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Cana e café seguram o saldo da Balança Comercial Paulista

De janeiro a novembro de 2018, as exportações do Estado de São Paulo somaram US$ 47,86 bilhões (21,8% do total nacional) e as importações US$ 56,51 bilhões (34% do total nacional), gerando um déficit de US$ 8,65 bilhões,

De janeiro a novembro de 2018, as exportações do Estado de São Paulo somaram US$ 47,86 bilhões (21,8% do total nacional) e as importações US$ 56,51 bilhões (34% do total nacional), gerando um déficit de US$ 8,65 bilhões, informa o Instituto de Economia Agrícola (IEA), instituição de pesquisa da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo.

No mesmo período, o agronegócio sofreu queda nas exportações (-13%), atingindo US$ 15,18 bilhões, enquanto as importações subiram (+1,6%), somando US$ 4,55 bilhões, resultando em um saldo de US$ 10,63 bilhões, montante 18% menor que o apresentado em 2017, explicam José Alberto Angelo, Carlos Nabil Ghobril e Marli Dias Mascarenhas Oliveira, pesquisadores do IEA, lembrando que, mesmo em queda, o superávit do agronegócio continua sendo fundamental para equilibrar as contas do Estado.

Nestes 11 meses, os principais grupos nas exportações do agronegócio foram: complexo sucroalcooleiro (US$ 4,71 bilhões), carnes (US$ 1,97 bilhão), sucos (US$ 1,73 bilhão), complexo soja (US$ 1,71 bilhão) e produtos florestais (US$ 1,70 bilhão). Esses cinco agregados representaram 77,9% das exportações setoriais do Estado. "Os resultados das vendas externas paulistas foram impactados pela queda de 40% no complexo sucroalcooleiro e de 22,6% no café, produto que ocupa o 7º lugar no ranking. Carnes, sucos, complexo soja e produtos florestais, quando comparado com os resultados do mesmo período de 2017, oscilaram positivamente", afirmam os pesquisadores.

Balança Comercial do Brasil: No período analisado, a balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 53,88 bilhões, com exportações de US$ 219,97 bilhões e importações de US$ 166,09 bilhões. Na análise setorial, as exportações do agronegócio aumentaram 4,6%, alcançando US$ 93,16 bilhões (42,4% do total nacional). Já as importações se mantiveram praticamente estáveis no período (-0,5%), alcançando US$ 12,91 bilhões. O superávit do agronegócio nesse período foi de US$ 80,25 bilhões, montante 5,5% superior ao registrado no mesmo período do ano passado.

Os principais grupos nas exportações do agronegócio brasileiro foram: complexo soja (US$ 38,71 bilhões), carnes (US$ 13,40 bilhões), produtos florestais (US$ 12,73 bilhões), complexo sucroalcooleiro (US$ 6,93 bilhões) e café (US$ 4,35 bilhões). Esses cinco grupos representaram 81,7% das vendas externas setoriais brasileiras.
Fonte: Secretaria de Agricultura de SP

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O Ministério da Agricultura fixou uma meta para reabilitar os frigoríficos de carne de frango e fábricas de pescados que estão embargados pela União Europeia desde o ano passado por questões sanitárias. A intenção é reabrir o mercado europeu este ano

No fim de 2018, o então ministro da Agricultura, Blairo Maggi, já havia feito uma indicação positiva sobre as negociações com os europeus. Em dezembro, o bloco anunciou que visitará o Brasil para fazer auditorias em frigoríficos, provavelmente no primeiro semestre. A data exata ainda não foi marcada.

"Nosso sistema de defesa é respeitado lá fora. Esses desgastes com a União Europeia foram muito mais influenciados pela conjuntura política e não por questões técnicas. E existe sim a possibilidade de reabertura já neste ano", afirmou ao Valor o secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, José Guilherme Leal.

De acordo com ele, a Pasta respondeu a todos os questionamentos sanitários feitos pela União Europeia. Por outro lado, o bloco ainda quer algumas garantias sanitárias antes de enviar técnicos para checar in loco se as unidades de carne de frango e pescado atendem às exigências. "Estamos cumprindo rigorosamente o calendário de informações da União Europeia", afirmou Leal.

O veto europeu a 20 frigoríficos de carne de frango é uma decorrência direta da Operação Trapaça, investigação da Polícia Federal deflagrada em março do último ano para apurar um esquema de fraudes envolvendo a BRF e laboratórios na análise da bactéria salmonela em lotes de carne de frango. Em reação, os europeus vetaram todas as unidades da BRF que podiam vender ao bloco.

Em reunião nos últimos dias, representantes da indústria de carne frango reforçaram à ministra Tereza Cristina a necessidade de retomar as vendas à União Europeia em 2019. Na ocasião, um convite para que a ministra vá a Bruxelas em março foi entregue.

"Esperamos que a União Europeia reabra seu mercado para parte das empresas ainda no primeiro semestre. Todas as empresas estão fazendo o dever de casa e já temos a sinalização de que eles vão voltar a importar", afirmou o presidente-executivo da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Francisco Turra.

No ano passado, as restrições europeias tiveram impacto significativo nas exportações brasileiras. Ainda que nem todos tenham sido proibidos de exportar, não era possível ocupar o espaço aberto pela BRF, maior exportadora do país. Conforme dados da ABPA, o Brasil deixou de exportar em torno de 60 mil toneladas para os europeus em 2018. Esse volume representa 35% do que o país exportou para o bloco no período.

Além do setor avícola, há grande expectativa por parte da indústria brasileira de pescados para que ao menos 15 empresas possam voltar a exportar. No ano passado, Bruxelas proibiu as compras de pescados de todas as 64 plantas do Brasil habilitadas até então a vender para o bloco.

"Se tudo der certo, voltamos a exportar no segundo semestre. Mas sabemos que virá uma nova lista de empresas e os europeus devem habilitar planta por planta", ponderou Christiano Lobo, diretor da Abipesca, entidade que representa a indústria pesqueira. A sinalização, portanto, é que a abertura aos pescados deve ser limitada.
Fonte: Avisite

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Ferrovia que deve ligar o Centro-Oeste aos portos do norte supera entraves burocráticos e pode ser licitada ainda no 2º semestre

Foram realizadas algumas audiências públicas desde 2017 para discutir a implantação dessa ferrovia

O Notícias Agrícolas conversou com Roberto Meira, diretor da Estação da Luz Participações (EDLP), para destacar a história da Ferrogrão, uma ferrovia que está sendo projetada para ligar o interior do Mato Grosso até o porto de Miritituba, no Pará, seguindo o caminho que já é traçado pela BR-163.

Foram realizadas algumas audiências públicas desde 2017 para discutir a implantação dessa ferrovia. O projeto começou a ser desenvolvido em 2014 e entregue ao Governo Federal em 2015 como uma Manifestação de Interesse Privado. Desta forma, a ANTT abriu o processo das audiências para escutar a sociedade.

Agora, esse processo foi concluído e 300 contribuições foram feitas ao projeto e avaliadas pela ANTT, que aprovou grande parte delas. Agora, estão sendo feitos os ajustes no projeto com base nas requisições. Após a aprovação do Tribunal de Contas da União, o projeto vai para uma licitação.

Meira conta que foram observados todos os cuidados a respeito de unidades de conservação e áreas indígenas, mas ainda não possui um estudo mais detalhado sobre o impacto, o que deverá ser feito em breve. Entretato, ele atesta que todas as avaliações indicam que o projeto tem grande viabilidade socioambiental.

O objetivo é abrir uma nova porta de escoamento de commodities agrícolas no Brasil, transportando 25 milhões de toneladas no primeiro ano, com o objetivo de atingir posteriormente uma meta de 58 milhões de toneladas.

A licitação deverá ser feita no segundo semestre de 2019 e o prazo para implantação é de cinco anos.
Fonte: Notícias Agrícola

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Mercado do boi inicia a semana retomando ritmo das negociações

O momento para ‘testar’ o mercado

Aos poucos o mercado retoma o ritmo das negociações. Em regiões onde as indústrias estão com escalas de abate mais confortáveis, estas aproveitaram o momento para ‘testar’ o mercado e ofertam preços abaixo das referências.

No Sul de Goiás, a arroba caiu R$1,00 frente ao último levantamento (4/1), o que significa queda de 0,7%. Na região as programações de abate atendem, em média, seis dias.

Em contrapartida, em regiões onde a oferta de boiadas não acompanha o ritmo da demanda vigente, a ponta compradora sente dificuldade em reabastecer os estoques de carne, o que pressionou para cima a arroba do boi. Como exemplo, em Marabá-PA a arroba teve alta de 0,8% e as escalas de abate atendem, em média, em três dias.

No estado, o volume de oferta ainda está pequeno. Em Três Lagoas-MS, apesar das cotações estáveis, foram registrados frigoríficos fora das compras no fechamento de hoje.

Fonte:Scot Consultoria

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Soja opera com leves baixas nesta 6ª feira com mercado ainda estável na Bolsa de Chicago

Os preços, por volta de 8h (horário de Brasília), caíam 1,25 ponto nos principais contratos negociados na Bolsa de Chicago, com o janeiro/19 valendo US$ 8,92 e o maio/19 com US$ 9,18 por bushel

Segue a estabilidade da soja no mercado internacional nesta sexta-feira (21). Os preços, por volta de 8h (horário de Brasília), caíam 1,25 ponto nos principais contratos negociados na Bolsa de Chicago, com o janeiro/19 valendo US$ 8,92 e o maio/19 com US$ 9,18 por bushel.

O mercado ainda sofre com a falta de notícias fortes para direcionar as cotações e segue considerando frustrante a recente demanda da China pela soja norte-americana. As compras novas, já esperadas pelo mercado, foram parte da sinalização da trégua firmada entre Donald Trump e Xi Jinping.

"O fator de maior atenção da especulação permanece nestas compras da soja-EUA, que estão sendo adicionadas exclusivamente por importadoras estatais chinesas, que em teoria não possuem a necessidade de pagamento da tarifa aduaneira de 25% sobre o grão estadunidense para o seu próprio Governo", explicam os analistas da ARC Mercosul.

Embora com pouco espaço no radar, a nova safra do Brasil também continua sendo acompanhada de perto pelos traders. Os problemas mais sérios, no entanto, ainda não aparecem nos preços.

Veja como fechou o mercado nesta quinta-feira:

Soja: Mercado em Chicago fecha em queda nesta 5ª mesmo com novas compras da China

Os preços da soja fecharam o pregão desta quinta-feira (20) em queda na Bolsa de Chicago. O mercado operou, na maior parte do dia, com estabilidade, porém foi intensificando suas perdas no início da tarde e o contrato janeiro/19 perdeu o patamar dos US$ 9,00 por bushel. O maio/19, que é referência para o mercado brasileiro, conseguiu se manter nos US$ 9,20.

O mercado continua se frustrando com os baixos volumes de soja comprados pela China nos EUA neste período de trégua da guerra comercial entre os dois países. Nem mesmo o anúncio de uma nova operação hoje ajudou a movimentar o mercado para campo positivo.

O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) anunciou novas vendas de soja nesta quinta-feira (20). Foram 461 mil toneladas da safra da safra 2018/19, sendo 204 mil para a China e 257 mil para destinos não revelados.

Foi informada ainda a venda de 100 mil toneladas de farelo de soja, também da atual temporada comercial, com destino a Colômbia.

Segundo explicam analistas e consultores, o mercado segue no aguardo de informações mais fortes e consistentes que possam trazer uma direção mais clara para os preços. Nesta quinta, a Reuters Internacional informou que a China estaria planejando uma terceira rodada de compras nos EUA, mas as especulações são insuficientes.

"Mesmo que sejam compradas mais 2 milhões de toneladas no mercado americano, isso ainda seria insuficiente", disse o analista de mercado Terry Reily, da Futures International à Reuters. "A janela está se fechando rapidamente", completa.

E com esse ritmo lento das vendas nos EUA, os traders continuam de olho nos elevados estoques norte-americanos. Os números vão coincidir com a chegada de uma boa safra da América do Sul, o que também é um ponto de atenção para os participantes do mercado nesse momento.

No Brasil, as lavouras sentem uma severa perda de potencial produtivo nos estados de Mato Grosso do Sul, Paraná, Rio Grande do Sul e partes de Goiás e São Paulo. Há falta de chuvas e altas temperaturas, o que castiga as plantações com estresse hídrico. Tais condições, porém, ainda não chegaram ao mercado. No Paraguai, as condições também preocupam.

Fonte: Notícias Agrícolas

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Brasil registra superávit de US$329 mi nas transações correntes em outubro, abaixo do esperado

O Brasil registrou superávit em transações correntes de 329 milhões de dólares em outubro, revertendo desempenho negativo observado no mesmo período do ano passado, num período marcado pela força da balança comercial, divulgou o Banco Central nesta terça-feira

Mesmo assim, o dado veio pior que a expectativa de superávit de 1 bilhão de dólares, conforme pesquisa da Reuters. Em outubro de 2017, as transações registraram déficit de 686 milhões de dólares.

No mês, os investimentos diretos no país (IDP) somaram 10,382 bilhões de dólares, informou o BC, acima da projeção de analistas de 8,5 bilhões de dólares.

No acumulado dos dez primeiros meses do ano, o déficit das transações correntes é de 11,333 bilhões de dólares, bem acima do rombo de 1,419 bilhão de dólares de igual período do ano passado. Em 12 meses, o saldo negativo soma 15,401 bilhões de dólares, correspondente a 0,80 por cento do Produto Interno Bruto (PIB).

O BC piorou sua projeção para o ano a um déficit de 14,3 bilhões de dólares, sobre 11,5 bilhões de dólares antes, principalmente por um cálculo mais modesto para a balança comercial em meio à recuperação da economia, quadro que vem fazendo as importações cresceram mais que as exportações. Em outubro, contudo, a balança demonstrou vigor, ficando positiva em 5,448 bilhões de dólares, alta de 10,9 por cento sobre um ano antes.

O Brasil tem se beneficiado da guerra comercial entre Estados Unidos e China, conseguindo, por exemplo, aumentar suas exportações de soja para o gigante asiático. Ao mesmo tempo, os gastos líquido de brasileiros no exterior ficaram praticamente estáveis a 1,148 bilhão de dólares, sobre 1,174 bilhão de dólares em outubro do ano passado. Já as remessas de lucros e dividendos para fora recuaram 36,2 por cento na mesma base de comparação, a 1,161 bilhão de dólares.

Fonte: Reuters Reuters

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