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🐂🐄✔️Dia de Campo Tabapuã vai reunir pecuaristas do Brasil e exterior no interior de São Paulo. Evento, que faz parte do 2nd International Beef Symposium da Bayer, será realizado na Fazenda Água Milagrosa.Tabapuã, 29/03/2019 - No próximo dia 02 de abril, a Fazenda Água Milagrosa, pertencente ao Grupo Junqueira Rodas, um dos maiores do agronegócio brasileiro, será palco do Dia de Campo de um dos mais importantes eventos pecuários do calendário mundial - o 2nd International Beef Symposium (2º Simpósio Internacional de Carne), promovido pela Bayer, em parceria com a Scot Consultoria. Com início em 31/03, em Ribeirão Preto, o evento deverá contar com participação de 220 produtores e pecuaristas do mundo todo, que se reunirão para conhecer as novidades do mercado de carne bovina, sanidade animal, manejo e perspectivas do setor.

Na Água Milagrosa, o grupo participará do Dia de Campo, vivenciando na prática como é o berço de uma raça, origem e desenvolvimento, principais características, produção e tratamento. O Tabapuã é o único zebu considerado genuinamente brasileiro. O evento será aberto pela CEO do Grupo Junqueira Rodas, Sarita Junqueira Rodas, seguido de palestra técnica sobre o gado Tabapuã com o zooctecnista e gerente de pecuária da Fazenda Água Milagrosa, Paulo Camargo, especialista em Tabapuã.

“O rebanho Tabapuã, segundo dados da Associação Brasileira de Criadores de Zebu, a ABCZ, é um dos que mais cresceram na última década, mais de 50%. São mais de 400 mil animais registrados em todo o País e uma das raças mais rentáveis, garantindo ótima produtividade para os produtores”, afirma Sarita.

Na programação do simpósio também constam painéis temáticos, promovidos pela Bayer e Scot Consultoria, em que os participantes poderão conhecer as novidades sobre controle de parasitologias, sustentabilidade, inovação digital e bem-estar animal. Umas das vivências previstas é o transporte de animais, em que o grupo entrará em um caminhão, utilizado para transporte de animais, a fim de saberem como se sente o gado durante o transporte.

A prática, promovida pela Bayer, visa conscientizar produtores sobre a importância do bem-estar animal relacionado à produtividade no campo.

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IMG 20181216 112021Brasil bate recorde de exportação de gado vivo, diz Scot Consultoria
Tanto o número de bovinos embarcados quanto o faturamento mais do que dobraram na comparação entre 2018 e 2017
11 de janeiro de 2019 às 10:11 / Por Canal Rural
Segundo o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, foram exportadas 39,8 mil cabeças de bovinos em dezembro, com um faturamento total de US$25,11 milhões. O volume foi 42,2% menor que em novembro, o que já era esperado por dezembro ser um mês em que as negociações perdem ritmo devido às festividades. Os países importadores no mês de dezembro foram Egito (17,7 mil cabeças), Turquia (13,5 mil cabeças), Jordânia (2,9 mil cabeças), Iraque (2,5 mil cabeças) e Líbano (3,0 mil cabeças).

Onde a FIV pode contribuir para esse crescimento e melhoria de qualidade dos animais?
Artigo: Paulo Henrique F. Vieira (Veterinário CRMV-GO 6006)

A reprodução, é referência mundial pelo volume de dados que acumulam 379.237 embriões produzidos em 2016 e 345.528 produzidos em 2017, segundo a Sociedade Brasileira de Transferência de embriões e a Inseminação Artificial em Tempo Fixo ultrapassa os 10,5 milhões de procedimentos ao ano. O fato é que esse conjunto de práticas, em um nível mais elevado do uso de tecnologias produtivas, tem garantido ao país de cumprir o papel de ser fonte de alimento para o mundo. Diante deste cenário, o pecuarista deve estar atento às novas técnicas e tendências do mercado para acompanhar o ritmo de demanda. É o que fazendas não só de gado de corte, mas também de leite do País fazem há algum tempo: adotam técnicas avançadas, entre elas a Inseminação Artificial em Tempo Fixo (IATF) e a Produção In Vitro de Embriões (FIV), para atender de maneira mais rápida possível a demanda do mercado. A FIV é uma tendência para o desenvolvimento da pecuária e vem sendo largamente implementada nos rebanhos bovinos comerciais.

IMG 20181229 WA0007Com o uso da técnica de fertilização in vitro (FIV) na reprodução de bovinos, o caminho da seleção e do melhoramento genético pode ser encurtado em pelo menos três gerações ou cerca de 30 anos de seleção, permitindo rápidos saltos na produção e na qualidade de carne. Enquanto nas outras técnicas de reprodução (monta natural e IATF), as fêmeas poderão produzir apenas 1 bezerro (a) por ano. Já na utilização da FIV, esta técnica poderá proporcionar que cada fêmea venha produzir até 50 bezerros dentro de um ano.

O mecanismo de produção In Vitro de Embriões (PIV) é constituído por três etapas: Maturação in vitro (MIV), Fertilização in vitro (FIV) e cultivo in vitro (CIV). Na FIV, oócitos (Células sexuais femininas) aspirados nos folículos ovarianos de uma vaca, são fecundados em laboratório, por espermatozoides contidos no sêmen de um touro. Os embriões originados desse processo são transferidos a uma fêmea receptora, que deve ser preferencialmente novilha ou vaca de primeira cria. Sem dúvidas é ganho para o produtor que almeja melhorar a genética do rebanho.

Talvez os criadores não saibam que podem comprar um processo de tecnologia ou genética por um preço mais baixo que há alguns anos. É possível financiar a aquisição de prenhezes de animais extremamente produtivos e premiados e obter retorno imediato, já que as mães e os pais são provados. Podendo ser trabalhado sêmen de Aberdeen Angus sexado de macho, na qual vamos produzir maior número de indivíduos destinados aos confinamentos ou a exportação. Indivíduos sendo desmamados mais precoces, ou seja, mais cedo com média de 6 a 7 meses de idade. Podendo assim reduzir o intervalo entre partos, reduzir a lotação de animais na fazenda, descansar mais cedo a vaca e aumentando o peso á desmama Chegando a produzir de 1@ a 1,5@ a mais em comparação à bezerros oriundos de outras técnicas.

Colunista da Tropicalzebu.com.br & Parceiro.

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A partir de maio, a vacina que imuniza a Febre Aftosa em animais terá a dose reduzida de 5 ml para 2 ml

De acordo com as ações do Programa Nacional de Erradicação da Febre Aftosa (PNEFA) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), com a mudança, a expectativa é de que diminuam as ocorrências de reação nos animais.

Se considerarmos o alto custo da vacina, talvez seja inteligente a decisão de diminuir a dose utilizada para imunizar um animal. É a resposta a um eco dos produtores que se repete há vários anos. No entanto, o que o produtor precisa estar atento é que de forma isolada, a diminuição dos índices de lesões na carcaça por reação vacinal não irão diminuir se ele não aplicar as técnicas de manejo racional e bem-estar animal ao seu rebanho.

O provável é que este índice de lesões vacinais caia ainda mais, mas somente nas propriedades que já adotaram as boas práticas. Àqueles locais que já utilizam corretamente o produto e seguem as orientações do fabricante, aplicando no local indicado (tábua do pescoço) e sem o manejo aversivo.

Infelizmente, naquelas fazendas em que não se dá a devida importância ao manejo – ainda maioria esmagadora – a iniciativa da dose reduzida não surtirá efeito algum. Se os animais continuam sendo vacinados sem contenção adequada e até mesmo em lugar incorreto, a lesão vacinal continuará presente, causando prejuízos financeiros ao produtor.

E o que podemos fazer para uma mudança positiva efetiva?

A resposta está em várias frentes. Uma delas é oferecer treinamento para a mão de obra e melhorar as condições de trabalho dos funcionários. Vemos por aí equipamentos de contenção ultrapassados, que exigem do aplicador um verdadeiro malabarismo para que ele consiga aplicar o medicamento na tábua do pescoço dos animais.

Outra mudança é investir na melhora dos equipamentos utilizados, como seringas e aplicadores. Muitos ainda são difíceis de higienizar, desmontar e as doses são imprecisas. Já vi casos em que os peões precisam de tratamento para LER (lesão por esforço repetitivo) após o período de vacinação, pelas péssimas condições de trabalho.

Outra iniciativa que traz benefícios é seguir rigorosamente as orientações de conservação e compra da vacina. O governo recomenda que as doses sejam adquiridas somente em lojas registradas. Também é necessário que se verifique se estão na temperatura correta: entre 2°C e 8°C. Para transportá-las, deve ser utilizada uma caixa térmica, com três partes de gelo para uma de vacina, lacrando-a ao final. E, a vacina deve ser mantida no gelo até o momento da aplicação.

Mas muitas vezes, esta não é a realidade do campo. Na região Centro-Norte do País, a energia elétrica é tão inconstante nas fazendas, que não se consegue conservar alimentos. Então, imagine a vacina.

É preciso implantar e exigir da porteira para dentro soluções mais eficazes que apenas reduzir a dose vacinal. Então, o menor volume na imunização só impactará no menor porcentual de lesões, caso ocorram mudanças em todos os envolvidos. Caso contrário será mais uma vez, apenas uma medida paliativa.

Por Renato dos Santos - Médico-veterinário e consultor de bem-estar animal e manejo racional da Beckhauser

Mais informações: beckhauser.com.br

Fonte: Attuale Comunicação

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Feira que irá comemorar os 100 anos da ABCZ prevê uma programação ainda maior e deve movimentar cerca de 200 milhões de reais

Se uma grande comemoração pede uma grande festa, a 85ª ExpoZebu irá cumprir sua missão. A feira que irá celebrar o primeiro centenário da Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ) foi lançada oficialmente nesta terça-feira (12), apresentando uma programação ainda maior, na comparação com anos anteriores, além da previsão de grande movimentação financeira. O evento foi realizado no Centro de Eventos Rômulo Kardec de Camargos, no Parque Fernando Costa, e reuniu lideranças do setor, autoridades políticas, jornalistas e formadores de opinião, que conheceram em primeira mão os detalhes da feira.

“Faltando ainda pouco mais de um mês para a abertura oficial da feira já podemos dizer, com toda segurança, que essa será a maior edição dos últimos anos. E essa garantia está em alguns números que demonstram, inclusive, a grande expectativa do público e do setor. Teremos mais leilões, mais shows e até um evento que irá colocar nossa feira no livro dos recordes. O primeiro Centenário da ABCZ, claro, merece uma grande comemoração e é isso que iremos oferecer aos visitantes da feira”, garante Arnaldo Manuel de Souza Machado Borges, presidente da ABCZ.

Ele reforça ainda que dessa vez a feira será realizada de 27 de abril a 5 de maio, no Parque Fernando Costa, em Uberaba (MG), apresentando novidades nos julgamentos, e até o registro de uma nova raça. A expectativa é de que nesse período, mais de 280 mil pessoas passem pelo local, representando um crescimento de aproximadamente 20% em relação ao público da edição passada.

Uma grande programação de entretenimento e cultura também está prevista, com cinco shows nacionais, várias opções gastronômicas e uma nova mostra no Museu do Zebu.

Confira abaixo mais detalhes da 85ª ExpoZebu:

Movimentação financeira: para atender a grande demanda, a ABCZ ampliou a área comercial do Parque Fernando Costa, que, inclusive, está praticamente 100% ocupada. Com mais de 150 expositores, mais uma vez a feira deve ser marcada por uma grande movimentação financeira. Entre os atrativos, está a possibilidade de adquirir caminhonetes e utilitários a preços de fábrica.

A expectativa é de que ao longo dos nove dias de feira sejam movimentados mais de R$200 milhões, superando os R$176 milhões registrados em 2018. Boa parte dessa expectativa positiva também tem a ver com o número de leilões e shoppings de animais programados, que ultrapassa a quantidade realizada no ano passado. Dessa vez serão 33 eventos comerciais ante 28 promovidos na temporada anterior.

Museu do Zebu: Parada obrigatória para quem quiser conhecer um pouco mais da história das raças zebuínas no Brasil, o Museu do Zebu também prepara uma programação específica para a feira. Com inauguração marcada para o dia 25 de abril, a 36ª Mostra do Museu do Zebu, claro, irá contar os 100 anos de criação da ABCZ. Os tradicionais projetos ‘Zebu na Escola’ e ‘Zebu na Universidade’ também estão na programação, que inclui ainda o lançamento de uma nova edição da revista ‘Turma do Zebuzinho’.

Julgamentos: Os trabalhos no Recinto de Avaliação das Raças Zebuínas, como um dos pontos mais importantes da feira, também apresentam novidades. As mudanças são, principalmente, no que diz respeito a idade máxima para algumas raças.

Já repetindo o sucesso da edição passada, a modalidade de jurado único continua valendo para todas elas. Dessa vez os julgamentos acontecem de 28 de abril a 4 de maio, sendo que os campeonatos Matriz Modelo- Prêmio Orestes Prata Tibery Júnior e Modelo Frigorífico, também estão confirmados. Ainda na lista de novidades nos julgamentos, está a participação de animais da raça Girolando.

Concurso leiteiro: Na grande festa da pecuária nacional, destaque também para o potencial das raças zebuínas leiteiras. E, mais uma vez, ele será testado em dois formatos de competição. O primeiro deles, inclusive começa antes mesmo de o Parque Fernando Costa abrir os portões para a ExpoZebu 2019. Trata-se da ‘5º Concurso Leiteiro de Fazenda’ que, novamente, será realizado na Fazenda Experimental da ABCZ –Orestes Prata Tibery Jr. Nessa modalidade, o período total do concurso será de 20 dias, em que 15 dias serão para adaptação e os outros cinco para prova efetiva. Ao todo serão realizadas dez ordenhas oficiais, sendo que a primeira será efetuada no dia 8 de abril e a décima no dia 12 de abril. Já no Concurso Leiteiro tradicional, que acontece durante o período da feira, a promessa esse ano também é de uma competição ainda mais acirrada e com filtros mais rigorosos. A começar pela fiscalização, que se iniciará 48 horas antes da primeira ordenha oficial. Vale destacar ainda que os resultados serão apresentados da seguinte forma: 1- Produção total de leite e leite corrigido para sólidos totais; 2- Produção média de leite e leite corrigido para sólidos totais, obtida em 24 horas.

Nova raça: A lista de raças registradas pela ABCZ vai ganhar uma nova categoria nesta edição da ExpoZebu. É que durante a feira a entidade fará os primeiros registros da raça Punganur. Os animais são conhecidos por possuírem pelagem, formato de cabeça e rusticidade muito parecidos com os de outras raças zebuínas já difundidas no Brasil, mas apresenta grande diferença no porte físico já que mesmo depois de adultos, normalmente, não passam de um metro de altura. O registro da raça, com o objetivo de preservação, foi aprovado pelo Conselho Deliberativo Técnico da ABCZ e autorizado oficialmente pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. A primeira marcação está prevista para o dia 2 de maio, às 8h, no Recinto de Avaliação do Parque Fernando Costa.

Guiness Book: Da ExpoZebu direto para o livro de recordes. Será assim um dos eventos que, sem dúvida nenhuma, mais movimentará o público durante a feira. Trata-se do ‘Zebu para Todos’, onde serão preparadas seis toneladas de carne. A Zebuiada será desenvolvida pelo Chef Allan Vila, e feita com base de acém e coxão duro de Zebu. A receita será preparada ao vivo, no último dia da feira (05/05), no Pavilhão Multiuso do Parque Fernando Costa.  Todo preparo será acompanhado por fiscais do Guiness Book, já que a quantidade deve quebrar o recorde mundial e colocar a feira no livro dos recordes. Segundo o site oficial do Guiness Book, o recorde atual de é de 4,770.52 toneladas e foi registrado nos Emirados Árabes, em dezembro de ano passado. Para ter acesso ao local, o visitante deverá doar 1 litro de leite, que dará direito a degustar a receita. As arrecadações serão encaminhadas para o ‘Zebu do Bem’.

Além do recorde com a zebuiada, o último final de semana da ExpoZebu promete deliciar os visitantes com o ‘Zebu 100 Fronteiras – O Churrasco’. O evento realizado na tarde de sábado (4), logo após o anúncio dos Grandes Campeões da ExpoZebu, oferecerá um super churrasco com acompanhamentos da alta gastronomia. Para esse evento será cobrado ingresso no valor de R$100 (lote promocional), com bebidas a parte.

Shows: A programação de entretenimento na feira, mais uma vez, conta com grandes shows nacionais em uma temporada ainda maior que na edição passada. Desta vez serão cinco atrações, em quatro noites de apresentações. A primeira delas será com o fenômeno feminino do sertanejo, Marília Mendonça, no dia 30 de abril. Já no dia 2 de maio quem sobe ao palco da ExpoZebu é cantor Ferrugem. No dia 3 será a vez de Gusttavo Lima, e, encerrando a agenda, duas atrações se apresentam no dia 4: Gustavo Mioto e Diego & Victor Hugo. Entre as vantagens para os associados da ABCZ, está o desconto de 10% na compra dos ingressos.

Opções gastronômicas e o tradicional parque de diversão, além dos bares e restaurantes que já funcionam no parque, também fazem parte da programação de entretenimento da feira.

ABCZ Mulher: Um espaço só para elas, na maior feira da pecuária zebuína. Durante a ExpoZebu, as mulheres associadas da ABCZ terão um ponto de encontro no Parque Fernando Costa. O espaço ‘ABCZ Mulher’ vai funcionar ao lado do Palanque Oficial, onde as criadoras poderão se reunir para conversar e ter acesso a serviços de beleza e comercialização de itens como joias e produtos de higiene pessoal.

ABCZ Jovem: Para a nova geração de produtores rurais, uma programação específica também foi desenvolvida. Em parceria com a Sociedade Rural Brasileira, uma edição especial do Encontro Rural Jovem será realizada. Em pauta, temas como a pecuária de alta precisão, empreendedorismo, desafios e perspectivas do agronegócio brasileiro. São esperadas cerca de 600 pessoas no evento, que será realizado no Tatersal Rubico Carvalho, no dia 3 maio, das 08h às 12h.

Internacional: Depois do recorde histórico em 2018, quando a ExpoZebu recebeu oficialmente 512 pessoas em 36 comitivas estrangeiras, há muita expectativa para a chegada do público internacional. Uma programação específica já está sendo definida, incluindo os tradicionais projetos Comprador e Imagem Brazilian Cattle, Farm Tour’s por fazendas e empresas de genética na região, e uma nova rodada de palestras técnicas. Vale ressaltar que o espaço para a recepção deste público ficou ainda melhor, com a ampliação e reforma do Salão Internacional.

Lançamentos. Tradicionalmente palco de grandes debates culturais, a ExpoZebu, mais uma vez, será cenário de importantes lançamentos. Entre eles a terceira edição do livro ‘ABCZ: 100 anos de História e Histórias’, atualizado pelas historiadoras Maria Antonieta Borges Lopes, Eliane Mendonça Marquez de Rezende e equipe; a versão imprensa do livro ‘Leite Cru: A verdade nua e crua que vai mudar sua vida’, do médico cardiologista Wilson Rondá Júnior; a obra ‘Fazenda Guarita 100 anos – Memória da Noroeste Paulista’, comandada pelo economista e agropecuarista Dario Guarita Filho; e o livro ‘Ongole (Nelore) de 1885 a 2016’, do empresário Mullapudi Narendra Nath.

Equishow: Uma grande programação com equinos também movimentará a ExpoZebu, na Fazenda Experimental Orestes Prata Tibery Júnior. A ABCZ Equishow já conta com a confirmação de três raças diferentes: Quarto-de-Milha, Mangalarga e Crioulo. Competidores de todo o país prometem se superar nas provas de tambor, baliza, marcha e ranch sorting, modalidade que se baseia na prática de apartação de gado. Além dessas atividades, uma grande novidade marcará os dias 04 e 05 de maio. Trata-se da ‘1ª Prova de Marcha de Muares da ExpoZebu’, quando serão julgados os seguintes quesitos: Estilo, Comodidade, Resistência, Rendimento e Regularidade.

Dias de Campo: A apresentação de novidades tecnológicas e pesquisas do setor também tem espaço garantido na programação da feira. Ainda na Fazenda Experimental Orestes Prata Tibery Júnior os visitantes terão a oportunidade de participar de ‘Dias de Campo’. Em parceria com a Embrapa, haverá exposição de diversas forrageiras, como Ipyporã, Tamani; Zuri; Quênia; Paiaguás e Piatã. Os visitantes também conhecerão um exemplo de Integração Lavoura- Pecuária-Floresta (ILPF), formado por plantações de milho e sorgo consorciadas com braquiária, e as variedade silvícolas de teca, acácia, mogno africano, nim e eucalipto. Este ano, a ABCZ espera superar a quantidade de visitantes registrada em 2018, quando mais de três mil pessoas passaram pela Fazenda Experimental. Os Dias de Campo serão realizados de 1º a 3 maio.

Homenagens: Palco também de grandes homenagens a quem faz a diferença no setor, a ExpoZebu 2019 também programou uma série de cerimonias para o reconhecimento público de personalidades e entidades. No ‘Mérito ABCZ’, dessa vez 33 pessoas, entre criadores, técnicos e personalidades serão agraciadas. A cerimônia está prevista para o dia 3 de maio, no Centro de Eventos Rômulo Kardec Camargos. Na mesma noite, as Associações Promocionais das Raças Zebuínas também serão homenageadas com a ‘Moção Reconhecimento ABCZ 100 anos’.

Ainda na programação de homenagens, no dia 30 abril, outras 30 entidades e instituições classistas receberão o reconhecimento público da ABCZ

Saiba mais diretamente no site da Expozebu

Fonte: http://www.portaluberaba.online/expozebu-2019-e-lancada-oficialmente-em-uberaba/

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Em Mato Grosso do Sul, equipes de controle da raiva da Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal (Iagro), realizaram no mês de fevereiro um trabalho em 255 propriedades rurais em regiões de risco para ocorrência da raiva

Também foram vistoriados 99 abrigos onde foram capturados e controlados 567 morcegos hematófagos.

Segundo relatório apresentado pelo Fiscal Estadual Agropecuário, Fabio Shiroma de Araujo, coordenador dos programas Nacional de Controle da Raiva dos Herbívoros (PNCRH) e de Prevenção e Vigilância da Encefalopatia Espongiforme Bovina (/PNEEB), entre as ações preventivas, destacam-se as realizadas às margens do Rio Pardo e afluentes (municípios de Santa Rita do Pardo, Bataguassu, Brasilândia, Ribas do Rio Pardo) com vistoria de 45 abrigos onde 355 morcegos hematófagos foram capturados e controlados.

Já na região Sudeste do Estado (Novo Horizonte do Sul, Batayporã, Taquarussú, Nova Andradina), próximo às margens dos Rios Guiraí e Ivinhema, foram realizadas visitas a 42 propriedades rurais em região com casos de raiva e vistorias em 14 abrigos com captura e controle de 131 morcegos hematófagos.

Além destes, foram realizadas vistoria de abrigos nos municípios de Aral Moreira, Amambai, Coronel Sapucaia, Aquidauana, Sidrolândia, Jaraguari, Nova Alvorada do Sul, Cassilândia, Costa Rica, Pedro Gomes, Jardim, Guia Lopes da Laguna, Eldorado, Iguatemi, Japorã, Mundo Novo, Itaquiraí, Caarapó.

Nesta sexta-feira, dia 15 de março, uma equipe esteve as margens da Serra do Rio Negro com São Gabriel do Oeste para verificação da suspeita de raiva por conta da mortalidade de bovinos e equinos. Na próxima semana eles realizarão ações de contenção de um foco confirmado ás margens do Rio Negro, em Aquidauana.

Segundo Shiroma, a situação que será averiguada hoje serve como exemplo para lembrar os produtores da importância de comunicarem o Iagro local sobre animais com sintomas da raiva e a presença de abrigos de morcegos. “Se houver uma suspeita é importante ressaltar que não se deve manusear o animal. Caso haja contato com animal com suspeita, ou haja agressão de um cão, gato ou morcego o indivíduo deve procurar a Unidade Básica de Saúde mais próxima, imediatamente”. Completou.

Raiva: A Raiva é uma enfermidade que acomete o Sistema Nervoso Central (SNC) dos mamíferos, inclusive o Homem, e que a letalidade é próxima a 100%. Segundo a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), morrem aproximadamente 60.000 pessoas por ano no Mundo por conta desta zoonose. Desse montante, em torno de 95% dos casos foram adquiridos através de agressões por cães, sendo que as crianças é são as mais afetadas nos países em desenvolvimento. As ocorrências se dão tanto no meio rural quanto urbano.

Ciclo rural: a transmissão ocorre entre os morcegos, geralmente morcegos hematófagos (que se alimentam de sangue). Quando estes estão contaminados com o vírus, transmitem aos animais dos quais estão se alimentando (bovinos, equinos, ovinos, caprinos), sendo que estes contraem a enfermidade e começam a apresentar os sinais clínicos entre 30 e 60 dias após a contaminação.

Nesses casos, toda vez que os moradores da área rural encontrarem os animais com perda de apetite, salivação, andar cambaleante, não consegue se alimentar nem se movimentar e vem a óbito entre 3 e 7 dias após; possuírem animais com sugadura por morcegos hematófagos e/ou tiverem conhecimento de abrigos com morcegos, comunicarem a Unidade Local da IAGRO mais próxima e não manusearem estes animais. Vale lembrar que quando os morcegos não encontram os animais, podem sim sugar os humanos.

Ciclo Urbano: é muito mais preocupante, pois os principais transmissores (cães, gatos e morcegos) estão em íntimo contato com o Homem, aumentando assim a possibilidade de contaminação ao ser humano. Nos cães e/ou gatos a transmissão ocorre entre eles e por estarem próximos ao Homem podem agredi-lo e transmitir o vírus. Já nos morcegos assim como nos cães a transmissão ocorre entre estes.

Quando estes estão contaminados e saem para se alimentarem (geralmente espécies que se alimentam de insetos e frutas, ou seja, não hematófagos), não conseguem retornar ao seu abrigo e são encontrados durante o dia nas casas/apartamentos ou quintais e que se forem manipulados pela população ou animais (cães e gatos) podem transmitir a doença.

Quando um cão ou gato estiver com alteração do comportamento, salivação, agressividade, ou encontrar qualquer morcego durante o dia na sua residência, procurar o Centro de Controle de Zoonoses ou Vigilância Sanitária de seu município.

Fonte: Semagro/Agronews

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No último dia 22 de fevereiro, a Associação Nacional de Criadores e Pesquisadores (ANCP) realizou o 1º Workshop Internacional de Melhoramento Genético Bovino

Realizado na Universidade Evangélica Boliviana, em Santa Cruz de la Sierra (Bolívia), o evento teve como principal destaque o lançamento do primeiro Sumário de Touros Nelore e Brahman ANCP Bolívia, novidade que agradou a todos os presentes e toda a comunidade pecuária do país vizinho.

O importante encontro, que reuniu cerca de 250 participantes, entre criadores, técnicos e estudantes bolivianos, contou com palestras, apresentadas pela equipe técnica da ANCP no Brasil: Professor Raysildo Lôbo, Argeu Silveira, Fernando Baldi e Letícia Castro; Juan Antonio Pereira, da ANCP da Bolívia, e Luis Levin Camaripano, da Estâncias Espíritu.

Para Juan Pereira, o processo de melhoramento genético das raças Nelore e Brahman na Bolívia é fortemente apoiado pela ANCP e pelo trabalho dos produtores que participam dos programas da ANCP. “Neste workshop também foi apresentado o sumário, que, sem dúvida, é um marco fundamental para todo o rebanho de bovinos de corte em nível nacional da Bolívia. Agradecemos aos pecuaristas e técnicos bolivianos pelo excelente trabalho na criação e seleção de bovinos de corte.”, ressalta.

Fonte: NewsPrimeNewsPrime

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