Ultron da 2L é vendido por R$ 72 mil no Leilão do Adir

Com a venda de 51 touros da raça Nelore, o remate anual de reprodutores do Grupo Adir movimentou R$ 838.800,00, em um dos leilões mais aguardados do estado de Goiás

Com a venda de 51 touros da raça Nelore, o remate anual de reprodutores do Grupo Adir movimentou R$ 838.800,00, em um dos leilões mais aguardados do estado de Goiás. Realizado na Fazenda Barreiro Grande, em Nova Crixás, no dia 13 de outubro, com a possibilidade de financiamento das compras pelo Banco do Brasil, o evento reuniu pecuaristas do País todo.

Com média geral de R$ 16.477,06, o destaque absoluto foi o touro Ultron da 2L, vendido por R$ 72 mil. Ele é filho de Visual da Zeb VR, uma das linhagens mais procuradas pelo mercado no Grupo Adir. E não por acaso, Visual é eficiente para “refrescar” qualquer acasalamento existente e não existe genética dele em outro plantel, atualmente.

“Comprar um reprodutor Adir significa ter um animal que acasala com qualquer linhagem ou raça, seja em plantel de gado puro ou rebanho comercial”, resume o diretor do grupo, Paulo Leonel. Além da genealogia diferenciada, a avaliação de carcaça do jovem reprodutor também impressiona: 14,51 cm2 de AOL por 100 kg e 3,24% de marmoreio.

Ou seja, os números indicam que Ultron produz carne macia e saborosa, além de possuir índice de espessura de gordura subcutânea superior à média para sua idade, atributo importante aos frigoríficos. Destaque também para os filhos de Opus FIV da Brumado, com 12 animais vendidos por R$ 187.200,00 – média de R$ 15.600,00.

“É o pecuarista quem decide onde vai usar a genética Adir. Se ele quer gado para pista, pasto, melhoramento genético ou produção de gado de corte, a solução é a mesma. Não existem dois Nelores, a raça é uma só”, explica Leonel. O Grupo Adir prioriza a produção de animais adaptados, padronizados, com aprumos corretos, dorso plano, racial preservado e baixo peso ao nascer, construídos a partir de linhagens POI preservadas.

Genética que agrega valor: A genética Adir tem sido uma forma de pecuaristas faturarem mais no abate do gado de corte. O Grupo coordena e abastece um recém-criado Programa de Qualidade de Carne Nelore do Frigorífico Masterboi, que possui sede em Recife (PE) e plantas no Pará e Tocantins. “Há um público que exige produtos de qualidade superior e acreditamos que a parceria com o Grupo Adir nos ajudará atender a essa demanda”, afirma Amaro Rodero, diretor do grupo Masterboi.

Em Alagoas, a parceria é com a Cooperativa do Agronegócio do Boi (Cooperboi), que possui 52 cooperados. “Nossa meta principal é abastecer a gastronomia local com cortes mais tenros, macios e suculentos”, ressalta José Ronaldo, diretor da Cooperboi, que aprovou o projeto de avaliação de carcaça realizado pelo Grupo Adir.

Financiamento BB: A edição 2018 do Leilão do Adir, em 3 de agosto, marcou o início do convênio do Grupo com o Banco do Brasil. Recém-lançado, o Programa de Melhoramento Genético Banco do Brasil e Adir oferece taxas a partir de 4,6% e até dez anos para pagar.

“O Banco do Brasil é o maior banco da América Latina e líder mundial em crédito para o agronegócio. Não podemos associar uma marca tão valiosa quanto à nossa a outra que não seja do porte do Grupo Adir. Não temos dúvidas de que o programa será um sucesso”, frisa o diretor de Agronegócio do Banco do Brasil, Marco Túlio Moraes da Costa.

Comprovação no gancho: Além de toda a preocupação com caracterização racial e conformação desejada para condições de campo, esculpida pelo patriarca Adir do Carmo Leonel, há 58 anos, o Grupo Adir tem investido pesado nos abates técnicos por touro, para reunir genética pioneira e carcaça moderna em um mesmo animal.

O projeto iniciado em outubro de 2014 é coordenado pelo professor Sérgio Pflanzer, da Faculdade de Engenharia de Alimentos da Unicamp (Campinas/SP). O trabalho, único no País, já provou os touros Jiandut FIV (linhagem Golias), OPUS FIV do Brumado (linhagem Jeru), Naman FIV da 2L (linhagem Visual), Jallad FIV da 2L (Golias) e Palluk POI FIV da 2L, também de linhagem Golias.

Os resultados mostram novilhos Nelore abatidos com peso médio de 20@, rendimento de carcaça de até 59% e espessura de gordura máxima de 6 mm, suficientes para os credenciar a qualquer programa de qualidade de carne bovina.

A iniciativa é coroada por avaliações de carcaça in vivo por ultrassonografia, promovidas por Liliane Suguisawa, da DGT Brasil, que revelaram o touro Nelore número um em marmoreio do Brasil: Quanupur da 2L, que deixou para trás nada menos que outros 500 mil animais.

Saiba mais sobre o Grupo Adir acessando www.adirleonel.com.br. Para cadastro e lances com a Central Leilões: (18) 3608-0999

Fonte: Pec Press® - Comunicação Estratégica

Leite: Baixo consumo e liquidez pressionam derivados

Os preços dos produtos lácteos estão em queda, conforme indicam pesquisas do Cepea

A média do leite UHT fechou a R$ 2,4968/litro, e a do queijo muçarela, a R$ 18,57/kg, baixas de 2,31% e 0,05% respectivamente, de 15 a 19 de outubro. Segundo agentes consultados pelo Cepea, com o baixo consumo e o volume pequeno de negociações, os estoques começaram a subir e, com isso, optaram por reduzir a produção.

Para os próximos dias, agentes afirmam que os preços desses derivados devem seguir em queda. Participe da pesquisa do Cepea sobre leite UHT e queijo muçarela no atacado de São Paulo e receba informações exclusivas: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou (19) 3429-8834. Os preços dos produtos lácteos estão em queda, conforme indicam pesquisas do Cepea.

A média do leite UHT fechou a R$ 2,4968/litro, e a do queijo muçarela, a R$ 18,57/kg, baixas de 2,31% e 0,05% respectivamente, de 15 a 19 de outubro. Segundo agentes consultados pelo Cepea, com o baixo consumo e o volume pequeno de negociações, os estoques começaram a subir e, com isso, optaram por reduzir a produção.

Para os próximos dias, agentes afirmam que os preços desses derivados devem seguir em queda. Participe da pesquisa do Cepea sobre leite UHT e queijo muçarela no atacado de São Paulo e receba informações exclusivas: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou (19) 3429-8834.

Fonte: Cepea Cepea

Conceito gourmet amplia participação no mercado de carnes

Consumidores estão mais atentos à qualidade e certificação dos produtos

Os cuidados começam ainda no campo, passam pelo frigorífico e se estendem até chegar à mesa do consumidor. Então, nada mais justo do que o preparo da carne ser igualmente cuidadoso e refinado. Isso tudo, para um nicho em ascensão, o mercado "premium" das carnes.

Exemplo disso, é a raça Wagyu, originária do Japão, que vem ganhando espaço no Brasil entre os pecuaristas e também entre os consumidores mais exigentes, pelos cortes nobres que proporciona.

Com a carne considerada a mais saborosa e macia do mundo, a principal diferença dos bovinos da raça Wagyu para outras raças está no alto grau de marmoreio – aquela gordura entremeada às fibras que dá sabor, suculência e maciez à carne –, além de um manejo rigoroso e muito específico dos animais.

O Brasil é referência em produzir gado de corte. Muitos países estão diminuindo sua produção de bovinos de corte por não terem os mesmos recursos e a mesma eficiência que o Brasil. No Rio Grande do Sul, por exemplo, a raça, criada nos pampas, tem se destacado pela qualidade desde o manejo até o produto final. Na Fazenda Invernada Santa Fé, em Júlio de Castilhos, região Central do RS, o Wagyu tem sua recria feita em pastagens de inverno e verão, criado a pasto durante 24 meses e, na fase de terminação, passa aproximadamente 10 a 12 meses em confinamento, onde sua alimentação segue sendo 100% natural, e sem adição de quaisquer componentes que interfiram no sabor da carne. Esse período é decisivo para a carne atingir o grau de marmoreio que tem caído no gosto dos consumidores mais exigentes.

A produção da Invernada Santa Fé é destinada ao mercado paulista, principal mercado consumidor de carnes premium no país atualmente. A Fazenda, investe no manejo cuidadoso e também na genética dos animais.

"Nosso objetivo é ter a melhor e mais diversificada linhagem Tajima de Wagyu. Além disso, estamos trabalhando no implante de embriões há mais de um ano e, em breve, devemos ampliar ainda mais o nosso plantel de animais puros", projeta Marco Andras, proprietário da Invernada Santa Fé e Diretor de Marketing da Associação Brasileira de Criadores da Raça Wagyu.

Esse mercado de carnes nobres em constante crescimento, se deve ao fato de o consumidor brasileiro estar aprendendo a comer carne, processo que ocorreu com o vinho, por exemplo, apreciando seu sabor, observando e valorizando cada vez mais o produto que consome.

"O mercado brasileiro de carnes amadureceu em toda a sua cadeia produtiva. Mas não aconteceu por acaso! Muito trabalho, comprometimento e investimento de todas as pontas desta cadeia produtiva foi necessário para chegarmos a perceber as diferenças entre o produto comodity e o mercado premium", explica a mestre churrasqueira Clarice Chwartzmann.

Todo o investimento dos pecuaristas em genética e alimentação, focando nas premissas do marmoreio, suculência e maciez para um produto final de alta qualidade, está sendo recompensado pela percepção do consumidor.

Do lado dos chefs, cozinheiros, assadores e amantes da carne, a valorização de um produto premium, hoje, é regra, destaca Clarice.

"E, do lado do consumidor final, a qualidade é cada vez mais desejada e percebida! O destaque no mercado brasileiro e o investimento de um setor focado em carne de altíssima qualidade vem sendo cada vez mais percebido pelo consumidor, como é o caso da carne Wagyu, onde a genética possibilita, além da suculência e maciez, o altíssimo grau de marmoreio. É a evolução do paladar e maturidade do mercado brasileiro, e principalmente a possibilidade do consumidor ter acesso a produtos sob medida para o seu gosto", acrescenta a mestre churrasqueira.

Fonte: AgroUrbano Comunicação

De forma inédita, CRV Lagoa divulga resultados da avaliação genômica de touros Girolando

Trata-se da primeira empresa do segmento a publicar essas informações

Conselheira confiável dos produtores brasileiros, a CRV Lagoa inova mais uma vez, apresentando um novo conceito de avaliação genômica de touros da raça Girolando, através do Clarifide Girolando. A Central divulga nesta sexta (18) os resultados das avaliações de 14 touros, através do lançamento de uma edição extra do Catálogo Leite Zebu 2019, sendo a primeira empresa do mercado a disponibilizar a informação de animais dessa raça.

Os touros avaliados são: Alado FIV Blitz JM Monte Alverne, Presidente FIV Bradnick Santa Luzia, Sensato FIV Terra Vermellha, Farrok FIV Córrego Branco Rio do Leite, Honorato FIV Haley Gam, Apocalipse Goli FIV WTF da Estiva, Eldorado FIV da Prata JAC, Segredo FIV Terra Vermelha, Master FIV Terrabot, Jacuba Master Benfeitor Shottle, Logan FIV Rio do Leite, Líder L. King TE RPM da Santo Antonio, Torpego Paramount SCCJ e RBC Farol Paramount FIV.

A nova ferramenta é resultado de um trabalho de cooperação entre a CRV Lagoa, Zoetis, Associação Brasileira dos Criadores de Girolando e a Embrapa, com o objetivo de elevar o nível da qualidade genética dos futuros animais da raça.

A seleção genômica busca o aumento da confiabilidade das predições das PTAs, principalmente para animais jovens. A ferramenta é utilizada para aumentar a acurácia da estimativa dos valores genéticos, reduzindo o intervalo de gerações através da identificação de animais geneticamente superiores, mesmo antes que os mesmos expressem o fenótipo de interesse, além de corrigir possíveis erros de pedigree que impactam negativamente nas estimativas.

“Com apenas uma amostra de pelo é possível gerar várias informações sobre os animais, agregando confiabilidade nas avaliações genéticas. Trata-se de uma ferramenta completa, que auxilia e acelera o melhoramento genético dos animais, facilitando decisões de manejo e seleção, sempre buscando maior lucratividade e eficiência do rebanho”, explica Lilian Jacinto, gerente de produto Leite Tropical da CRV Lagoa.

Ao examinar o DNA de um animal, consegue-se decidir se ele é ou não bom o suficiente para ser mantido no rebanho, adiantando, dessa forma, as decisões de seleção, sendo possível saber de forma acurada o valor genético de um animal com quatro ou cinco anos de antecedência.

O uso da seleção genômica no rebanho é muito simples. Os resultados dos testes genômicos são apresentados como DEP genômicas (DEPg), cujas características avaliadas são Produção Total de Leite, Intervalo entre Partos e Idade ao Primeiro Parto.

Todos os 14 touros divulgados pela CRV Lagoa apresentam avaliações genômicas para as três características e possuem sêmen disponível a pronta entrega.

Fonte: Assessoria de comunicação CRV Lagoa

Genética Nelore de qualidade é o destaque da Expoinel Goiás, entre 23 e 26 de outubro, em GoiâniaO evento é um dos principais da raça Nelore no estado e faz parte dos Circuitos Amarelo de Exposições dos Rankings Nacionais Nelore e Nelore Mocho e do Ranking Regional de Goiás.

A Associação Goiana do Nelore (AGN), com o apoio da Associação dos Criadores de Nelore do Brasil (ACNB), ABCZ e Sociedade Goiânia de Pecuária e Agricultura (SGPA), promoverá, entre os dias 18 e 28 de outubro, mais uma edição da Expoinel Goiás. O evento é um dos principais da raça Nelore no estado e faz parte dos Circuitos Amarelo de Exposições dos Rankings Nacionais Nelore e Nelore Mocho e do Ranking Regional de Goiás.

A melhor genética de Goiás e de outros estados participarão dos julgamentos, que ocorrem entre os dias 23 e 26. Arnaldo Manuel de Souza Machado Borges, Carlos Alberto Marino Filho e Rodrigo Ruschel Lopes Lançado serão os jurados responsáveis pelas avaliações dos animais em pista.

“A Expoinel Goiás é sempre um momento de muita alegria e união dos neloristas. No evento, presenciaremos o atual estágio de seleção e qualidade da raça Nelore no estado, além dos principais polos do Brasil. A troca de ideias e debates sobre a evolução do Nelore e sua importância para a cadeia produtiva de carne bovina estão entre os pontos fortes de nossa exposição”, ressalta Eurico Velasco, presidente da Associação Goiana do Nelore.

Premiação: Serão distribuídos mais de R$ 8 mil em prêmios e brindes aos tratadores e apresentadores dos criatórios participantes da Expoinel Goiás. No dia 26 de outubro, será realizado bingo durante o churrasco de confraternização dos tratadores de animais e expositores de Nelore e Nelore Mocho.

“A Expoinel Goiás é a segunda exposição do ano calendário 2018/2019 dos Rankings Nacionais Nelore e Nelore Mocho. Estamos iniciando os campeonatos em altíssimo nível. A ACNB e suas associações regionais trabalham intensamente para, cada vez mais, elevar o desempenho da raça, fortalecendo a Nelore como a genética para produção de carne de qualidade”, destaca o dr. Nabih Amim El Aouar, presidente da Associação dos Criadores de Nelore do Brasil.

Para mais informações, acesse: www.nelore.org.br; www.nelore.org.br e nos telefones (11) 3293-8900 e (62) 3203-1314.

Fonte: Texto Comunicação

Cadeia do leite cria oportunidade para startups

É a terceira edição do Ideas for Milk, liderado pela Embrapa

Assim como as fintechs invadiram o setor financeiro, a visibilidade das agtechs, ou startups do agronegócio, vem aumentando diariamente. O campo demanda cada vez mais tecnologia, em busca de melhor produtividade e maior renda para o produtor rural. Um exemplo é o setor de leite, cujo faturamento total da cadeia produtiva chega a R$ 70 bilhões ao ano, e que tem na inovação uma alternativa para impulsionar seu crescimento de forma saudável.

"A margem do negócio do leite é pequena e toda tecnologia voltada a melhorar a precisão dessa cadeia é bem-vinda. Isso reduz os custos e aumenta a qualidade do produto", diz o chefe-geral da Embrapa Gado de Leite, Paulo Martins.

A Associação Brasileira de Startup (ABStartups) estima que existem atualmente 391 agtechs no País, de um universo de 6.329 startups. Como a penetração do agronegócio no mercado brasileiro de tecnologia da informação ainda é muito baixa e há necessidade de ampliar o acesso do setor a essas inovações, o entendimento é que existem inúmeras oportunidades para quem deseja empreender na área.

Um exemplo está na cadeia do leite. A área exige muita profissionalização e produção em escala, o que aumenta a demanda da chamada pecuária de precisão. E quem se antecipar às tendências pode se aproveitar do momento propício.

Foi pensando neste cenário que a Embrapa Gado de Leite idealizou o Ideas for Milk, um desafio de startups voltadas para o segmento em que atua, cujas inscrições gratuitas estão abertas até 28 de outubro pelo site http://www.ideasformilk.com.br/desafio-startups-2018/inscricao. A competição nacional tem como foco empreendedores com ideias inovadoras baseadas em softwares web, aplicativos mobile ou soluções em hardware, incluindo internet das coisas, para os diversos setores produtivos da cadeia do leite. Este é o terceiro ano do evento, que dessa vez será realizado em São Paulo, depois de já ter passado por Brasília (DF) e Juiz de Fora (MG).

"O Ideas for Milk teve um papel bem relevante para nós. Quando participamos, já tínhamos a empresa, mas estávamos no mercado de uma maneira bastante embrionária. O Ideas for Milk serviu para revolucionar o que entendíamos sobre leite, sobre vacas. Conhecemos muita gente e fizemos contatos importantes. Ele tem tudo para crescer a cada ano e se tornar um dos grandes eventos de tecnologia do Brasil", diz o sócio-fundador da Cowmed, Leonardo Guedes.

A empresa foi a segunda colocada no Desafio de Startups 2017, ainda com o nome “SmartFarm – Tradutor de Vacas”. A Cowmed produz uma coleira que monitora parâmetros comportamentais das vacas ligados a saúde e reprodução, e emite alertas via aplicativo de celular e software relacionados a saúde, cio e nutrição.

“Ficamos visivelmente mais conhecidos e ganhamos repercussão e visibilidade em termos de marketing e vendas. Com certeza absoluta tivemos mais resultados depois da nossa participação. Muita gente que nos conhece foi a partir do Ideas for Milk”, afirma Guedes.

O objetivo da Embrapa é que o Ideas for Milk cumpra o papel de criar uma nova oportunidade no mercado para o público com interesse na cadeia do leite e ampliar o ecossistema de inovação, envolvendo um grande número de empresas e entidades. Martins garante que a Embrapa e as empresas do setor leiteiro estão interessadas no desenvolvimento tecnológico e na valorização das ideias.

"Uma startup que participar do evento pode ganhar o mundo. Quem avalia essas empresas são produtores e empresários do setor com uma visão dinâmica e inovadora. É uma visibilidade inigualável", diz Martins. A tecnologia aplicada no Brasil pode ser replicada internacionalmente, como em países da América Latina ou da África, lembra.

Rede de parceiros – Junto com a Embrapa, são realizadores do Ideas for Milk: BovControl, Qranio, Kick Venture, Agripoint, Carrusca Inovation, Texto Comunicação. Em três anos, já atraiu mais de 70 parceiros, como Nestlé, VivaLácteos, Microsoft, Sebrae, Tim e renomadas instituições de ensino superior.

Fonte: Texto Comunicação

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