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O valor que os produtores de leite recebem aumentou no mês de fevereiro em comparação com o mês de janeiro

O valor que os produtores de leite recebem aumentou no mês de fevereiro em comparação com o mês de janeiro. O valor saltou de R$1,158 para R$1,205, de acordo com dados da Scot Consultoria, o que é um indicador bastante significativo.

O aumento foi de 4,1%, o que é positivo para quem produz o leite, já que permite obter uma melhor lucratividade, embora o fator que tenha levado a esse aumento tenha sido a retração da oferta, o que acontece desde dezembro de 2018 e pode fazer com que a equação fique equilibrada.

Veja mais informações a respeito dessa variação de preços e quais podem ser as consequências de tal ocorrência para o mercado a curto prazo.

O que causou a queda na produção do leite? Isso se deve à maior concorrência entre as indústrias de laticínios pela matéria-prima, que é o leite cru, de acordo com a análise da Scot Consultoria. Os dados dizem respeito à média nacional de 18 Estados pesquisados pelo órgão.

A subida dos preços em fevereiro foi a mais alta desde o mês de julho de 2018. Na comparação com o mesmo mês do ano anterior, o preço aumentou 15,3% em valores reais ou 8,7% quando descontada a inflação nos últimos 12 meses, medida pelo índice IGP-DI.

A produção teve uma queda de 2,8% em volume em janeiro quando comparado ao mês de dezembro e, na comparação de fevereiro para janeiro, a queda foi de 2,6%, o que provavelmente também pode se estender para o mês de março.

Grande parte dos laticínios localizados nas regiões Sul, Sudeste e Norte acredita que haverá outra alta para o mês de março, mas como os valores dos lácteos no atacado não estão evoluindo no mercado, o efeito pode ser limitado.

Uma analista da Scot Consultoria reforça que o indicador de custos de produção na pecuária leiteira teve um aumento de 0,8% no mês de fevereiro quando comparado a janeiro. Já ao considerar o comparativo anual, o avanço foi de 9,4%, o que é um indicador bastante considerável.

Os alimentos energéticos, com maior destaque para o milho, bem como suplementos minerais, produtos para sanidade e combustíveis/lubrificantes aumentaram as despesas, de acordo com a analista.

Para as indústrias de laticínios, é fundamental ter controle sobre todas as suas atividades, tanto na gestão quanto na produção, de modo que nenhuma informação seja perdida ou desencontrada e que, assim, a produtividade e o desempenho da companhia sejam os melhores possíveis, o que pode trazer resultados bastante positivos a curto, médio e longo prazo.

Fonte: Terra

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A Associação Brasileira de Marketing Rural e Agronegócio (ABMRA) abriu inscrições para a XVIII Mostra de Comunicação Agro, a maior premiação da publicidade e marketing do agro no país, que contribui para o constante aprimoramento das técnicas e gestão da comunicação do setor produtivo, por meio do reconhecimento de profissionais, empresas e instituições.

A coordenação é de Alberto Meneghetti, diretor da ABMRA. O evento de premiação acontecerá no dia 23 de maio de 2019, no Buffet Torres, em São Paulo.

A Mostra de Comunicação Agro ABMRA premiará os melhores trabalhos do marketing rural e agronegócio e tem como presidente do júri o criativo João Livi, CEO da agência Talent Marcel. Livi coordenará o time de especialistas que selecionará as campanhas e ideias mais criativas das propagandas do agronegócio, veiculadas entre janeiro de 2017 e fevereiro de 2019. A Mostra também concederá prêmios especiais às agências, anunciantes, veículos e profissionais do setor.

“É um evento único do setor do agronegócio brasileiro que valoriza as iniciativas promocionais e campanhas publicitárias voltadas o setor primário. A ABMRA está completando 40 anos de atuação em prol da comunicação e marketing do setor rural e, nesse período, acompanhou o avanço das empresas dos mais variados elos das cadeias produtivas do campo. A expansão do nosso quadro de associados reforça ainda mais nossas ações em prol deste segmento fundamental, que representa 1/3 do Produto Interno Brasileiro (PIB). Estamos muito otimistas com a realização da Mostra”, afirma Jorge Espanha, presidente da ABMRA.

A Mostra de Comunicação Agro ABMRA abrange as seguintes categorias:

  1. Campanha Integrada (uso de pelo menos 3 meios)
  2. Spot, jingle ou utilização diferenciada de rádio
  3. Peça, campanha ou utilização diferenciada de OOH (Out of Home)
  4. Anúncio ou utilização diferenciada de meio impresso
  5. Filme ou campanha para TV, cinema ou plataformas digitais
  6. Projetos digitais/mobile (apps, banners, data based solutions, peça ou utilização diferenciada de rich media, geolocalização etc)
  7. Projetos de conteúdo em qualquer plataforma de mídia (publieditorais, advertoriais, conteúdos próprios ou pagos, blogs de conteúdo etc)
  8. Campanha promocional/varejo/material de PDV
  9. Endomarketing/Programas de Incentivo (para equipe comercial, canais de venda e demais públicos internos)
  10. Ações de campo e eventos (estande, ativações, lançamento de produtos, presença diferenciada em feiras e congressos)
  11. O valor das inscrições para os associados da ABMRA é de R$ 700,00 e R$ 900,00 para não-associados.

    As inscrições acontecem entre 18 de março a 30 de abril. Regulamento e inscrições, acesse www.abmra.org.br/mostra

Fonte: Agronews

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Brasil pode ser atingido em soja, milho, algodão, etanol e todas as carnes.

O encontro entre Jair Bolsonaro e Donald Trump, que acontece hoje, se dará às vésperas da conclusão de um acordo histórico entre os EUA e a China que pode ser altamente disruptivo para o agronegócio mundial, afetando principalmente o Brasil.

O acordo pode representar o fim de uma era em que o comércio se expandia baseado essencialmente na competitividade dos países, sem grande esforço.

Ele traz novos elementos para a equação: pressionados por imenso déficit comercial de US$ 420 bilhões, os EUA deram início a uma guerra mercantilista com a China impondo elevadas tarifas sobre US$ 250 bilhões em importações.

O gigante asiático retrucou impondo tarifas sobre US$ 110 bilhões dos EUA, o que atingiu em cheio a soja americana. A disputa trouxe US$ 8 bilhões adicionais às nossas exportações de soja para a China, levando os incautos a inclusive “comemorar” a guerra comercial.

Tudo indica que os EUA vão forçar a China a ampliar as suas compras de produtos agropecuários americanos em absurdos US$ 30 bilhões anuais, que, na melhor das hipóteses, se somariam aos US$ 14 bilhões que foram adquiridos em 2018.

Previsões mais sombrias dizem que as importações chinesas vindas dos EUA poderiam ultrapassar US$ 50 bilhões anuais, se somadas ao valor de 2017, que foi de US$ 22 bilhões.

Acreditamos que as exportações mundiais de soja voltarão ao seu curso normal pré-2017, com os chineses se beneficiando plenamente da alternância das safras americana (EUA) e sul-americana (Brasil e Argentina), que ocorrem em diferentes momentos do ano. Essa complementariedade garante estabilidade de oferta e menor risco para a China.

Ocorre, porém, que, para chegar aos US$ 30 bilhões adicionais, a China teria de oferecer acesso privilegiado aos EUA em outros produtos.

Dois casos com forte impacto sobre o Brasil são o milho e o algodão. O consumo de milho da China é gigante (280 milhões de toneladas), porém as suas importações têm sido muito reduzidas — apenas 3,5 milhões de toneladas em 2018.

Os EUA pressionarão a China a importar muito mais milho, flexibilizando o seu regime restritivo de cotas de importação e facilitando o ingresso de milho transgênico.

Outros produtos americanos que seriam beneficiados pelo acordo são o etanol de milho, o DDG (subproduto da produção de etanol usado em alimentação animal) e as carnes.

No caso do etanol, a importação viria da obrigatoriedade de mistura de 10% de etanol na gasolina da China (E10), que foi mandatada no passado, mas jamais cumprida.

Estimamos que, entre produtos e subprodutos de milho, etanol e algodão, a China poderia ampliar suas importações dos EUA em mais de US$ 10 bilhões adicionais por ano.

Nas carnes, se a China retirar as restrições técnicas e sanitárias que foram impostas aos americanos nos últimos anos, certamente seremos prejudicados em todas as proteínas animais — aves, suínos e bovinos —, com destaque para as perdas de mercado em pés e coxas de frango.

A China certamente tem meios para atender à forte pressão dos EUA, ampliando o acesso de soja e de outros produtos agropecuários.

Resta saber se isso será feito à luz das regras da OMC, se ela vai “forçar a barra” na flexibilização das barreiras técnicas e sanitárias e se usará a sua estrutura estatal (estoques estratégicos e empresas públicas) para operacionalizar o acordo.

Enfim, se esse acordo se concretizar, poderemos estar entrando numa era de “comércio administrado” caso a caso, sob a égide de interesses geopolíticos, que pode reduzir o nosso acesso à China, ao Brics e a outros mercados emergentes. Aí sim estaríamos entregando a nossa alma.

Esta coluna foi escrita em parceria com André Soares, senior fellow do Cebri (Centro Brasileiro de Relações Internacionais). Marcos Sawaya Jank, Especialista em questões globais do agronegócio, trabalha em Singapura. É livre-docente em engenharia agronômica pela USP.

Fonte: Folha de São Paulo/Agronews

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O agronegócio tem grande importância para o Brasil como fonte de emprego e renda. No ano passado, a União da Indústria de Cana-de-Açúcar (ÚNICA) divulgou que o somente o setor sucroenergético teve mais de 794 mil empregos formais gerados. Em época de safra esse número sofre alterações, ficando ainda maior, devido aos trabalhadores safristas e temporários. Segundo a consultoria Safras & Mercado, em sua primeira previsão para 2019, o Centro-Sul responderá por 93,75% da safra brasileira, que foi estimada em 608 milhões de toneladas.

A safra de cana-de açúcar no interior de São Paulo tem início entre a segunda quinzena de março e o início de abril, e muitos empreendedores rurais se utilizam de contratos temporários para empregar a mão de obra, sem a intenção de contratação permanente. "Para assegurar a intenção da contratação de safrista e temporários, é fundamental justificar minuciosa e expressamente, por meio de contrato, o período ou a safra a ser trabalhado, além da devida assinatura da Carteira de Trabalho”, explica Murilo Aires, advogado do escritório Dosso Toledo Advogados.

Enquanto o contrato de safra é estabelecido entre empregador e empregado rural, o contrato de trabalho temporário deve ser feito em conjunto com uma empresa de trabalho temporário, na forma da lei que o regulamenta. Murilo orienta que as formas de admissão de funcionários por tempo determinado são exceções à regra geral da lei, sendo que seguir estritamente as formalidades legais é essencial para a segurança das partes no contrato.

Outro alerta é quando o contratante também oferece a moradia para funcionários que moram em cidades distantes da base. Não há na lei uma obrigação para o empregador rural fornecer moradia e transporte ao contratado. No entanto, é frequente a situação em que a distância do local de trabalho dos centros urbanos inviabiliza o retorno diário para a casa, o que torna mais interessante ao empregador fornecer esses apoios ao funcionário. Porém, a concessão de moradia e transporte precisa de atenção às regras trabalhistas, conforme ressalta o advogado.

“Quando opta pelo oferecimento de moradia e transporte, o empregador deve cumprir as exigências do Ministério do Trabalho e Emprego. Se fornecer casas, elas deverão ter paredes construídas em alvenaria, condições sanitárias, ventilação e iluminação. No caso do transporte, os veículos utilizados devem ter autorização emitida pela autoridade respectiva, deve transportar todos os passageiros sentados, entre outras obrigações”, pontua Murilo.

Ao fim da safra e do contrato, o trabalhador rural, safrista ou temporário, tem os mesmos direitos básicos que qualquer outro funcionário, que abrangem receber o décimo terceiro e as férias proporcionais ao período de serviço. Ainda, para o próximo contrato com o mesmo produtor, precisa existir um intervalo mínimo de 90 dias, no caso do temporário, ou seis meses para safrista.

Fonte: Agrolink

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Resultado reflete a movimentação do cereal de verão da safra 2018/19, que está sendo colhido no País

Os embarques de milho ao exterior em fevereiro somaram 1,751 milhão de toneladas, 39,6% acima do apurado em igual mês do ano passado, quando foram exportadas 1,254 milhão de toneladas. Os dados foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia. O resultado reflete a movimentação do cereal de verão da safra 2018/19, que está sendo colhido no País, e os preços remuneradores oferecidos por exportadores pelo produto.

No mês passado, foram reportados diversos negócios, com embarque principalmente pelos portos da região Sul. Em fevereiro do ano passado, havia maior disputa por milho entre tradings e consumidores domésticos, que ofereceram preços mais atrativos para os vendedores, em diversos momentos.

Na comparação com janeiro, quando foram escoadas 4,224 milhões de toneladas, o volume do mês passado é 58,5% menor. No primeiro mês de 2019, parte dos embarques correspondeu a negócios envolvendo a safrinha de 2018. No acumulado do ano, o Brasil já exportou 5,976 milhões de toneladas de milho, número 39,7% inferior às 4,276 milhões de toneladas embarcadas nos dois primeiros meses de 2018.

A receita cambial em fevereiro totalizou US$ 309,9 milhões, alta de 54,8% em relação aos US$ 200,2 milhões registrados há um ano, mas queda de 57,8% ante janeiro deste ano, quando o faturamento com as vendas externas de milho chegou a US$ 734,1 milhões.

Em janeiro e fevereiro, os embarques de milho geraram uma receita total de US$ 1,044 bilhão, montante 56% superior ao faturamento de US$ 669,1 milhões obtido em igual período do ano passado. O preço médio do cereal exportado, considerando-se 20 dias úteis de fevereiro, foi de US$ 176,9 por tonelada, 10,8% acima dos US$ 159,6 apurados em igual mês de 2018 e 1,8% maior que os US$ 173,8 verificados em janeiro.

Fonte: Globo Rural / Agronews

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Desta vez não só ficarão acima do alcançado há um mês, como também devem superar as 291.034 toneladas de fevereiro de 2018

O volume diário exportado nos primeiros 16 dias úteis (e que deve sofrer variação mínima até o fechamento do mês, pois faltam apenas 4 dias úteis em fevereiro) se encontra em 16.263 toneladas, superando em 37% a média diária do mês anterior e em apenas 0,6% a média diária de um ano atrás.

Porém, a projeção para a totalidade do mês aponta outros resultados. Pois o projetado – 325 mil toneladas – irá significar aumento de 25% sobre janeiro passado e de 12% sobre fevereiro de 2018 – uma diferença devido ao número de dias úteis do mês (20 em fevereiro corrente; 22 em janeiro passado; e 18 em fevereiro de 2018).

Vale registrar que, nos 12 meses anteriores a fevereiro corrente, a média dos embarques diários ficou próxima de 15.125 toneladas. Assim, a atual média diária é 7,5% superior – um bom resultado para um início de ano.

Exportação de frango em fevereiro deve superar as 325 mil/t 1
Fontes: Avisite/Agronews

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