Ganhos com a Fertilização In Vitro de embriões bovinos

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A fertilização in vitro de embriões bovinos (FIV) tem proporcionado ganhos antes inimagináveis no setor. Esta biotecnologia consiste no desenvolvimento destes embriões de forma assistida em laboratório, para posterior transferência em fêmeas devidamente avaliadas e protocoladas, na qual recebem o nome de receptoras (barrigas de aluguel).

Com o uso da técnica de fertilização in vitro (FIV) na reprodução de bovinos de leite e de corte, o caminho da seleção e do melhoramento genético pode ser encurtado em pelo menos três gerações ou cerca de 10 anos de seleção, permitindo rápidos saltos na produção e na qualidade de carne e leite.

Esta técnica proporciona inúmeras vantagens, dentre elas podemos citar a geração de um maior número de descendentes de animais selecionados, o que em condições normais seria impossível. Há ainda um maior aproveitamento das fêmeas mais novas ou mais velhas, que “abandonariam” a gestação.

Os animais mais novos, por exemplo, despreparados para a gestação, por conta da incipiente formação do útero ou com problemas reprodutivos seriam diretamente beneficiados. Isso, sem contar os animais que estejam participando de competições ou em negociação. Talvez os criadores não saibam que podem comprar um processo de tecnologia ou genética por um preço mais baixo que há alguns anos. É possível financiar a aquisição de prenhezes de animais extremamente produtivos e premiados e obter retorno imediato, já que as mães e os pais são provados (avaliados em provas de genética) e a chance de as filhas serem grandes produtoras de leite e carne.

O mecanismo de produção In Vitro de Embriões (PIV) é constituído por três etapas: Maturação in vitro(MIV), Fertilização in vitro (FIV) e cultivo in vitro (CIV). Na FIV, oócitos (Células sexuais das fêmeas) aspirados nos folículos ovarianos de uma vaca, são fecundados em laboratório, por espermatozoides contidos no sêmen de um touro. Os embriões originados desse processo são transferidos a uma fêmea receptora, que deve ser preferencialmente novilha ou vaca de primeira cria. Sem dúvidas é ganho para o produtor que almeja melhorar a genética do rebanho.

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