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O presidente do Sistema Faeg/Senar e deputado federal José Mário Schreiner, recebeu nesta segunda-feira 02, na sede da federação, o Secretário de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), Antônio Carlos de Souza Lima Neto, o chefe de gabinete da Seapa, Armando Rollemberg, o superintendente de Produção Rural Sustentável da Seapa, Donalvam Maia, além o presidente da Emater Pedro Leonardo Rezende e representantes da Secretaria de Desenvolvimento e inovação. A Sedi Goiás quer o Sistema Faeg/Senar inserido no Projeto Estrutural de Exportação do Agronegócio.  

 A intenção é estruturar oportunidades de negócios com intuito de possibilitar a inserção competitiva dos produtos goianos no mercado internacional com maior valor agregado. Isso deve ser feito por meio de estudo e pesquisa de mercado externo, com foco em empreendedores de baixa renda para acelerar o desenvolvimento econômico e social dos municípios do estado de Goiás.

O programa terá duração de dois anos e é uma parceria entre o governo de Goiás, entidades privadas de interesse público e consultores especializados. Serão três eixos estratégicos: AgroExport que é um redirecionamento da produção do pequeno empreendedor rural (incluindo agricultura familiar) para cultura de maior valor agregado destinada exportação. Já o E-comex, trata-se de E-commerce para micro e pequenos empreendedores do setor da indústria, comércio e agronegócio com foco no mercado internacional. O àModa de Goiás trabalhará a exportação dos produtos de goianos na moda ou outros produtos que tenham identidade regional do estado de Goiás e potencial de exportação.

“Nós como a “casa do produtor rural” fomos procurados para somar com o governo do Estado e levar esses produtos para outros países. Juntos trabalharemos com a assistência técnica diante da produção depois de estudos de mercado apresentados pelo programa”, explicou o superintendente do Senar Goiás Dirceu Borges.

Fonte: Comunicação Sistema Faeg/Senar

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Após fortes altas, calmaria nos preços da carne bovina no varejo.

No fechamento da semana anterior, São Paulo registrou as maiores valorizações, na comparação com os outros estados monitorados pela Scot Consultoria, mas o cenário se inverteu.

Nos últimos sete dias, na média de todos os cortes, os preços da carne bovina vendida em supermercados e açougues paulistas registraram uma alta de 0,8%.

Já no restante dos estados pesquisados, as altas foram mais expressivas. No Paraná, o aumento das cotações foi de 3,4%, em Minas Gerais de 5,1% e no Rio de Janeiro de 4,8%.

O vetor que tem conferido pressão positiva aos preços é a pouca oferta da carne, mas para esta semana, marcada pela melhora das vendas de início de mês, deve colaborar com o escoamento do produto.

Fonte: Scot Consultoria. Por: Marina Zaia. https://www.agron.com.br

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Começou a campanha de vacinação de bovinos e bubalinos contra aftosa e vai até dia 30 de novembro.

A vacinação é fundamental para garantir a sanidade do rebanho e manter a comercialização da carne.  Faça a vacinação de seu gado de forma correta e nas datas previstas. E não se esqueça de preencher a declaração de vacinação e entregá-la no serviço veterinário oficial do seu estado junto com a nota fiscal de compra das vacinas.

 A campanha já começou. Conheça algumas das formas que o Ministério da Agricultura está trabalhando para convocar todos a prevenir a doença no Brasil.

Mais informações baixe AQUI o folder

Fonte: http://www.agricultura.gov.br

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A ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) pediu nesta terça-feira (19) apoio do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) para o Plano AgroNordeste e para o desenvolvimento de projetos de agricultura de baixo carbono no Brasil. Segundo ela, o Ministério da Agricultura está elaborando uma Carta Consulta de Apoio ao Plano AgroNordeste, que é voltado para inclusão produtiva de pequenos e médios produtores na região do semiárido brasileiro. 

“Investimentos serão necessários, principalmente no desenvolvimento e disseminação de tecnologias que deem escala à agricultura sustentável no Brasil. Precisamos avançar não só em Planos como o de Agricultura de Baixo Carbono, mas no desenho de outros projetos como o AgroNordeste, e em um novo que fortalecerá os sistemas sanitários nos estados brasileiros”, disse a ministra, ao participar de seminário na sede do BID, em Washington (EUA).

A ministra também ressaltou a parceria com o BID para a modernização do sistema de defesa agropecuária brasileiro. Segundo ela, além da cooperação financeira, é preciso avançar em projetos de cooperação técnica nos temas ligados à sustentabilidade, como adaptação climática, seguro rural e inovação.

A ministra lembrou que o BID é parceiro do Brasil desde sua criação, em 1959. “Ao longo desse período, foram diversos projetos de alta relevância social e econômica. Apenas conosco, no Ministério da Agricultura, foram muitas iniciativas exitosas, como as operações de apoio à defesa agropecuária, à irrigação e à Embrapa”, disse.

Tereza Cristina destacou que o BID tem sido um importante parceiro na disseminação de tecnologias de agricultura de baixa emissão de carbono, como por exemplo o Projeto Rural Sustentável, aprovado pelo Banco em 2013, que atuou nos biomas Amazônia e Mata Atlântica. Neste ano, o Ministério iniciou o Rural Sustentável nos biomas Caatinga e Cerrado, que juntos impactarão 350 mil hectares e 3.500 propriedades rurais, evitando a emissão de 4.5 milhões de toneladas de carbono equivalente.

Informações à imprensa
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Fonte: http://www.agricultura.gov.br

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O Brasil é um campeão mundial de pecuária e de uso das modernas tecnologias de reprodução animal. Anualmente, cerca de 13 milhões de vacas e novilhas de corte e de leite utilizam protocolos de IATF (Inseminação Artificial em Tempo Fixo), técnica comprovadamente eficaz para aumentar os índices de reprodução. Esse número cresce ano após ano.

“Produtividade é o nome do jogo e o objetivo é que cada vaca do rebanho gere um bezerro por ano. Aquelas que não conseguem cumprir esse objetivo reprodutivo quase sempre não têm segunda chance e são descartadas. A IATF é, comprovadamente, uma solução que contribui para o aumento da produção”, explica Rudsen Pimenta, gerente da linha de produtos para gado de corte da Ceva Saúde Animal. “Além disso, trata-se de uma questão econômica: cada R$ 1,00 investido em IATF proporciona retorno de R$ 4,50 para os pecuaristas na forma de mais bezerros/ano”.

A IATF é utilizada no Brasil desde o início dos anos 2000, com sucesso cada vez maior. Porém, simultaneamente aos benefícios proporcionados pela técnica, novos desafios são colocados para os pecuaristas e técnicos. O mais recente deles está relacionado à questão do bem-estar animal. Instituições de defesa dos animais e outros agentes ligados à cadeia da carne e do leite pressionam pela substituição do eCG na Europa e, como em outros casos recentes, essa pressão também pode chegar ao Brasil”, informa Rudsen.

A Ceva Saúde Animal levou esse desafio muito a sério e, após dois anos de pesquisas e estudos de campo, está colocando no mercado brasileiro uma alternativa ao uso do eCG, o protocolo Ceva HBE, parte do programa ReprodAction.

O novo protocolo de IATF da Ceva substituiu o eCG pelo hormônio hCG (gonadotrófica coriônica humana), extraído da urina de mulheres grávidas.

“O protocolo Ceva HBE para vacas a campo em anestro mostrou-se extremamente competitivo nos experimentos feitos a campo, com excelente retorno do investimento e sem nenhum questionamento ético quanto ao bem-estar animal”, explica Rudsen Pimenta.

O hCG apresenta as seguintes características:

  • atividade biológica de 30 horas;
  • forte ação LH e quase nenhuma ação FSH;
  • fonte: urina de mulheres grávidas;
  • usado normalmente como indutor de ovulação e agora como suporte gonadotrófico ao folículo.

Compõem o protocolo Ceva HBE os seguintes produtos: Benzoato HC (estradiol), Prociclar (progesterona intravaginal), Luteglan (prostaglandina) e o lançamento: Fertigon (hCG). O gerente da linha de produtos para gado de corte da Ceva Saúde Animal ressalta que o sucesso dessa descoberta só foi possível graças ao perfil de liberação de progesterona do Prociclar, já que tentativas anteriores com outros dispositivos foram frustradas. 

Estudos da Ceva conduzidos em colaboração com os laboratórios do prof. Pietro Baruselli (FMVZ/USP) e do professor Roberto Sartori (ESALQ/USP) comprovam a viabilidade do uso de hCG + benzoato de estradiol no protocolo Ceva HBE, no momento de retirada do dispositivo Prociclar de progesterona, proporcionando “ótima dinâmica folicular e resultados positivos em termos de prenhezes a campo”. O protocolo Ceva HBE foi testado a campo em uma fazenda comercial envolvendo 1.120 vacas, com 60,6% de taxa de concepção média em 6 lotes.

“A Ceva tem muita satisfação em oferecer à pecuária brasileira o protocolo IATF para vacas a pasto em anestro com hCG em substituição ao eCG e, o melhor, com muito bons indicadores de desempenho. Essa inovação reforça o nosso compromisso de desenvolver novas tecnologias e colocar à disposição do mercado nacional”, ressalta Rudsen Pimenta.

Sobre a Ceva

Com faturamento global de € 1,2 bilhão, a Ceva Saúde Animal é a quinta maior empresa do mundo no setor e está presente em mais de 110 países, com atuação focada em pesquisa, desenvolvimento, produção e comercialização de produtos farmacêuticos e biológicos para animais de companhia (pets) e de produção (bovinos, suínos, equinos e aves). No Brasil, a empresa projeta receita de R$ 420 milhões para 2019, com crescimento superior a 15% em relação ao ano passado. Com esse resultado, a empresa assume a quinta posição no ranking nacional de indústrias de produtos para saúde animal.

Fonte: autor Rafael Iglesias / Agron

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No mercado varejista de São Paulo, na média de todos os cortes pesquisados pela Scot Consultoria, as cotações da carne bovina subiram 1,1% na última semana. E a tendência é de que este cenário se mantenha até o final do ano.

No Paraná a alta foi de 0,7% e no Rio de Janeiro de 1,7%. Em Minas Gerais os preços ficaram estáveis no mesmo período.

Apesar das altas consistentes no atacado, no varejo os preços têm aumentando gradativamente.

Fonte: Scot Consultoria. Por: Marina Zaia.   autor Cristina Crispa

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