Estrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativa
PUC Minas Betim é a campeã da maratona de ideias Vacathon 2018, da Embrapa Gado de Leite

O objetivo principal do aplicativo é facilitar a procura pela melhor combinação genética possível

Foram cinco dias e 60 horas com o apoio de 40 profissionais para ajudar os estudantes de 16 universidades de Minas Gerais, São Paulo, Rio Grande do Sul, Pernambuco e Goiás a concluírem suas apresentações do Vacathon 2018, etapa do movimento IDEAS FOR MILK, que valoriza e fomenta ideias criativas e inovadoras para a cadeia do leite.. E valeu a pena. A Universidade Católica de Minas Gerais - Campus Betim foi a Campeã do Vacathon 2018. A equipe ‘Doce de Leite’ composta por Igor Gonçalves (sistemas de informação), Gustavo Dutra Moraes (ciências da computação), Rafael Santos e Bruno Guimarães (medicina veterinária) e Amanda Santos (engenharia de software) com o apoio do professor Ilo Rivero apresentaram o aplicativo I²A Connect, que funciona como o tinder da pecuária, potencializando a cadeia do leite.

O objetivo principal do aplicativo é facilitar a procura pela melhor combinação genética possível. Atualmente, os dados estão espalhados em catálogos e sumários em forma de gráficos e tabelas, dificultando o acesso, gerando atraso genético e, consequentemente, perda de investimentos. Com a convergência de dados, o I²A Connect representa uma grande oportunidade de negócio para os produtores, que poderão encontrar com maior facilidade a melhor genética (touros, sêmen ou embriões) e sua localização. A tecnologia mostrará o perfil completo do animal, como raça, características e produção, entre outros.

“A ideia, a partir de agora, é nos reunir para esquematizar a melhor forma de viabilizar esse projeto. Já conversamos com representantes de algumas empresas e produtores rurais no Vacathon e recebemos manifestação de interesse. De certa forma houve a confirmação do que acreditávamos. Há demanda pelo aplicativo para o produtor rural”, diz Rafael Santos.

Paulo do Carmo Martins, chefe-geral da Embrapa Gado de Leite, comenta que o IDEAS FOR MIK é uma junção da competência das universidades com os parceiros. “Chegamos ao fim do Vacathon 2018, maratona de ideias do IDEAS FOR MILK. E foi excelente. Conseguimos reunir um conjunto de universidades muito interessantes, com jovens interessados em criar soluções. Estamos fazendo um Brasil novo com estudantes preparados para ser os profissionais que o mercado precisa. Eles sabem compartilhar, trabalhar em conjunto, têm a capacidade de buscar informação e, em pouco tempo, criar uma solução efetiva para um problema que existe no campo e precisa ser resolvido. Mais do que soluções, estamos criando um novo ambiente para o leite no Brasil”, ressalta Paulo Martins.

Confira a classificação do Vacathon 2018, etapa do IDEAS FOR MILK:
Categoria Ouro
1o Lugar - Universidade Católica de Minas Gerais – Campus Betim
2o Lugar – Universidade Federal de Pernambuco
3o Lugar - Universidade Federal de Lavras
4o Lugar - Universidade Federal de Viçosa
5o Lugar – Faculdade Metodista Granbery (MG)

Categoria Prata
CEFET-MG Leopoldina
ESALQ e IF SP - Piracicaba
IF Sudeste MG - Juiz de Fora
Universidade Católica de Minas Gerais - Belo Horizonte
Universidade Federal de Juiz de Fora

Categoria Bronze
IF Sudeste MG - Rio Poma
IF Sul de Minas - Três Corações
Universidade Estadual de Goiás
Universidade Federal de Minas Gerais
Universidade Federal de Pelotas

Mais informações: www.ideasformilk.com.br

Fonte: Texto Comunicação

Estrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativa
Tecnologia poderá tornar agricultura mais sustentável

"A adaptação do sistema de produção de alimentos é urgente nas Américas"

Um relatório desenvolvido pela recém-criada Comissão de Adaptação Global (CGA) indica que a modernização dos sistemas agrícolas poderá ser fundamental para tornar a agricultura mais sustentável e menos agressiva ao meio ambiente. De acordo com Laura Meza, especialista principal do Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA) e coautora do relatório, a Comissão será muito importante para os agricultores das Américas.

"A adaptação do sistema de produção de alimentos é urgente nas Américas, não apenas devido à alta vulnerabilidade do setor às mudanças climáticas, mas também depende da manutenção e aumento da oferta de alimentos que o continente fornece ao mundo. Felizmente, não começamos do zero. Este documento dá conta de vários exemplos bem-sucedidos e comprovados que servem de base para promover uma transformação eficaz no campo ", explica.

Segundo a especialista do IICA, o relatório é dirigido a governos, setor privado, sociedade civil, organizações intergovernamentais e instituições de pesquisa, para que possam orientar seus esforços de adaptação na agricultura. Além disso, faz parte das ações do Instituto em seu compromisso de construir uma resiliência e ampliar as ações necessárias para a adaptação da agricultura no Continente.

"Em seu relatório mais recente, o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) observou que as comunidades que dependem da agricultura são desproporcionalmente afetadas pelos impactos e riscos associados às mudanças climáticas. Um aspecto particularmente preocupante é que, como sociedade, não estão se adaptando à forma e escala necessária para enfrentar os desafios colocados pelas alterações climáticas, daí a importância do documento preparado ", concluiu.

Fonte: Agrolink

Estrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativa
Os desafios da comunicação digital em discussão no SINDAN

O mundo digital está cada vez mais presente na vida das pessoas. Inteligência artificial, Internet das Coisas, Blockchains, Big Data são tecnologias inovadoras cada vez mais presentes no dia a dia

O mundo digital está cada vez mais presente na vida das pessoas. Inteligência artificial, Internet das Coisas, Blockchains, Big Data são tecnologias inovadoras cada vez mais presentes no dia a dia. Essa revolução atinge a todos e é intensa também entre os meios de comunicação.

Este foi o tema central do míni simpósio “Comunicação Digital”, promovido pela Associação Brasileira de Marketing Rural e Agronegócio (ABMRA) em parceria com o SINDAN, que recebeu mais de 40 profissionais de marketing e comunicação de empresas do setor produtivo, além de jornalistas e representantes de veículos de comunicação.

O evento apresentou dois cases para ilustrar os desafios do mundo digital. O jornalista Carlos Raíces, Diretor de Projetos do Valor Econômico, falou da estratégia do jornal, que nasceu em 2000 já com versão digital e atualmente está presente nas mais diversas plataformas digitais. “O nome do jogo é legitimidade”, disse Raíces. “Durante muito tempo, a marca Valor foi construída e atingiu elevado nível de reputação. Em todas as nossas frentes, essa marca é poderosa, com respeito e aceitação dos consumidores, inclusive nas mídias on-line”.

Raíces destaca a agilidade da comunicação como um fator extremamente desafiador para as empresas de comunicação. “Precisamos estar atentos todo o tempo e nos reinventar sempre. O momento de hoje certamente não será o modelo de amanhã. Porém, não tenho dúvida de que a qualidade do conteúdo foi, é e continuará sendo um driver fundamental nesse processo de atração da audiência”, destacou. Atualmente, as mídias do Valor recebem cerca de 2,5 milhões de visitantes únicos por mês, com um período de visitação de 35 minutos por visita!

Giuliano Girondi, Diretor de Transformação Digital do Canal Rural, citou algumas grandes corporações que desapareceram para falar do “dilema da inovação”, mal que afeta as empresas tradicionais. “Quem não se mexer agora não se mexerá amanhã pois estará morto”, disse.

Giuliano destacou que a comunicação digital está aí e quem não embarcou nessa onda “pode ter de abandonar o barco”. Ele usou o termo tsunami para se referir à força dessa revolução. “A tecnologia disponível já não causa surpresa. Ela se transforma no meio de fortalecer o mundo digital e impactar as pessoas. Nesse sentido, não se pode mais fazer uma única comunicação: é preciso ter modelos de contatos específicos com os diversos públicos-alvo. Um post do Facebook é para o Facebook. Se for fazer conteúdo para o Instagram, tem de ser em outro formato”, exemplificou.

Elcio Inhe, presidente do SINDAN e diretor da ABMRA, emendou que não apenas a comunicação, mas o mundo é digital e que interagimos diversas vezes no dia com as novas tecnologias. “Esse processo intensifica-se em uma velocidade jamais vista e as empresas e veículos de comunicação precisam se integrar ao processo com urgência. É questão de sobrevivência”.

Jorge Espanha, presidente da ABMRA, mostrou números da 7ª Pesquisa Hábitos do Produtor Rural, iniciativa da entidade e da Informa/FNP, para reforçar o crescimento da conectividade no campo, o que contribui para fortalecer a comunicação digital. “A pesquisa é clara em direcionar o futuro da comunicação para o ambiente digital. Seis em cada dez produtores rurais têm smartphone, o que lhes conecta diretamente com as novas tecnologias. O campo torna-se cada vez mais digital”, assinalou Espanha.

Fonte: Texto Comunicação

Estrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativa
Sem a agricultura de precisão, ninguém irá ao futuro no agro

Será possível levar seres humanos ao futuro sem um gigantesco esforço de educação na agricultura de precisão?

Não basta somente a educação passiva. Precisamos de educação persuasiva, ativa, entusiasmada e motivacional, pois o drama do aprendizado não está nos 20% que têm vontade e partem à frente; o drama da educação está nos outros 80%. Isso exige educadores persistentes e apaixonados para não deixarem seres humanos para trás.

Mas, o que isso tem a ver com o agronegócio?

Respondo sem pensar duas vezes: tem tudo a ver, pois quatro milhões de produtores rurais no Brasil, sendo que cerca de 70% respondem por menos do que 4% da renda bruta da produção da agropecuária brasileira.

Agora não venham com chororô, de que falta isso ou aquilo. Tudo falta, mas o que mais falta é o retorno forte e muito bem liderado da extensão rural brasileira.

Técnicos no campo ensinando a fazer e legítimos agentes do entusiasmo e da motivação dos produtores, principalmente os pequenos, que se não estiverem associados e cooperativados, poucas chances terão de ir ao mercado e ao futuro.

O Congresso Brasileiro de Agricultura de Precisão (ConBAP) 2018 foi realizado entre os dias 1 a 4 de outubro em Curitiba/PR. Ali se discutiu o estado mais sofisticado da arte tecnológica.

Há muito para ser feito na agricultura de precisão, já que a tecnologia do passado, conhecida há 40 anos, é muito mal usada. Para isso, precisa de extensão rural, técnicos no campo educando e motivando. Sem a agricultura de precisão, ninguém irá ao futuro no agro.

Precisamos urgente resgatar os extensionistas brasileiros, usando novas mídias e muita educação.

Por exemplo: em Mato Grosso, a Empresa Mato-grossense de Pesquisa e Extensão Rural (Empaer) quer inaugurar uma nova era, buscando parcerias com empresas privadas e ONGs para resgatar a dignidade de mais de 140 mil produtores familiares do Mato Grosso, seu alvo essencial.

Chegou a hora do regresso da extensão rural e da pesquisa no microbioma nos campos brasileiros com parcerias público-privadas, acima de tudo.

Por José Luiz Tejon Megido, membro do Conselho Científico Agro Sustentável (CCAS) e Dirige o Núcleo de Agronegócio da ESPM.

Fonte: CCAS - Conselho Científico Agro Sustentável

Estrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativa
Aplicativo calcula frete e conecta caminhoneiros a transportadoras

Tecnologia foi desenvolvida pela cooperativa Coamo, do Paraná, e pretende garantir serviço a motoristas e segurança a embarcadores

A Coamo, cooperativa de agricultores em Campo Mourão, na região Centro-Oeste do Estado do Paraná, lançou na terça-feira (16/10) o aplicativo Coamo Fretes, que conecta caminhoneiros e transportadoras. A ferramenta permite que o motorista divulgue qual tipo de serviço faz e o valor cobrado, e as empresas têm acesso às informações para poder contratar um profissional.

O dispositivo é gratuito e está disponível para download na loja do Google Play e funciona em aparelhos com sistema Android.

“O caminhoneiro cadastra seu veículo e informa quais são as transportadoras pelas quais costuma embarcar. Depois, para registrar sua disponibilidade e intenção de transportar para a Coamo, informa a data onde estará livre para embarque, o local pretendido para o carregamento e para onde quer ir”, explicou Airton Galinari, superintendente de Logísticas e Operações da cooperativa.

Caso o produto a ser transformado seja alimentício, o motorista deve informar o frete pretendido. “E esses dados, juntamente com o perfil do veículo, são confrontados com as cargas disponíveis na Coamo”, acrescentou Galinari.

Após baixar o aplicativo, o caminhoneiro precisa fazer um cadastro com informações pessoais básica, além de dados do veículo. Assim que o sistema encontra encontra uma carga compatível, a Coamo informa as transportadoras e elas entram em contato com o motorista para a conclusão da contratação de frete.

Segundo a cooperativa, usando o Coamo Frentes o caminhoneiro ganha visibilidade na entidade, tem prioridade nos fretes e garante a certeza de que irá receber o valor pretendido.

Fonte: GLOBO RURAL

Estrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativa
Campo dribla falta de internet para usar tecnologia de dados

Drones para capturar imagem da plantação e analisar seu desenvolvimento, sensores no solo para avaliar a necessidade de irrigação e análise de dados coletados por máquinas prometem trazer uma nova onda de ganho de produtividade no campo baseada na digitalização

Porém tornar o uso dessa tecnologia de dados viável depende do desenvolvimento de ferramentas que permitam driblar a falta de conectividade em grande parte da área rural brasileira.

Cleber Soares, diretor-executivo de tecnologia e inovação da Embrapa, diz acreditar que a maior parte dos ganhos do setor virá da agricultura digital, de ferramentas como inteligência artificial, visão computacional e internet das coisas.

"Já se investiu muito em melhoramento da estrutura genética dos grãos, na melhoria do sistema de produção. Quem trará os próximos ganhos de produtividade será a economia digital", afirma Soares.

Para tentar fazer com que essa promessa vire realidade, a fabricante de máquinas americana John Deere anunciou em maio parceria com a empresa de equipamentos de telecomunicações Trópico para instalar torres de transmissão em fazendas.

Rodrigo Bonato, diretor de vendas da companhia, explica que, quando há conexão, as informações colhidas por sensores das máquinas, como pulverizadores, tratores e colheitadeiras, podem ser transmitidas rapidamente para o escritório ou para a nuvem.

Com isso, ferramentas de análise de dados são capazes de dar orientações ao operador dos equipamentos.

Mateus Barros, líder de negócios para a América Latina da Climate, plataforma de tecnologia da Monsanto, diz que foi necessário adaptar os sensores que a empresa instala em máquinas nos Estados Unidos para que conseguissem coletar dados mesmo sem conexão.

O serviço da empresa combina dados sobre solo, plantio, clima e dados oriundos de máquinas, satélites e drones para dar recomendações para o produtor, como qual semente deve ter melhor desempenho no local, qual a data adequada para plantar e se há alguma falha na plantação.

A versão brasileira dos equipamentos envia as informações para tablets ou celulares via Bluetooth.

"A experiência vai ser ainda melhor quando a conexão à internet estiver presente. Mas, hoje, qualquer agricultor pode sincronizar a informação uma ou duas vezes por dia e ter benefícios", diz Barros.

No caso da startup Agrosmart, que instala sensores no solo e nas culturas para avaliar a necessidade de irrigação e o risco de pragas, a opção foi oferecer ao produtor uma rede privada para permitir transmissão de dados.

"A responsabilidade por resolver isso deve ser nossa, não do produtor", diz Raphael Pizzi, diretor de produto.

Ele explica que em regiões mais próximas a cidades, no Sudeste, a conexão é feita por GSM [tecnologia usada em redes de celulares]. Quando ela não está disponível, a empresa usa internet via satélite ou redes LoRa ou Sigfox.

Outra empresa nova do setor, a Horus, que fabrica drones e oferece serviços de mapeamento e monitoramento, de pragas e de problemas nutricionais, colocou nos equipamentos um cartão de memória para armazenar dados.

As informações são descarregadas mais tarde. "Temos resolvido a falta de conexão usando a criatividade", afirma Fabrício Hertz, fundador da startup.

Na empresa agroquímica Adamá, a falta de conectividade limita até mesmo os tipos de cultura nas quais a empresa usa armadilhas inteligentes.

A ferramenta, uma caixa com adesivo de hormônio para atrair pragas, que ficam grudadas ao encostar nele, e câmera para identificar o número de insetos capturados para avaliar a necessidade de uso de defensivos agrícolas, é oferecida para plantações de maçã, que se concentram na região Sul, onde há mais conexão com a internet.

Também serviriam para soja ou algodão em estados como Mato Grosso, mas a falta de conexão impede o procedimento, diz Roberson Marczak, gerente de inovação da empresa.

Segundo Eduardo Tude, presidente da consultoria especializada em telecomunicações Teleco, as redes de internet no Brasil foram criadas para cobrir áreas urbanas.

"As operadoras de celular devem investir em bandas voltadas para a internet das coisas a partir de 2019 para atender a esse público [rural]", diz

Fonte: Folha de S. Paulo

Página 1 de 14

Translator

Widget Instagram

Receba nossa newslleter

Receba nosso conteúdo gratuitamente.

Redes Sociais

Parceiros

abcindu.png

Nosso WhatsApp

Tropicalzebu.com.br &

Giristas do Brasil no WhatsApp

Whatssap
(62)9-8100.7914