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vaca  Fonte: Super Interessante / https://agronews.tv.br/voce-sabia-que-as-vacas-enfrentam-mudancas-de-personalidade-na-adolescencia/

 

Humanos passam por crises de personalidade na adolescência, por conta dos picos hormonais: alguns de nós ficam mais corajosos, outros, acabam mais retraídos, do que eram quando sonhavam em ir para a Disney.

Bovinos passam por isso também, de acordo com um novo estudo, feito com vacas leiteiras.

A pesquisa, da Universidade de Colúmbia Britânica, no Canadá, concluiu que elas podem se tornar mais tímidas ou mais ousadas à medida em que passam da infância para a idade adulta.

O que os pesquisadores fizeram foi testar por um bom tempo as personalidades de várias vacas nesse período de suas vidas. Eles tiravam os animais de seus rebanhos e iam observando como eles se comportavam diante de pessoas desconhecidas e objetos que nunca tinha visto.

A ideia era justamente mapear dois traços de personalidade: a ansiedade por explorar coisas novas e a timidez. E não deu outra: algumas vacas que eram retraídas na infância ficaram mais saidinhas. Outras, que eram mais caras de pau nos tempos de bezerra, ficaram mais retraídas. Gente como a gente.

Na infância e na vida adulta, por outro lado, esses traços de personalidade são mais estáveis. De novo, igual acontece com humanos.

Espera-se que os resultados ajudem no desenvolvimento de melhores práticas na pecuária.

“Nosso objetivo geral é melhorar a vida dos animais nas fazendas”, disse ao The Guardian a pesquisadora de bem-estar animal Heather Neave, uma das responsáveis pelo estudo.

A motivação não é exclusivamente a empatia com os animais. A saúde dos bichos impacta diretamente na qualidade dos produtos agropecuários. Vacas estressadas, afinal, comem menos, demoram mais para crescer e, no fim, se tornam más produtoras de leite.

“Idealmente, no futuro, as práticas de manejo serão adaptadas ao indivíduo, não ao rebanho, de forma que todos os bezerros e vacas tenham a oportunidade de prosperar na fazenda, e atingir todo o seu potencial produtivo.”

 

Fonte: Revista Globo Rural / Por João Mathias / Link: https://revistagloborural.globo.com/vida-na-fazenda/gr-responde/noticia/2018/03/saiba-como-evitar-abelhas-em-areas-de-criacao-de-animais.html

Os insetos podem sobrevoar comedouros, atacar os animais e impedi-los de comer

Como posso espantar abelhas que sobrevoam os comedouros do meu chiqueiro e galinheiro?
Fabiano Rodrigo, via Facebook

Como espantar as abelhas que voam próximo à cana-de-açúcar triturada no cocho e atacam as vacas, impedindo o gado de comer?
Angela Polizelli, via Facebook

 Abelhas são persistentes em se manter em locais onde há alimentos para elas coletarem. Além de contarem com ótima memória, para retornar depois de vários dias ao lugar com comida disponível, as abelhas também possuem um sistema de comunicação eficiente e preciso para convocar outros membros da colônia, dificultando o afastamento delas. Veja a seguir algumas das principais dicas que podem evitar a presença das abelhas no ambiente:

• Mudar o horário da alimentação dos animais no cocho para o final da tarde, próximo ao anoitecer, pois o período mais ativo das abelhas é durante a manhã e início da tarde;
• Plantar espécies de plantas atrativas para abelhas em locais estratégicos e distantes do alimentador, para mantê-las ocupadas e longe dos comedouros. É interessante dar preferência para plantas que florescem nos períodos de escassez de alimento para as abelhas;
• Aplicar repelentes naturais próximo aos alimentadores. Há diversos relatos de repelentes naturais para abelhas que podem funcionar, porém não há comprovação científica sobre a sua eficiência. Os mais frequentemente citados são óleo de nim, óleo de menta, extrato de alho, óleo de cravo, óleo de eucalipto e citronela;
• Substituir os alimentos oferecidos aos animais por produtos que não são atrativos para abelhas, e limpar bem os alimentadores após o período de alimentação;
• Adicionar à cana-de-açúcar cal microprocessada ou micropulverizada, de acordo com relatos de que são materiais repelentes à abelhas, embora não haja comprovação científica. É importante ressaltar que a cal usada na construção civil não é adequada para essa finalidade, pois possui substâncias tóxicas ao gado; e
• Solicitar a um apicultor retirar eventuais ninhos naturais que existam próximo aos locais de alimentação.

Saiba como afastar as cobras do quintal

Fonte:Remédio Caseiro por: Natália Petrin. / Link: https://www.agron.com.br/publicacoes/noticias/animais-e-criacoes/2017/12/09/055860/saiba-como-afastar-as-cobras-do-quintal.html

Muitas pessoas têm pavor de cobras e só de pensar em se deparar com uma entram em pânico. Independentemente de ser venenosa ou não, fazem de tudo para afastalas. Não existe, na realidade, uma maneira para todas as cobras.

Algumas delas, apesar de serem apavorantes, apenas esta passando por ali. O que você pode fazer para evitar isso é fazer com que seu quintal fique menos atraente para elas com alguns passos. É importante manter o seu quintal sempre limpo: apare a grama e remova palheiros, pilhas de madeira, pedras grandes, folhas ou moitas, além de entulhos. Remova também as fontes de nutrição para elas como por exemplo os comedouros e casas de aves.

Repelente de enxofre seco: O repelente deve ser feito em uma área bastante ventilada.

  • Dois copos de enxofre;
  • Um copo de bolinhas de naftalina;
  • ½ copo de pimenta vermelha triturada.
  • Misture bem todos os ingredientes e borrife em seu quintal, jardim e dependências, sempre onde as cobras podem aparecer. Repita a cada 30 dias ou depois de temporais.


Repelente líquido: Para preparar você vai precisar de:

  • Quatro copos de amônia;
  • Um copo de detergente de limão.
  • Misture bem e borrife nas áreas em que não deseje que as cobras apareçam. Reaplique sempre após fortes chuvas ou de duas em duas semanas.

Naftalina e canela

  • Pegue uma lata de café ou achocolatado e faça alguns furos nas laterais. Encha com bolinhas de naftalina e com cápsulas de canela e feche. Coloque nos locais que deseja afastar as cobras. Essa é a opção mais sensata para quem tem crianças ou animais de estimação e não os quer expostos às naftalinas.

Animais caçadores: O gato é um animal caçador por natureza. Você pode ter um gato e ele vai ajudar a afastar as cobras e ratos de suas casas. Eles começam a persegui-las devido à movimentação que fazem. Isso vai ajudar a afastá-las.

Como remover a cobra de casa: Se já tem uma cobra dentro de sua casa, fique calmo. Ligue para o centro de zoonoses ou para a polícia ambiental e mantenha as crianças afastadas, assim como animais para que se protejam caso sejam venenosas.

Fonte:SF Agro | Farming Brasil/ Link: http://sfagro.uol.com.br/raca-bovinos   Por Carolina Barros*

Conheça algumas das principais raças bovinas mais populares que formam o rebanho brasileiro

A diversidade das raças e o desenvolvimento genético garantem o sucesso da pecuária de corte e produção leiteira no Brasil.

A pecuária bovina é um dos principais setores da economia brasileira. O mercado de bovinos tem um valor bruto de produção estimado em 74,38 bilhões neste ano, de acordo com levantamento do Ministério da Agricultura. Além disso, a área deve prosperar bastante nos próximos anos. Segundo projeção do ministério, a produção de carne bovina deve crescer 21% na próxima década, chegando a um volume de 10.236 mil toneladas em 2026.

O crescimento expressivo está ligado ao número de cabeças de gado do país, que formam o maior rebanho comercial do mundo, com 214 milhões de animais. Só neste ano, foram abatidas 30,6 milhões de cabeças em todo o Brasil, de acordo com dados do IBGE. Outros fatores que tornam o Brasil competitivo no mercado de carne são a diversidade das raças existentes no País e o desenvolvimento genético, que seleciona animais com desempenho superior para a pecuária de corte e a produção leiteira. Conheça algumas raças que compõem o plantel brasileiro e impulsionam o desenvolvimento da pecuária nacional.

A força das raças: Os bovinos podem ser divididos de acordo com duas classificações. Os taurinos, de origem europeia, e os zebuínos, originários da Ásia. De acordo com a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (ABIEC), por causa da adaptação ao clima tropical, os zebuínos se desenvolveram mais no Brasil e representam atualmente cerca de 80% do rebanho brasileiro. Os zebuínos brasileiros são fruto do cruzamento com outras espécies e, apesar de manterem as principais características zebu, eles se diferenciam dos bois de outros países. “O Brasil possui uma tecnologia em agropecuária única no planeta e tem a melhor genética zebuína do mundo”, afirma Antônio Jorge Camardelli, presidente da ABIEC em publicação comemorativa da associação.

 Nelore (zebuína)
É a raça predominante no Brasil, muito procurada por produtores de carne. Sua característica marcante é a pelagem branca, que pode ter tons de cinza claro. Tem orelhas pontiagudas e chifres curtos, mas algumas variações são mochos, ou seja, sem chifres.

 

Guzerá (zebuína)
Foi a primeira raça de zebuíno a ser trazida para o País e é uma das mais antigas do mundo. É reconhecida por possuir um par de chifres grandes e curvados para cima e pode ser direcionada tanto para a pecuária de corte como de leite. A pelagem varia em tons de cinza, do mais claro ao escuro. Os animais apresentam grande porte, a raça é muito fértil e resistente à seca.

 Gir (zebuína)
Trazido ao Brasil em 1911, das montanhas Gir na Índia, a raça é indicada para a pecuária de leite. Inclusive, a raça Girolando, a mais famosa na produção leiteira no Brasil é resultado de cruzamento de Gir com a vaca Holandesa. Os indivíduos dessa raça apresentam chifres compridos e torcidos para baixo, com orelhas enroladas na parte superior. A pelagem varia do vermelho ao amarelado e pode apresentar pintas. A raça é dócil e as fêmeas têm grande habilidade materna.

 

  Girolando (zebuína)

O Girolando é uma raça bovina brasileira mestiça, originada do cruzamento do zebuíno Gir com o europeu Holandês. É considerado por muitos a mais importante raça leiteira de clima tropical. A criação do Girolando surgiu da ação do Ministério da Agricultura, a partir do programa PROCRUZA, que objetivava a obtenção de raças bovinas totalmente adaptadas às condições climáticas existentes no Brasil e que pudessem fornecer boa produtividade.

 Cangaian (zebuína)
Essa raça chegou ao Brasil entre 1962 e 1963, vindo da região Sul da Índia. A raça representa um rebanho pequeno e pouco representativo, em números, no Brasil. Os bois têm pequena estatura e possuem chifres longos e grossos, mas são indicados somente à produção de carne, porque não produzem muito leite. São muito resistentes ao calor e a doenças.

 

  Brahman (zebuína)
Veio em 1994 dos Estados Unidos e é o resultado do cruzamento de Nelore, Guzerá, Sindi, Cangaian e Indubrasil. A coloração pode ser cinza-claro, cinza-escuro ou vermelho. Não tem chifres e as orelhas são de tamanho médio. É indicado como gado de corte.

 

 Tabapuã (zebuína)
Surgiu ao cruzar zebuínos Nelore, Gir e Guzerá com os mochos brasileiros e apesar de ser uma raça nacional, é criada também em outros países, na maioria da América do Sul. A pelagem varia do branco ao cinza e não possui chifres. É usado na produção de carne, porque tem boa musculatura.

 

 Sindi (zebuína)
Originária da província de Sindi, no Paquistão, a raça veio para o Brasil em 1952 e é formada por animais resistentes, que sobrevivem em locais secos e com pouco pasto sem perder peso. Por causa disso, são criados principalmente em regiões nordestinas. São bois pequenos, com chifres curtos e pelo vermelho. Podem ser usados para a produção de carne ou leite.

 

 Indubrasil (zebuína)
A raça é fruto do cruzamento de Nelore, Gir e Guzerá. Surgiu no Brasil em 1930, sendo criação de bovinicultores do Triângulo Mineiro. A pelagem pode ser branca, cinza ou vermelha e tem chifres médios. É usado como gado de corte e já foi exportado para os Estados Unidos.

 OUTRAS RAÇAS BOVINAS - (Angus, Caracu e Charolês)

 Angus
Essa é a mais famosa raça de taurinos no Brasil. Seu nome ficou conhecido e a raça se popularizou especialmente a partir do investimento de grandes empresas, como o MC Donald’s, que criou um hambúrguer com a carne Angus. De acordo com a Associação Brasileira de Angus, as principais vantagens da raça para a criação são a alta fertilidade e precocidade, pois atingem a puberdade e o estado de abate mais cedo. Seu diferencial é a ótima qualidade da carne, que é marmorizada e macia.

Caracu
É um gado taurino português, trazido para o Brasil na época colonial, que tem pelagem amarela ou alaranjada. Segundo informações do Conselho Nacional de Pecuária de Corte, a raça é extremamente rústica, atingindo níveis de engorda mesmo em pastagens ruins. Outra vantagem da raça é ser resistente a doenças endêmicas brasileiras e a ectoparasitas. É usada como gado de corte ou de leite e também como animal de tração.

Charolês
De origem francesa, essa raça taurina é excelente para produção de carne. Informações do Conselho Nacional de Pecuária de Corte indicam que, no Brasil, é também muito usada na criação de mestiços, como o gado Canchim. A raça possui pelagem branca ou creme, com narinas rosas e é uma das melhores para engorda em confinamento, porque chega a atingir, em machos adultos, mais de uma tonelada.

 

Carrapato – Wikipédia, a enciclopédia livreFonte: SF Agro/Farming Brasil - Link: http://sfagro.uol.com.br/carrapatos-rebanho-bovino/

Cerca de 95% do total de carrapatos encontra-se nas pastagens e apenas 5% está diretamente nos bovinos

Com a proximidade do verão, as temperaturas começam a subir, o que aumenta a umidade do ar e traz chuvas para diversas regiões do país, somados, esses fatores formam o ambiente perfeito para o surgimento dos carrapatos. Segundo a Ceva Saúde Animal, o carrapato dos bovinos (Rhipicephalus microplus) é responsável por prejuízos anuais de cerca de US$ 3,2 bilhões.

“O carrapato gera queda na produção de leite e de carne, traz custos com tratamentos e mão de obra, causa irritação nos animais e ainda transmite as doenças da Tristeza Parasitária Bovinas (TPB), a babesiose e a anaplasmose. Além disso, proporciona perdas na qualidade do couro, tornando-o de baixo rendimento para a indústria coureira”, diz Marcos Malacco, gerente de serviços técnicos de pecuária de corte da Ceva Saúde Animal.

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