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TIM fecha parceria com Adecoagro para levar IoT ao campo

Projeto "4G TIM no Campo" chega ao Vale do Ivinhema (MS) possibilitando comunicação móvel entre máquinas e pessoas nas fazendas e usinas da companhia

A TIM acaba de fechar uma parceria com a Adecoagro, uma das principais empresas produtoras de alimentos e energia renovável da América do Sul. Por meio do projeto "4G TIM no Campo", a operadora irá levar sua rede de quarta geração para o Vale do Ivinhema (MS), fornecendo atendimento de voz, dados móveis e IoT com a instalação de equipamentos 4G (eNodeB) na faixa de 700MHz nas fazendas e usinas da companhia, o que permite melhor penetração do sinal e maior cobertura. A instalação da rede 4G da TIM possibilitará o aumento da produtividade da empresa, assim como a melhora da qualidade de vida da população da região que também terá acesso, pela primeira vez, à conectividade móvel.

O projeto "4G TIM no Campo" tem como principal objetivo viabilizar a digitalização e oferecer soluções inovadoras para o Agronegócio Brasileiro. A parceria com a Adecoagro prevê a cobertura de uma área de mais de 600 mil hectares possibilitando agilizar os fluxos de produção; automatizar o processo de apontamento (usando smartphones), e conectar computadores de bordo das máquinas agrícolas. Outro grande benefício é levar cobertura 4G em 700MHz para as cidades vizinhas a Adecoagro (Ivinhema, Angélica, Gloria de Dourados e Deodápolis), beneficiando mais de 100 mil habitantes da região.

"Poder contar com a Adecoagro como nosso parceiro no projeto '4G TIM no Campo' nos deixa muito orgulhosos. A estratégia da TIM é de levar a conectividade para o campo e se posicionar como grande parceiro de soluções dos principais players do agronegócio brasileiro. O setor já investe bastante em tecnologia, mas necessitava de uma solução de conectividade robusta e uma infraestrutura de ponta para acelerar o percurso da digitalização e do IoT. A TIM está ocupando justamente esse espaço, afirma Alexandre Dal Forno, Head de Produtos Corporativos & IoT na TIM Brasil, que vem liderando o projeto "4G TIM no Campo".

Para esta iniciativa, a TIM forneceu todo o sistema de comunicação de dispositivos móveis e soluções de Internet das Coisas (IoT), com investimentos em infraestrutura de rede na região e cobertura 4G nas suas áreas de produção e industrial, além de contar com a parceria da BRFibra, da BRDigital - entregando o Backhaul - e a tecnologia certificada para o Agronegócio da Nokia.

Serão ativadas de 1.516 linhas corporativas e o projeto permitirá o controle e o acompanhamento em tempo real das colheitadeiras e dos tratores da fazenda, assegurando decisões rápidas, com redução de custos, melhor manejo das lavouras e maior velocidade no escoamento da produção. A Nokia tem aplicado sua tecnologia celular e conhecimento para tornar mais eficiente a conexão das máquinas, acelerando o processo de digitalização do Agronegócio.

Esta é a terceira parceria do projeto "4G no Campo", iniciado em Goianésia (GO) junto com a Jalles Machado, agroindústria referência no setor sucroenergético nacional, localidade onde também contamos com o backhaul da BRDigital. Em outubro de 2018, a operadora também fechou contrato de piloto com a SLC Agrícola para ativação de cobertura 4G na Fazenda Panorama, na cidade de Correntina, na Bahia.

Fonte: Assessoria de Comunicação TIM

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A gestão 4.0 para a pecuária já é uma realidade acessível

Sistema multiplataformas Ideagri informatiza os processos de IATF e a coleta de dados no curral, permite o monitoramento mobile do rebanho e moderniza a gestão das pecuárias de leite e corte

Mesmo com tantos avanços tecnológicos no setor do agronegócio, os processos de gestão das pecuárias de leite e corte ainda representam um gargalo para o crescimento, competitividade e lucratividade das propriedades rurais. Produtores, técnicos e funcionários das fazendas ainda perdem muito tempo para capturar, processar e analisar informações. Dados de manejo animal deixam de ser aproveitados por falta de integração entre mecanismos e softwares utilizados.

Essas são situações ainda comuns na pecuária, em especial nas propriedades rurais que investiram em softwares e ferramentas de gestão e que, agora, sofrem pela falta de integração entre esses dispositivos. Ou, ainda, em fazendas nas quais o gerenciamento do negócio e do rebanho ainda é quase todo manual ou faz uso de recursos básicos, como as planilhas Excel.

Em termos de gestão econômica e financeira da atividade e do rebanho, porém, hoje é possível investir em alta tecnologia integrada com baixo custo, para simplificar e informatizar rotinas e processos, otimizar o tempo e facilitar a tomada de decisão. São sistemas que geram um histórico de indicadores e parâmetros da propriedade e permitem a comparação de dados zootécnicos. O resultado é uma gestão mais estratégica da fazenda e, consequentemente, mais produtiva, tornando-a mais lucrativa.

Com esse foco, a Ideagri, há 11 anos especializada no desenvolvimento de soluções tecnológicas para a gestão do agronegócio, lança agora a versão multiplataformas de seu software Ideagri. Com versões específicas para as pecuárias de leite e corte, trata-se de um sistema que acelera a coleta, o processamento, a utilização e o fluxo das informações na fazenda, gerando, com rapidez, relatórios analíticos e operacionais confiáveis. Qualquer que seja o tamanho da propriedade, esses sistemas permitem uma combinação de funcionalidades que se adequa ao perfil do usuário, com possibilidades de uso de diferentes interfaces para o melhor aproveitamento de cada ambiente: sem internet, no curral, no mobile (app) e no escritório.

“Cada fazenda é diferente e particular”, diz a diretora-executiva da Ideagri, Heloise Duarte. “Nosso software permite a adequação das demandas de cada produtor rural à realidade e à capacidade de desempenho de cada tecnologia, melhorando a qualidade da gestão e, portanto, a lucratividade”, diz ela. “O sistema integrado elimina muitas fichas, papéis, transposição de dados e, por isso, a informação final é mais confiável e os relatórios e rotinas específicas são mais consistentes”, diz ela.

Mercado de automação no campo em crescimento

“Toda a indústria da pecuária, seja do leite ou do corte, está caminhando para o modelo 4.0 da automação total, e quem quer seguir esse caminho vai precisar de um sistema de gestão informatizado e integrado, como o Ideagri Leite e o Ideagri Corte”, resume Heloise Duarte. De acordo com a diretora-executiva da Ideagri, o sistema atende hoje cerca de 4 mil fazendas de pecuária de leite e corte e a estimativa de crescimento para este ano é de 35%.

A modernização da gestão operacional e estratégica nas fazendas ainda não é padrão universal, mas está avançando. De acordo com o 2º Censo Agtech Startups Brasil, publicado recentemente e que consultou 184 produtoras de softwares e aplicativos, a receptividade do produtor rural brasileiro para novas tecnologias digitais é altíssima para 13% das empresas participantes, alta para 32% e intermediária para 42%. Os principais setores de atuação dessas empresas de tecnologia são os da soja (46%), milho (41%), pecuária de corte (30%), cana-de-açúcar (35%), café (25%) e da pecuária de leite (20%).

Ao mesmo tempo, o levantamento mostrou que, para 54% desses negócios - focados em novas tecnologias para o agronegócio - as soluções desenvolvidas dependem de internet, o que impede o crescimento de 32% dessas empresas. Enquanto que, para 46% desse universo, o produto não depende de conectividade no campo para operar, como é o caso dos sistemas Ideagri Leite e Ideagri Corte, que integram plataformas on-line e off-line.

Multiplataformas integradas on e off-line

O diferencial do Ideagri Leite e Ideagri Corte é sua capacidade de informatizar, de forma abrangente e integrada, a gestão econômico-financeira e animal, gerando índices relevantes às tomadas de decisões e gerenciamento eficiente do rebanho e da fazenda. A base desse sistema multiplataformas é o software Ideagri Desktop, que também está disponível na versão Ideagri Web, que consiste em um ambiente on-line seguro (nuvem) para armazenagem de backups e emissão de relatórios avançados, ou seja, pode ser acessado de qualquer ponto com conexão de internet.

A esse software, podem ser integradas outras plataformas opcionais, que operam on-line e off-line, como: o Ideagri IATF - para a gestão da inseminação artificial por tempo fixo; o Ideagri Coletor (Módulo Curral) – para a coleta dos dados no momento do manejo, permitindo ações simultâneas em diferentes pontos da fazenda e em tempo real, sem a necessidade de acesso à internet; e o Ideagri App (mobile) - aplicativo mobile que disponibiliza informações dos animais pelo celular.

“Dessa forma, o produtor pode capturar as informações com muito mais facilidade, transmiti-las para o sistema central, processá-las de forma integrada e gerar os relatórios que precisa para gerenciar sua propriedade”, define Heloise Duarte.
Fonte: Ideagri

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Sistema com inteligência artificial analisa a qualidade do café em minutos

A cadeia brasileira do café deve incorporar nos próximos anos um sistema inteligente e inédito para agilizar e melhorar o processo de certificação da bebida

A nova tecnologia emprega técnicas avançadas de computação para analisar e classificar, automaticamente e, em minutos, a qualidade global do café. A análise é realizada sem a necessidade de preparação da bebida, pois a tecnologia examina imagens do pó. Hoje, a avaliação de qualidade mais confiável é a análise sensorial em que provadores humanos degustam a bebida.

Batizada de CoffeeClass, a tecnologia foi desenvolvida por pesquisadores da Embrapa Instrumentação (SP) e utiliza visão computacional e inteligência artificial (IA) para aferir a qualidade global diretamente no café torrado e moído. O desenvolvimento e a aplicação do sistema podem contribuir para execução de políticas públicas e normas criadas para o setor, além de aproximar o consumidor de sistemas de certificação de qualidade. O café movimenta uma das principais cadeias do agronegócio brasileiro, que gera uma receita de cerca de US$ 5 bilhões anuais para o País.

A solução tecnológica interpreta padrões em imagens ampliadas do café torrado e moído e correlaciona-os com sua qualidade global identificada na bebida. Para isso, emprega técnicas de imagens de reflectância e fluorescência, que usam luzes diferenciadas sob a amostra do café torrado e moído para evidenciar compostos ligados à qualidade da bebida. No futuro, consumidor utilizará tecnologia no supermercado
A inteligência artificial embutida no sistema aprende a “olhar” a amostra, extrair padrões e predizer a classe de qualidade global do café em análise. A IA é uma área de pesquisa que reúne várias disciplinas e busca desenvolver métodos computacionais capazes de imitar habilidades cognitivas humanas, como aprendizado, lógica e otimização de processos.

Por enquanto, a ferramenta inteligente é um protótipo, mas já nasce com elevado potencial para provocar inovação na cadeia de valor do café. Acredita-se que, no futuro, o sistema poderá ser utilizado por produtores no próprio campo e até por consumidores nos supermercados.

O CoffeeClass será apresentado na Semana Internacional do Café, de 7 a 9 de novembro, durante a qual a Embrapa Instrumentação vai assinar um contrato de cooperação técnica com a Associação Brasileira da Indústria do Café (ABIC), visando melhorias na funcionalidade e desempenho no sistema. A assinatura vai ocorrer no dia 8, no centro de feiras Expominas, em Belo Horizonte (MG), sede do evento.

Computação inteligente para entender o café: A pesquisa com o CoffeeClass teve início em 2013 e foi desenvolvida pelo analista da Embrapa Ednaldo José Ferreira. O trabalho foi realizado no âmbito do Consórcio Pesquisa Café, criado em 1997 e que envolve cerca de 50 instituições de ensino, pesquisa e extensão rural, sob a coordenação da Embrapa Café. Ferreira conta que a pesquisa surgiu a partir de uma carência da cadeia que demandava uma ferramenta automatizada para a análise do cafezinho.

A proposta era gerar uma ferramenta automatizada para auxiliar o trabalho de provadores de café - especialistas em análise sensorial - e, assim, consolidar uma tecnologia especificamente voltada à certificação baseada na Qualidade Global (QG) do Programa de Qualidade do Café (PQC) da ABIC. A prova de conceito e o protótipo foram inicialmente pautados na classificação desse programa, mas, de acordo com Ferreira, a tecnologia pode ser adaptada a outros indicadores de qualidade do café.

A QG é a percepção conjunta de características, como aroma, sabor, corpo, acidez, adstringência, amargor, fragrância e outras que contribuem para a composição de uma nota global dentro de uma escala sensorial – 0 a 10 para o PQC da ABIC – usada como indicador da qualidade do produto. É realizada por uma equipe de especialistas treinados que usam como base do protocolo de análises o preparo padronizado de uma bebida de café, processo popularmente conhecido como “prova de xícara”.

O PQC, lançado em 2004, utiliza essa pontuação da QG para certificar o produto em três categorias: “Gourmet”, para cafés de altíssima qualidade; “Superior”, para cafés de qualidade relativamente alta e “Tradicional/Extraforte”, para cafés de qualidade recomendável e custo acessível.

Uma tecnologia fácil de ser usada: Doutor em Ciência da Computação e Matemática Computacional, Ferreira explica que foram testadas diversas ferramentas antes de se chegar ao CoffeeClass. “O foco da pesquisa sempre foi gerar um aparato simples e de baixo custo, que pudesse ser operado sem dificuldades, com comandos mínimos, por todos os atores da cadeia do café, na própria fazenda, antes de sair do campo, nos laboratórios, cooperativas, torrefadoras, supermercados, cafeterias, entre outros”, diz.

Ferreira recorreu à Ciência de Dados para realizar o estudo-piloto com 120 amostras de café torrado e moído, de várias regiões do País, já certificadas pelo PQC, que possibilitaram a geração de um banco com mais de 2.400 imagens digitais. “Identificamos o potencial e projetamos um módulo denominado de smart core (núcleo inteligente) baseado em um conjunto de métodos e técnicas de Inteligência Artificial que tem por objetivo aprimorar, automaticamente, o desempenho da análise”, explica.

Em testes de laboratório, a tecnologia identificou as categorias de café Gourmet, Superior, Tradicional e não recomendado com um percentual ligeiramente superior a 75% de acerto para amostras cegas.

O estudo envolveu microscópios digitais comerciais, de baixo custo, que usam diferentes LEDs (diodo emissor de luz, na sigla em inglês), como fonte de iluminação da amostra de um grama, aproximadamente, além de porta-amostra e software desenvolvidos pela Embrapa Instrumentação.

Ferreira explica que a interação de luzes distintas com a amostra de café produz padrões em imagens ampliadas por microscópios digitais, que permitem caracterizar o café. As luzes em comprimentos de onda distintos permitem detectar a composição do café, além de misturas com grãos de baixa qualidade (defeitos e outros), que interferem na qualidade global.

“As variações de coloração observáveis em imagens digitais ampliadas, adquiridas diretamente de uma amostra do café torrado e moído, revelam características intimamente ligadas à qualidade global do produto”, esclarece.

A ferramenta demonstrou potencial de acerto significativo nas análises em laboratório, no entanto, o líder do projeto acredita que é possível avançar mais e desenvolver outros indicadores para incrementar o CoffeeClass.

“O desafio agora é compreender as características reveladas pelo sistema inteligente e ampliar o horizonte de aplicação da tecnologia”, conta Ferreira. Para realizar essa nova etapa da pesquisa, ele diz que elaborou e submeteu um novo projeto ao programa Consórcio Pesquisa Café, com o qual pretende evoluir o estudo.

Na próxima fase, o trabalho vai unir diversas expertises oriundas de universidades, institutos de pesquisa, órgãos do governo, como o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e seus laboratórios oficiais (Lanagros), além de outras entidades de histórica e reconhecida excelência de atuação na cadeia do café.

“Visando automatizar e modernizar essas análises, a Embrapa Instrumentação, com o apoio do Consórcio Pesquisa Café e a parceria com a ABIC, vai finalizar e lançar essa tecnologia, inédita no mundo. O CoffeeClass, sem dúvida, vai revolucionar a classificação da qualidade dos Cafés do Brasil, para que, cada vez mais, possamos consolidar e conquistar novos mercados”, afirma o chefe de Transferência de Tecnologia da Embrapa Café, Lucas Tadeu Ferreira.

Empoderamento do setor: Para Karla Barros, barista de 24 anos que fez do hobby uma profissão, a nova tecnologia traz uma excelente oportunidade de empoderamento para o setor cafeeiro. “Acho que é uma ferramenta para ser usada até pelos agricultores para melhorar a produção no campo”, diz a especialista em café.

Engenharia civil, graduada no final de 2017 pela Universidade de São Paulo (USP, a barista se diz feliz com a nova profissão, iniciada há um ano, em um café bistrô em São Carlos (SP), após a realização de cursos em laboratórios de café, em São Paulo, capital.

“Somos capacitados teórica e tecnicamente para ser barista, que é um profissional especializado em preparar café de alta qualidade. Então, é bom saber que existe uma tecnologia capaz de analisar a qualidade da bebida que preparamos, das mais simples às mais elaboradas, de forma segura e rápida”, comenta.

Cooperação para aumentar a maturidade da tecnologia: A elevação do nível de maturidade tecnológica do CoffeeClass, visando a aproximação desse nicho mercado, está no radar da parceria com a ABIC, que já detém a expertise de certificação do PQC. A associação já certificou mais de 700 marcas no País.

Entre as ações previstas pela cooperação e que deverão ser executadas nos próximos 18 meses estão o projeto e o desenvolvimento de um novo sistema para armazenamento on-line de imagens e informações extraídas dos laudos de qualidade do PQC. Além disso, o pesquisador da Embrapa prevê que as amostras a serem providas pela ABIC viabilizarão a evolução tecnológica do CoffeeClass para representar melhor o universo da qualidade dos cafés brasileiros.

“O CoffeeClass é mais que um projeto de um equipamento. Ao abrir para o consumidor o conhecimento das características dos cafés, ele resolve um problema secular que é permitir que os consumidores percebam que os cafés não são todos iguais. Suas diferenças, desde a matéria-prima até a preparação da bebida, fazem a personalidade de cada café e permitem que o consumidor se identifique com o seu gosto e preferência”, avalia o diretor-executivo da ABIC, Natan Herszkowicz.

Segundo ele, o CoffeeClass vai desempenhar um papel fundamental na educação para o consumo. “Com ele as torrefadoras poderão definir exatamente o que vão oferecer, estabelecer e comprovar tecnicamente as diferenças entre seus produtos e os da concorrência, aumentando a transparência, tão importante na indústria de bebidas”, diz

“Acredito que o CoffeeClass vai influenciar positivamente o consumo de café. E vai colocar o Brasil na vanguarda da tecnologia aplicada à bebida”, conclui.

O tamanho do café brasileiro: Maior produtor e exportador de café, e segundo maior consumidor do mundo, o Brasil enviou a outros países, em 2017, mais de US$ 5 bilhões em grãos. A planta de origem africana gera o quinto produto na pauta de exportação do agronegócio brasileiro. Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a safra estimada para este ano é de quase 60 milhões de sacas de 60 kg de café beneficiado. O produto brasileiro está presente em mais de 120 países do mundo.

Dados do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé) apontam que, no período de janeiro a setembro de 2018, os Cafés do Brasil geraram US$ 3,536 bilhões de receita cambial, com 23,644 milhões de sacas de 60 kg exportadas. Esse volume é 7,3% superior ao registrado no mesmo período de 2017, que foi de 22,031 milhões de sacas.

De acordo com informações do Ministério da Agricultura, o setor cafeeiro ocupa uma área de dois milhões de hectares com cerca de 300 mil produtores, em cerca de 1.900 municípios, distribuídos em 11 estados: Minas Gerais, São Paulo, Espírito Santo, Bahia, Rondônia, Paraná, Rio de Janeiro, Goiás, Mato Grosso, Amazonas e Pará. A cadeia do café é responsável pela geração de mais de oito milhões de empregos no País.

Fonte: Embrapa Instrumentação

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PUC Minas Betim é a campeã da maratona de ideias Vacathon 2018, da Embrapa Gado de Leite

O objetivo principal do aplicativo é facilitar a procura pela melhor combinação genética possível

Foram cinco dias e 60 horas com o apoio de 40 profissionais para ajudar os estudantes de 16 universidades de Minas Gerais, São Paulo, Rio Grande do Sul, Pernambuco e Goiás a concluírem suas apresentações do Vacathon 2018, etapa do movimento IDEAS FOR MILK, que valoriza e fomenta ideias criativas e inovadoras para a cadeia do leite.. E valeu a pena. A Universidade Católica de Minas Gerais - Campus Betim foi a Campeã do Vacathon 2018. A equipe ‘Doce de Leite’ composta por Igor Gonçalves (sistemas de informação), Gustavo Dutra Moraes (ciências da computação), Rafael Santos e Bruno Guimarães (medicina veterinária) e Amanda Santos (engenharia de software) com o apoio do professor Ilo Rivero apresentaram o aplicativo I²A Connect, que funciona como o tinder da pecuária, potencializando a cadeia do leite.

O objetivo principal do aplicativo é facilitar a procura pela melhor combinação genética possível. Atualmente, os dados estão espalhados em catálogos e sumários em forma de gráficos e tabelas, dificultando o acesso, gerando atraso genético e, consequentemente, perda de investimentos. Com a convergência de dados, o I²A Connect representa uma grande oportunidade de negócio para os produtores, que poderão encontrar com maior facilidade a melhor genética (touros, sêmen ou embriões) e sua localização. A tecnologia mostrará o perfil completo do animal, como raça, características e produção, entre outros.

“A ideia, a partir de agora, é nos reunir para esquematizar a melhor forma de viabilizar esse projeto. Já conversamos com representantes de algumas empresas e produtores rurais no Vacathon e recebemos manifestação de interesse. De certa forma houve a confirmação do que acreditávamos. Há demanda pelo aplicativo para o produtor rural”, diz Rafael Santos.

Paulo do Carmo Martins, chefe-geral da Embrapa Gado de Leite, comenta que o IDEAS FOR MIK é uma junção da competência das universidades com os parceiros. “Chegamos ao fim do Vacathon 2018, maratona de ideias do IDEAS FOR MILK. E foi excelente. Conseguimos reunir um conjunto de universidades muito interessantes, com jovens interessados em criar soluções. Estamos fazendo um Brasil novo com estudantes preparados para ser os profissionais que o mercado precisa. Eles sabem compartilhar, trabalhar em conjunto, têm a capacidade de buscar informação e, em pouco tempo, criar uma solução efetiva para um problema que existe no campo e precisa ser resolvido. Mais do que soluções, estamos criando um novo ambiente para o leite no Brasil”, ressalta Paulo Martins.

Confira a classificação do Vacathon 2018, etapa do IDEAS FOR MILK:
Categoria Ouro
1o Lugar - Universidade Católica de Minas Gerais – Campus Betim
2o Lugar – Universidade Federal de Pernambuco
3o Lugar - Universidade Federal de Lavras
4o Lugar - Universidade Federal de Viçosa
5o Lugar – Faculdade Metodista Granbery (MG)

Categoria Prata
CEFET-MG Leopoldina
ESALQ e IF SP - Piracicaba
IF Sudeste MG - Juiz de Fora
Universidade Católica de Minas Gerais - Belo Horizonte
Universidade Federal de Juiz de Fora

Categoria Bronze
IF Sudeste MG - Rio Poma
IF Sul de Minas - Três Corações
Universidade Estadual de Goiás
Universidade Federal de Minas Gerais
Universidade Federal de Pelotas

Mais informações: www.ideasformilk.com.br

Fonte: Texto Comunicação

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Tecnologia poderá tornar agricultura mais sustentável

"A adaptação do sistema de produção de alimentos é urgente nas Américas"

Um relatório desenvolvido pela recém-criada Comissão de Adaptação Global (CGA) indica que a modernização dos sistemas agrícolas poderá ser fundamental para tornar a agricultura mais sustentável e menos agressiva ao meio ambiente. De acordo com Laura Meza, especialista principal do Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA) e coautora do relatório, a Comissão será muito importante para os agricultores das Américas.

"A adaptação do sistema de produção de alimentos é urgente nas Américas, não apenas devido à alta vulnerabilidade do setor às mudanças climáticas, mas também depende da manutenção e aumento da oferta de alimentos que o continente fornece ao mundo. Felizmente, não começamos do zero. Este documento dá conta de vários exemplos bem-sucedidos e comprovados que servem de base para promover uma transformação eficaz no campo ", explica.

Segundo a especialista do IICA, o relatório é dirigido a governos, setor privado, sociedade civil, organizações intergovernamentais e instituições de pesquisa, para que possam orientar seus esforços de adaptação na agricultura. Além disso, faz parte das ações do Instituto em seu compromisso de construir uma resiliência e ampliar as ações necessárias para a adaptação da agricultura no Continente.

"Em seu relatório mais recente, o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) observou que as comunidades que dependem da agricultura são desproporcionalmente afetadas pelos impactos e riscos associados às mudanças climáticas. Um aspecto particularmente preocupante é que, como sociedade, não estão se adaptando à forma e escala necessária para enfrentar os desafios colocados pelas alterações climáticas, daí a importância do documento preparado ", concluiu.

Fonte: Agrolink

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Os desafios da comunicação digital em discussão no SINDAN

O mundo digital está cada vez mais presente na vida das pessoas. Inteligência artificial, Internet das Coisas, Blockchains, Big Data são tecnologias inovadoras cada vez mais presentes no dia a dia

O mundo digital está cada vez mais presente na vida das pessoas. Inteligência artificial, Internet das Coisas, Blockchains, Big Data são tecnologias inovadoras cada vez mais presentes no dia a dia. Essa revolução atinge a todos e é intensa também entre os meios de comunicação.

Este foi o tema central do míni simpósio “Comunicação Digital”, promovido pela Associação Brasileira de Marketing Rural e Agronegócio (ABMRA) em parceria com o SINDAN, que recebeu mais de 40 profissionais de marketing e comunicação de empresas do setor produtivo, além de jornalistas e representantes de veículos de comunicação.

O evento apresentou dois cases para ilustrar os desafios do mundo digital. O jornalista Carlos Raíces, Diretor de Projetos do Valor Econômico, falou da estratégia do jornal, que nasceu em 2000 já com versão digital e atualmente está presente nas mais diversas plataformas digitais. “O nome do jogo é legitimidade”, disse Raíces. “Durante muito tempo, a marca Valor foi construída e atingiu elevado nível de reputação. Em todas as nossas frentes, essa marca é poderosa, com respeito e aceitação dos consumidores, inclusive nas mídias on-line”.

Raíces destaca a agilidade da comunicação como um fator extremamente desafiador para as empresas de comunicação. “Precisamos estar atentos todo o tempo e nos reinventar sempre. O momento de hoje certamente não será o modelo de amanhã. Porém, não tenho dúvida de que a qualidade do conteúdo foi, é e continuará sendo um driver fundamental nesse processo de atração da audiência”, destacou. Atualmente, as mídias do Valor recebem cerca de 2,5 milhões de visitantes únicos por mês, com um período de visitação de 35 minutos por visita!

Giuliano Girondi, Diretor de Transformação Digital do Canal Rural, citou algumas grandes corporações que desapareceram para falar do “dilema da inovação”, mal que afeta as empresas tradicionais. “Quem não se mexer agora não se mexerá amanhã pois estará morto”, disse.

Giuliano destacou que a comunicação digital está aí e quem não embarcou nessa onda “pode ter de abandonar o barco”. Ele usou o termo tsunami para se referir à força dessa revolução. “A tecnologia disponível já não causa surpresa. Ela se transforma no meio de fortalecer o mundo digital e impactar as pessoas. Nesse sentido, não se pode mais fazer uma única comunicação: é preciso ter modelos de contatos específicos com os diversos públicos-alvo. Um post do Facebook é para o Facebook. Se for fazer conteúdo para o Instagram, tem de ser em outro formato”, exemplificou.

Elcio Inhe, presidente do SINDAN e diretor da ABMRA, emendou que não apenas a comunicação, mas o mundo é digital e que interagimos diversas vezes no dia com as novas tecnologias. “Esse processo intensifica-se em uma velocidade jamais vista e as empresas e veículos de comunicação precisam se integrar ao processo com urgência. É questão de sobrevivência”.

Jorge Espanha, presidente da ABMRA, mostrou números da 7ª Pesquisa Hábitos do Produtor Rural, iniciativa da entidade e da Informa/FNP, para reforçar o crescimento da conectividade no campo, o que contribui para fortalecer a comunicação digital. “A pesquisa é clara em direcionar o futuro da comunicação para o ambiente digital. Seis em cada dez produtores rurais têm smartphone, o que lhes conecta diretamente com as novas tecnologias. O campo torna-se cada vez mais digital”, assinalou Espanha.

Fonte: Texto Comunicação

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