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Exportações de carne bovina no trimestre chegam ao melhor resultado em 12 anos.

Volume embarcado totalizou somaram 405.668 toneladas, alta de 2,6% sobre o ano passado.

Entre janeiro a março, as exportações brasileiras de carne bovina somaram 405.668 toneladas, uma alta de 2,6% em relação ao montante embarcada em mesmo período do ano passado. As informações são da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes Bovinas (Abiec), que ressalta o resultado no início do ano como o melhor já registrado nos últimos 12 anos.

Ainda segundo a entidade, em relação às receitas, as vendas no primeiro trimestre recuaram 5,6%, com US$ 1,51 bilhão, ante de US$ 1,60 bilhão no primeiro trimestre de 2018.

O resultado positivo no acumulado do ano foi mantido mesmo com a redução nas exportações em março. No comparativo com o mesmo mês em 2018, as vendas recuaram, 4,3% em volume e 10,5% em faturamento, registrando 149.734 toneladas e receita de US$ 594,11 milhões. Já se comparado ao mês de fevereiro, as vendas cresceram 3,0% em volume e 2,2% em faturamento.

Dentre os principais países compradores, o destaque para o primeiro trimestre é novamente o crescimento dos volumes embarcados para a China, que avançou 6,2%. “A expectativa é que esse ritmo se mantenha nos próximos meses”, destaca, em nota, o presidente da Abiec, Antônio Jorge Camardelli.

FONTE: DATAGRO.

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Dia de Campo Tabapuã reúne pecuaristas e especialistas de 14 países no interior de São Paulo
Evento, realizado na Fazenda Água Milagrosa, integrava a programação do 2nd International Beef Symposium
 
Tabapuã, 04 de abril de 2019 - Cerca de 250 pecuaristas, zootecnistas, produtores rurais e veterinários de 14 países, entres eles Brasil, Estados Unidos, Austrália e México, participaram nesta semana do Dia de Campo Tabapuã, realizado na Fazenda Água Milagrosa, pertencente ao Grupo Junqueira Rodas. A ação integrou a programação da segunda edição do International Beef Symposium (2º Simpósio Internacional de Carne), um dos mais importantes eventos pecuários do calendário mundial.

Com início em 31/03, em Ribeirão Preto, o simpósio, promovido pela Bayer, em parceria com a Scot Consultoria, reuniu produtores e pecuaristas do mundo todo para conhecer as novidades do mercado de carne bovina, sanidade animal, manejo e perspectivas do setor. Na Água Milagrosa, o grupo pode vivenciar na prática como é o berço de uma raça, origem e desenvolvimento, principais características, produção e tratamento.

O evento contou com abertura feita pela CEO do Grupo Junqueira Rodas, Sarita Junqueira Rodas, e palestra técnica com o zootecnista e gerente de pecuária da Água Milagrosa, Paulo Henrique Camargo, que falou sobre as características e percentuais de produtividade da raça Tabapuã, a única zebu considerada genuinamente brasileira.

“Esse simpósio foi uma oportunidade perfeita para troca de experiências em que podemos demostrar nossa expertise na raça Tabapuã e também aprender sobre pecuária em outras partes do mundo, sem contar as novidades trazidas pela Bayer e Scot que nos propiciaram reforçar conhecimentos na área”, afirma a CEO, Sarita Junqueira Rodas.

Simpósio: Em sua segunda edição, o 2nd International Beef Symposium teve ainda palestras de profissionais renomados como Daniel Boer, diretor de proteínas, na América Latina, do McDonald’s, a mexicana Marcela Valadez Noriega, especialista em transporte e bem-estar animal e Pietro Baruselli, professor e especialista da USP em inseminação artificial, entre outros.

Divididos em grupos, os participantes puderam aprender, tanto na teoria como na prática, técnicas de manejo do gado como novidades em inseminação artificial de bovinos. Também foi demonstrado pela Sheep Embryo as últimas novidades em reprodução como a ultrassonografia doppler colorida, que foi demostrada em vacas da raça Tabapuã, durante o evento.

César Eduardo Aguirre Limón, gerente de compras da SuKarne, no México, foi um dos participantes que aprovaram o evento e se interessaram pelo gado da raça Tabapuã. “É uma raça que pode garantir alta produtividade ao pecuarista e que se adapta fácil em qualquer região”, afirmou.

Em outros painéis temáticos, também foram apresentadas novidades sobre controle de parasitologias, sustentabilidade, inovação digital e bem-estar animal. Umas das vivências realizadas foi a visita ao interior de um caminhão utilizado para transporte de animais, a fim de propiciar a experiência de como se sente o gado durante o transporte. A prática, promovida pela Bayer, visava conscientizar produtores sobre a importância do bem-estar animal relacionado à produtividade no campo.

Para Gilberto Camargo, gerente de Gado de Corte para América Latina da Bayer, o evento serviu para demonstrar a especialistas do mundo todo o alto padrão da pecuária brasileira.

“Estar no berço de uma das raças zebuínas mais importantes de gado de corte, que é o Tabapuã, nos permitiu mostrar aos maiores especialistas de todo o mundo o alto nível tecnológico da produção brasileira. Para nós, da Bayer, é um prazer ter o Grupo Junqueira Rodas como um grande parceiro, pois compartilhamos de valores como o bem-estar animal e o foco em inovação. Tenho a certeza que todos saíram impressionados do nosso dia de campo e levarão muitos novos conhecimentos para seus países”, disse.

O rebanho Tabapuã, segundo dados da Associação Brasileira de Criadores de Zebu, a ABCZ, é um dos que mais cresceram na última década, mais de 50%. São mais de 420 mil animais registrados em todo o País e uma das raças mais rentáveis, garantindo ótima produtividade para os produtores.

Grupo Junqueira Rodas: Fundado em 1968, o Grupo Junqueira Rodas, é hoje considerado referência em produção de laranja de qualidade, cana-de-açúcar e criação de gado da raça Tabapuã. Nossas unidades estão distribuídas no Estado de São Paulo, nos municípios de Adolfo, Bebedouro, Colina, Guaraci, Monte Azul Paulista, Ubarana, Tabapuã, Santa Rita do Passa Quatro e uma no Mato Grosso do Sul, em Naviraí. Toda a irrigação de nossos pomares é baseada em princípios de sustentabilidade e tecnologia de última geração para economia de água e energia elétrica. Temos como valor a preservação do meio ambiente e a qualidade de nossos produtos. Por isso, mantemos um rígido controle de todas as substâncias usadas em nossas plantações, sempre focando na análise técnica de solo e folhas. Garantindo alimentos saudáveis e seguros!
Fonte: Comunic Comunicação Estratégica/ Andrea Inocente

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🐂🐄✔️Dia de Campo Tabapuã vai reunir pecuaristas do Brasil e exterior no interior de São Paulo. Evento, que faz parte do 2nd International Beef Symposium da Bayer, será realizado na Fazenda Água Milagrosa.Tabapuã, 29/03/2019 - No próximo dia 02 de abril, a Fazenda Água Milagrosa, pertencente ao Grupo Junqueira Rodas, um dos maiores do agronegócio brasileiro, será palco do Dia de Campo de um dos mais importantes eventos pecuários do calendário mundial - o 2nd International Beef Symposium (2º Simpósio Internacional de Carne), promovido pela Bayer, em parceria com a Scot Consultoria. Com início em 31/03, em Ribeirão Preto, o evento deverá contar com participação de 220 produtores e pecuaristas do mundo todo, que se reunirão para conhecer as novidades do mercado de carne bovina, sanidade animal, manejo e perspectivas do setor.

Na Água Milagrosa, o grupo participará do Dia de Campo, vivenciando na prática como é o berço de uma raça, origem e desenvolvimento, principais características, produção e tratamento. O Tabapuã é o único zebu considerado genuinamente brasileiro. O evento será aberto pela CEO do Grupo Junqueira Rodas, Sarita Junqueira Rodas, seguido de palestra técnica sobre o gado Tabapuã com o zooctecnista e gerente de pecuária da Fazenda Água Milagrosa, Paulo Camargo, especialista em Tabapuã.

“O rebanho Tabapuã, segundo dados da Associação Brasileira de Criadores de Zebu, a ABCZ, é um dos que mais cresceram na última década, mais de 50%. São mais de 400 mil animais registrados em todo o País e uma das raças mais rentáveis, garantindo ótima produtividade para os produtores”, afirma Sarita.

Na programação do simpósio também constam painéis temáticos, promovidos pela Bayer e Scot Consultoria, em que os participantes poderão conhecer as novidades sobre controle de parasitologias, sustentabilidade, inovação digital e bem-estar animal. Umas das vivências previstas é o transporte de animais, em que o grupo entrará em um caminhão, utilizado para transporte de animais, a fim de saberem como se sente o gado durante o transporte.

A prática, promovida pela Bayer, visa conscientizar produtores sobre a importância do bem-estar animal relacionado à produtividade no campo.

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IMG 20181216 112021Brasil bate recorde de exportação de gado vivo, diz Scot Consultoria
Tanto o número de bovinos embarcados quanto o faturamento mais do que dobraram na comparação entre 2018 e 2017
11 de janeiro de 2019 às 10:11 / Por Canal Rural
Segundo o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, foram exportadas 39,8 mil cabeças de bovinos em dezembro, com um faturamento total de US$25,11 milhões. O volume foi 42,2% menor que em novembro, o que já era esperado por dezembro ser um mês em que as negociações perdem ritmo devido às festividades. Os países importadores no mês de dezembro foram Egito (17,7 mil cabeças), Turquia (13,5 mil cabeças), Jordânia (2,9 mil cabeças), Iraque (2,5 mil cabeças) e Líbano (3,0 mil cabeças).

Onde a FIV pode contribuir para esse crescimento e melhoria de qualidade dos animais?
Artigo: Paulo Henrique F. Vieira (Veterinário CRMV-GO 6006)

A reprodução, é referência mundial pelo volume de dados que acumulam 379.237 embriões produzidos em 2016 e 345.528 produzidos em 2017, segundo a Sociedade Brasileira de Transferência de embriões e a Inseminação Artificial em Tempo Fixo ultrapassa os 10,5 milhões de procedimentos ao ano. O fato é que esse conjunto de práticas, em um nível mais elevado do uso de tecnologias produtivas, tem garantido ao país de cumprir o papel de ser fonte de alimento para o mundo. Diante deste cenário, o pecuarista deve estar atento às novas técnicas e tendências do mercado para acompanhar o ritmo de demanda. É o que fazendas não só de gado de corte, mas também de leite do País fazem há algum tempo: adotam técnicas avançadas, entre elas a Inseminação Artificial em Tempo Fixo (IATF) e a Produção In Vitro de Embriões (FIV), para atender de maneira mais rápida possível a demanda do mercado. A FIV é uma tendência para o desenvolvimento da pecuária e vem sendo largamente implementada nos rebanhos bovinos comerciais.

IMG 20181229 WA0007Com o uso da técnica de fertilização in vitro (FIV) na reprodução de bovinos, o caminho da seleção e do melhoramento genético pode ser encurtado em pelo menos três gerações ou cerca de 30 anos de seleção, permitindo rápidos saltos na produção e na qualidade de carne. Enquanto nas outras técnicas de reprodução (monta natural e IATF), as fêmeas poderão produzir apenas 1 bezerro (a) por ano. Já na utilização da FIV, esta técnica poderá proporcionar que cada fêmea venha produzir até 50 bezerros dentro de um ano.

O mecanismo de produção In Vitro de Embriões (PIV) é constituído por três etapas: Maturação in vitro (MIV), Fertilização in vitro (FIV) e cultivo in vitro (CIV). Na FIV, oócitos (Células sexuais femininas) aspirados nos folículos ovarianos de uma vaca, são fecundados em laboratório, por espermatozoides contidos no sêmen de um touro. Os embriões originados desse processo são transferidos a uma fêmea receptora, que deve ser preferencialmente novilha ou vaca de primeira cria. Sem dúvidas é ganho para o produtor que almeja melhorar a genética do rebanho.

Talvez os criadores não saibam que podem comprar um processo de tecnologia ou genética por um preço mais baixo que há alguns anos. É possível financiar a aquisição de prenhezes de animais extremamente produtivos e premiados e obter retorno imediato, já que as mães e os pais são provados. Podendo ser trabalhado sêmen de Aberdeen Angus sexado de macho, na qual vamos produzir maior número de indivíduos destinados aos confinamentos ou a exportação. Indivíduos sendo desmamados mais precoces, ou seja, mais cedo com média de 6 a 7 meses de idade. Podendo assim reduzir o intervalo entre partos, reduzir a lotação de animais na fazenda, descansar mais cedo a vaca e aumentando o peso á desmama Chegando a produzir de 1@ a 1,5@ a mais em comparação à bezerros oriundos de outras técnicas.

Colunista da Tropicalzebu.com.br & Parceiro.

phveterinario

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A partir de maio, a vacina que imuniza a Febre Aftosa em animais terá a dose reduzida de 5 ml para 2 ml

De acordo com as ações do Programa Nacional de Erradicação da Febre Aftosa (PNEFA) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), com a mudança, a expectativa é de que diminuam as ocorrências de reação nos animais.

Se considerarmos o alto custo da vacina, talvez seja inteligente a decisão de diminuir a dose utilizada para imunizar um animal. É a resposta a um eco dos produtores que se repete há vários anos. No entanto, o que o produtor precisa estar atento é que de forma isolada, a diminuição dos índices de lesões na carcaça por reação vacinal não irão diminuir se ele não aplicar as técnicas de manejo racional e bem-estar animal ao seu rebanho.

O provável é que este índice de lesões vacinais caia ainda mais, mas somente nas propriedades que já adotaram as boas práticas. Àqueles locais que já utilizam corretamente o produto e seguem as orientações do fabricante, aplicando no local indicado (tábua do pescoço) e sem o manejo aversivo.

Infelizmente, naquelas fazendas em que não se dá a devida importância ao manejo – ainda maioria esmagadora – a iniciativa da dose reduzida não surtirá efeito algum. Se os animais continuam sendo vacinados sem contenção adequada e até mesmo em lugar incorreto, a lesão vacinal continuará presente, causando prejuízos financeiros ao produtor.

E o que podemos fazer para uma mudança positiva efetiva?

A resposta está em várias frentes. Uma delas é oferecer treinamento para a mão de obra e melhorar as condições de trabalho dos funcionários. Vemos por aí equipamentos de contenção ultrapassados, que exigem do aplicador um verdadeiro malabarismo para que ele consiga aplicar o medicamento na tábua do pescoço dos animais.

Outra mudança é investir na melhora dos equipamentos utilizados, como seringas e aplicadores. Muitos ainda são difíceis de higienizar, desmontar e as doses são imprecisas. Já vi casos em que os peões precisam de tratamento para LER (lesão por esforço repetitivo) após o período de vacinação, pelas péssimas condições de trabalho.

Outra iniciativa que traz benefícios é seguir rigorosamente as orientações de conservação e compra da vacina. O governo recomenda que as doses sejam adquiridas somente em lojas registradas. Também é necessário que se verifique se estão na temperatura correta: entre 2°C e 8°C. Para transportá-las, deve ser utilizada uma caixa térmica, com três partes de gelo para uma de vacina, lacrando-a ao final. E, a vacina deve ser mantida no gelo até o momento da aplicação.

Mas muitas vezes, esta não é a realidade do campo. Na região Centro-Norte do País, a energia elétrica é tão inconstante nas fazendas, que não se consegue conservar alimentos. Então, imagine a vacina.

É preciso implantar e exigir da porteira para dentro soluções mais eficazes que apenas reduzir a dose vacinal. Então, o menor volume na imunização só impactará no menor porcentual de lesões, caso ocorram mudanças em todos os envolvidos. Caso contrário será mais uma vez, apenas uma medida paliativa.

Por Renato dos Santos - Médico-veterinário e consultor de bem-estar animal e manejo racional da Beckhauser

Mais informações: beckhauser.com.br

Fonte: Attuale Comunicação

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