação ocorrida ao longo da evolução.

Histórico

A genética explica o mecanismo da transmissão hereditária, tanto do caráter presença de chifres quanto do caráter mocho. O caráter mocho é dominante em relação ao caráter chifre. Deste modo, quando se acasala um touro ou uma vaca mocha com um animal cornudo, os bezerros serão, em sua maioria, mochos. Haverá ainda animais com tocos de chifres, botões ou redemoinhos, além de uma minoria de animais ainda chifrudos, de acordo com as leis de Mendell, o estudioso que sedimentou os princípios da Genética. Nas últimas décadas foram sendo desenvolvidas nas raças de corte linhagens mochas. Estas novas linhagens, como o Nelore Mocho, criaram seu próprio registro genealógico. O registro genealógico do Nelore Mocho foi criado no ano de 1961, estabelecendo os padrões a serem seguidos pelos animais desta raça no Brasil.

Assim como na raça Nelore, o Nelore Mocho se caracteriza, de um modo geral, por animais de porte médio a grande, de pelagem branca, cinza ou manchada de cinza. Podem ser encontrados ainda animais de pelagem vermelha, amarela e preta, além de suas combinações com o branco, formando as pelagens malhadas ou pintadas de vermelho, amarelo ou preto. A cabeça tem formato de ataúde, quando vista de frente. O chanfro é reto, largo e proporcional nos machos. Nas fêmeas, é estreito e delicado.

O focinho é preto e largo, com as narinas dilatadas e bem afastadas. Os olhos são elípticos, pretos e vivos. As orelhas são curtas, com boa simetria entre as bordas superior e inferior. A face interna das orelhas é voltada para frente. No Nelore Mocho é permitida a ocorrência de “calo” – um sinal provocado pelo espessamento da pele, sem pêlos e sem protuberância córnea – ou “batuque” – um chifre rudimentar (botão). Ambos são observados na região onde naturalmente se encontrariam os chifres. Os machos apresentam musculatura compacta e bem desenvolvida. O pescoço é musculoso e se implanta harmonicamente ao tronco. As fêmeas apresentam o pescoço menos desenvolvido, mais delicado. O úbere deve possuir volume pequeno e o formato das tetas deve facilitar a amamentação dos bezerros.

Fonte:http://www.apoiogenetica.com.br/blog/apoio-genetica/nelore-mocho/

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