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A correção foi provocada sobretudo pelo melhor cenário traçado para a safra de inverno de milho, cujo volume passou a ser projetado em 68,14 milhões de toneladas, 2,3% acima do estimado em março

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) elevou sua estimativa para a colheita brasileira de grãos e fibras nesta safra 2018/19 para 235,3 milhões de toneladas, 0,9% mais que o previsto em março e volume 3,4% superior ao calculado para o ciclo 2017/18 - se confirmado, será o segundo maior da história.

A correção foi provocada sobretudo pelo melhor cenário traçado para a safra de inverno de milho, cujo volume passou a ser projetado em 68,14 milhões de toneladas, 2,3% acima do estimado em março e 26,4% maior que o da safrinha passada, que foi castigada por problemas climáticos. Para a soja, carro-chefe do agronegócio no país, houve um ajuste para cima de 0,3%, para 113,82 milhões de toneladas, ainda 4,6% abaixo do total de 2017/18.

Conforme Carlos Alfredo Guedes, gerente do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que ontem também divulgou suas novas previsões para a safra - com correções na mesma linha da Conab -, as chuvas de fevereiro e março contribuíram para a revisão para cima das estimativas para produção da safrinha de milho em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Paraná.

"Como a soja foi plantada cedo, por conta do clima favorável, o grão também foi colhido mais cedo e aumentou a janela para o plantio seguinte, do milho 2ª safra. Por isso, essa safrinha de milho será 10 milhões de toneladas superior à de 2018", disse. Com isso, o IBGE passou a projetar a colheita total de grãos do país neste ano em 230,1 milhões de toneladas

Em nota, Cleverton Santana, superintendente de Informações do Agronegócio da Conab, destacou migrações de áreas plantadas que acabaram favorecendo o milho. "Enquanto o milho primeira safra perdeu espaço para feijão, cana-de-açúcar e pastagens, o outro [segunda safra] foi favorecido pela antecipação da colheita da soja e pela possibilidade do aproveitamento integral da janela climática, criando a expectativa de bons rendimentos na lavoura".

No caso do milho de verão, a Conab reduziu em 1,3% seu cálculo para a produção, para 25,87 milhões de toneladas. A estimativa para a colheita de algodão em pluma cresceu 2,8%, para 2,65 milhões de toneladas. Para as demais culturas, as mudanças foram pouco expressivas.

Fonte:Avisite

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O presidente vem sendo muito pressionado por deputados da bancada ruralista e por produtores, que planejam reunir 50 mil pessoas em protesto em Brasília

Apesar de a Advocacia-Geral da União (AGU), Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) e Receita Federal apontarem risco de crime de responsabilidade e restrições orçamentárias nas contas do governo, o presidente Jair Bolsonaro decidiu mandar para o Congresso um projeto de lei para anistiar parte das dívidas bilionárias contraídas pelas empresas do agronegócio com o Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (Funrural).

O presidente vem sendo muito pressionado por deputados da bancada ruralista e por produtores, que planejam reunir 50 mil pessoas em protesto em Brasília, no mês que vem, para cobrar seu compromisso de campanha feito com o setor, que o apoiou em peso nas eleições do ano passado.

Na terça-feira, Bolsonaro avisou o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que mandará um novo projeto de lei em regime de urgência sobre o assunto. A conversa se deu durante a marcha dos prefeitos na capital federal, disse Maia ao Valor. Com a urgência, a Câmara terá 45 dias para votar a proposta ou ela passará a impedir a votação de outros projetos em plenário. Uma fonte do alto escalão do governo confirmou a intenção de mandar um novo projeto de lei.

No dia anterior, Maia havia revelado publicamente que Bolsonaro pediu no fim do ano a aprovação do projeto 9.252/2017, do deputado ruralista Jerônimo Goergen (PP-RS), que concede anistia total às dívidas, mas o presidente da Câmara recomendou que o governo aguardasse para ter todos os dados porque o custo giraria em torno de R$ 30 bilhões à época, segundo estimativas da equipe econômica.

"Eu disse: presidente, aguarda o ministro [da Economia] Paulo Guedes assumir e vamos discutir isso no começo do seu governo. O impacto é muito grande", contou, para justificar que o Legislativo terá responsabilidade fiscal.

Também há resistências na equipe econômica. Quando esteve no Ministério da Agricultura em fevereiro para tentar acalmar a ira do setor agropecuário com o fim das tarifas antidumping ao leite em pó europeu, Guedes disse pessoalmente para a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, ser totalmente contra a concessão de perdão das dívidas do Funrural, apurou o Valor.

Tereza sempre se opôs a anistias e foi a principal articuladora da lei que criou um Refis para renegociar os débitos do Funrural, mas que até hoje arrecadou apenas R$ 35 milhões diante da baixa adesão dos produtores - muitos apostaram no perdão das dívidas após o compromisso de campanha de Bolsonaro.

Agora, órgãos técnicos de governo passaram a alertar sobre os riscos de um projeto de anistia ferir a Lei de Responsabilidade Fiscal, que proíbe qualquer renúncia fiscal sem que o governo indique receita equivalente para cobrir o eventual rombo. E recomendam que, caso o Congresso aprove uma proposta nesse sentido, Bolsonaro poderia incorrer em crime de responsabilidade fiscal ao sancioná-la, sob risco de sofrer um impeachment.

Por ordem de Bolsonaro, segundo apurou o Valor, o governo trabalha num projeto para reduzir o impacto orçamentário, calculado hoje pelo governo em R$ 11 bilhões. Uma alternativa em debate é um teto para as dívidas que seriam anistiadas, deixando de fora muitos devedores.

"A Casa terá que ouvir os órgãos técnicos quanto ao impacto orçamentário, mas havendo decisão política de se regulamentar essa cobrança, há um espaço muito grande para se construir um PL e trabalhar essas questões", disse o diretor da AGU Vanir Fridriczewski em audiência pública anteontem sobre o Funrural.

Há outros focos de resistência. O procurador-adjunto da Dívida Ativa da União e FGTS da PGFN, Cristiano Neuenschwander, argumentou na mesma audiência que a atual Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) veda a concessão de qualquer tipo de benefício fiscal em 2019. E o auditor fiscal da Receita Marco Hubner afirmou que a proposta de uma anistia de dívidas do Funrural "entraria em choque" com a própria reforma da Previdência proposta pelo governo Bolsonaro, cujo texto atual proíbe remissões e anistias a contribuições sociais.

Para acelerar mais, a bancada ruralista defender aprovar um substitutivo ao projeto de Goergen. "Seria o melhor. Existe uma ansiedade muito grande porque o fato de o presidente declarar na campanha que ia ter anistia fez muitos produtores esperarem e agora estão no limbo", disse o presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), deputado Alceu Moreira (MDB-RS).

Fonte: Avisite

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Novidades trazem soluções para planejar e aumentar o rendimento das próximas safras

A Forseed apresenta seus lançamentos em híbridos no Agro Rosário, que acontece de 15 a 17 de março, em Correntina, oeste da Bahia, e deve movimentar a cadeia produtiva do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia (Matopiba), além de Goiás. A marca da global LongPing High-Tech mostra o que há de mais novo em tecnologia empregada no campo.

Resultado de investimentos em melhoramento genético e biotecnologia, os lançamentos FS505PWU e FS715PWU trazem ganhos significativos em produtividade e sanidade, além de alta tolerância ao complexo de enfezamento e virose, podendo ser vistos em parcelas demonstrativas durante o evento.

Na ocasião, também estarão expostos o FS620PWU – largamente plantado na região e, que ano após ano, mostra produtividade, qualidade e excelente tolerância ao estresse hídrico – e o FS533PWU, com biotecnologia de ponta, precocidade, caixa produtiva e alta qualidade bromatológica de silagem.

Um dos principais nematóides do oeste baiano – o Pratylenchus brachyurus – levou a Forseed a realizar vários estudos sobre o tema e a trazer para o Agro Rosário o híbrido 2B610PW, excelente redutor deste nematóide. Já os híbridos 2B587PW e 2B512PW são excelentes ferramentas para auxiliar no controle dos nematóides das galhas Meloidogyne javanica e Meloidogyne incognita.

“O objetivo é atender as necessidades do produtor, compreendendo as especificidades de cada região, e com isso contribuir para um melhor planejamento de safra”, afirma o líder de Marketing da Forseed, Aldenir Sgarbossa.

Os materiais contam com a nova tecnologia PowerCore™ Ultra, além da consagrada PowerCore™, que agem no controle de pragas e no manejo de plantas daninhas. Todos os híbridos da Forseed têm tratamento de sementes industrial Cruiser® e Fortenza®Duo, que protege a lavoura em seus estágios iniciais permitindo que a cultivar expresse seu máximo potencial de rendimento e produtividade.

Fonte: OPA Assessoria em Comunicação

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Na primeira quinzena de março, o preço médio do milho, de R$ 27/saca de 60 quilos, está 23% acima do registrado em igual mês do ano passado em razão da menor oferta do produto na entressafra

O Ministério da Agricultura está finalizando procedimentos para ofertar parte dos estoques de milho da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) localizados em Mato Grosso e atender à demanda de criadores, segundo a Secretaria de Política Agrícola da Pasta. "Trabalhamos para que a Conab lance os leilões de milho no Estado ainda neste mês", disse em nota o secretário Eduardo Sampaio.

Na primeira quinzena de março, o preço médio do milho, de R$ 27/saca de 60 quilos, está 23% acima do registrado em igual mês do ano passado em razão da menor oferta do produto na entressafra, de acordo com Sampaio. A situação dificulta o abastecimento de consumidores e criadores de aves, suínos e bovinos de Mato Grosso. O ministério informou ainda que os estoques da Conab são resultado do exercício dos contratos de opção lançados em 2017.

Fonte: Broadcast Agro

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ADAMA estará presente nos quatro dias de evento com seu portfólio e serviços de inovação

De 25 a 28 de fevereiro, a ADAMA, empresa global do setor de agroquímicos, participa da Coplacampo 2019, sediada em Piracicaba (SP). A feira, organizada pela Cooperativa dos Plantadores de Cana do Estado de São Paulo (COPLACANA), reúne empresas e agricultores voltados à cultura de cana-de-açúcar e também abre espaço para demonstrações de produtos para cultivos de cereais e grãos.

Para esta edição, a empresa apresenta seu portfólio para cereais, cana-de-açúcar, com destaque para o nematicida LEGADO, desenvolvido para combater os nematoides nos canaviais, e o fungicida Cronnos T.O.V., que atua no combate às doenças da soja. Para destacar as principais características deste último produto, a ADAMA conta com a estrutura Cronnos Field, com demonstrações ao vivo sobre a formulação do produto.

"A Coplacampo é um evento muito importante para ressaltar nosso portfólio em uma região de tanta força e protagonismo na produção de cana-de-açúcar, como o interior de São Paulo", destaca Giuliano Scandiuzzi, representante técnico de Vendas da ADAMA Brasil. "Os nematoides podem gerar prejuízos de até R$ 12 bilhões para os canaviais e exigem a devida atenção em todas as fases da produção. Com LEGADO, o agricultor tem a oportunidade de proteger o canavial da ação dos nematoides, contando com um produto com perfil toxicológico mais brando que outros nematicidas" completa.

Além de seu portfólio, a ADAMA também tem a oportunidade de apresentar seus principais serviços de inovação por meio do espaço Avance Hub, oferecido pela cooperativa. Dentre eles, o sistema ADAMA Sagres, que reúne e integra informações essenciais para o monitoramento da produção canavieira; a estação meteorológica ADAMA Clima, desenvolvida para fornecer previsões do tempo acuradas e precisas ao agricultor; e o ADAMA Air, equipamento instalado nas barras de pulverização dos aviões para reduzir drasticamente a deriva na aplicação de defensivos.

Para mais informações sobre a feira e as atividades realizadas pela COPLACANA na região, acesse o site.

Fonte: ADAMA

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O Brasil pode dobrar seu orçamento para subsídios dos prêmios de seguros agrícolas em 2020.

A informação foi divulgada pelo Secretário de Política Agrícola do país nesta quinta-feira, aparentemente contrariando a promessa do novo governo de reduzir os gastos públicos em vista da crescente dívida.

O governo pode ampliar seu orçamento para os prêmios de seguros contra potenciais perdas de colheitas para R$ 1 bilhão contra R$ 440 milhões em 2019, afirmou em entrevista Eduardo Sampaio, Secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura.

O montante atual subsidia seguros para a cobertura de cerca de 6.8 milhões de hectares, ou menos de 10% da área total plantada no Brasil, segundo dados do governo.

Sampaio disse que os níveis dos subsídios para empréstimos agrícolas e seguros para a próxima safra estão sendo negociados pelos ministérios da Agricultura e Economia e pelo Banco Central, e números específicos ainda serão definidos.

A negociação destaca um confronto entre o Ministério da Economia, que tem a intenção de cortar gastos diante da grande dívida pública e abraçar o livre mercado, e interesses específicos como os do setor agrícola, que procura manter os benefícios para a área.

Segundo Sampaio, “os dois lados concordaram em promover mudanças graduais, sem diminuição abrupta no crédito para o próximo Plano Safra, enquanto a redução da intervenção do governo nos mercados agrícolas se dará em médio prazo”.

“Não haverá uma ruptura, mas um movimento no sentido de maior racionalização, modernização, e com menos intervenção do Estado”, acrescentou o secretário.

Ele afirmou ainda que “o governo também concordou em manter financiamentos para pequenos e médios produtores, enquanto os empréstimos subsidiados aos produtores maiores serão cortados gradualmente”.

A expectativa é de que os empréstimos de R$ 194 bilhões no atual Plano Safra (2018/19) sejam mantidos ou ampliados para a próxima temporada, disse ele.

As mínimas recordes na taxa Selic permitem ao governo que libere mais empréstimos a taxas de juros similares, enquanto gasta a mesma quantidade de dinheiro”, disse Sampaio.

Fonte: Reuters / https://agronewsbrasil.com.br/

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